<data>
<row _id="1"><geocodigo>2700102</geocodigo><Município>Água Branca</Município><Histórico>O território de Água Branca, em meados do século XVII, fazia parte das sesmarias que compreendiam também os atuais municípios de Mata Grande, Piranhas e Delmiro Gouveia.
Para diferenciar de Mata Grande, do qual durante muito tempo foi povoado, chamou-se primitivamente Mata Pequena ou Matinha de Água Branca.
O topônimo Água Branca é proveniente do fato de haver, ali, uma fonte de água muito clara.
A penetração em terras do município deve-se a três irmãos de família Vieira Sandes, vindos de Itiúba, povoação do Rio São Francisco. Atraído pelas boas pastagens oferecidas pela zona da caatinga, e pela riqueza da região serrana, o capitão Faustino Vieira Sandes desbravou o município, instalando uma fazenda de gado.</Histórico><Gentílico>agua-branquense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Água Branca, pela lei provincial nº 413 de 1864. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Água Branca, pela lei provincial nº 681, de 24-04-1875, desmembrada do município de Paulo Afonso. 
Sede na localidade de Água Branca. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-09-1876.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede. Elevado à condição de cidade com a mesma denominação, pela lei estadual nº 805, de 02-06-1919.
Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1933, o município é constituído do sede. Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Pedra e anexado ao município de Água Branca.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Água Branca e Pedra. Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Pedra passou a denominar-se Delmiro.
Pela lei 1628, de 16-06-1952, desmembra do município de Água Branca o distrito de Delmiro. Elevado à categoria de município com a denominação de Delmiro Gouveia.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Água Branca e Delmiro ex-Pedra.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSE CARLOS DE CARVALHO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>42.62</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7976.02</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>22,06 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa>https://cidades.ibge.gov.br/brasil/al/</Site de pesquisa></row>
<row _id="2"><geocodigo>2700201</geocodigo><Município>Anadia</Município><Histórico>O nome original do município era Campos do Arrozal de Inhauns e, em 1801, quando foi elevado à categoria de vila, passou a ser chamada de Vila Nova de São João de Anadia, em homenagem ao Visconde de Anadia, ministro português que autorizou a criação da vila. A freguesia foi instalada em 1802. Porém, não se sabe, ao certo, quais foram os principais desbravadores. Há a hipótese do primeiro povoado ter sido precedido por famílias que migraram para a região atraídas pelas planícies e boa produtividade do solo. Essa produtividade, aliás, pode ter atraído outros desbravadores que seguiram o curso do rio São Miguel, numa rota de exploradores. Conta a história que durante o século XVII uma imagem da Virgem da Piedade foi encontrada perto do povoado e, segundo a crença popular, fez com que o padroeiro do arraial, São João, fosse substituído por Nossa Senhora da Piedade.
Fez parte da comarca de Alagoas (hoje Marechal Deodoro) até 1833, quando passou para a comarca de Penedo. A comarca de Anadia só viria a ser criada cinco anos depois.
A Festa da Padroeira (02 de fevereiro) é um dos pontos altos do município, que recebe milhares de devotados fiéis na já tradicional procissão. De população festiva, Anadia se orgulha de manter viva a tradição de réveillon, carnaval (com frevo de rua), vaquejada e, principalmente, dos festejos juninos, ostentando o título de terceiro lugar com sua animada quadrilha em concurso estadual. Os finais de semana em Anadia são passados a muitos banhos de bica. No balneário Santa Cruz (uma fazenda com fartos banhos e fruteiras por toda a parte), por exemplo, o acesso é permitido a famílias inteiras da região.</Histórico><Gentílico>anadiense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Anadia, em 02-01-1802. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Anadia, em 19-07-1801. 
Instalado em 20-12-1801. 
Pela lei municipal nº 1, de 05-10-1893, é criado o distrito de Mar Vermelho e anexado ao município de Anadia. Elevado à condição de cidade com a denominação de Anadia, pela lei estadual nº 86, de 25-07-1895.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Anadia e Mar Vermelho.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município é constituído de 3 distritos: Anadia, Mar Vermelho e Tanque D´ Area. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, só que o distrito de Tanque D’Area aparece grafado Tanque 'Arca.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Anadia, Mar Vermelho e Tanque D'Arca ex-Tanque d'Area. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1950.
Pela lei nº 1712, de 06-08-1953, é criado o distrito de Canudos ex-povoado, criado com terras desmembrada do distrito de Tanque D'Arca e anexado ao município de Anadia.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Anadia, Canudos, Mar Vermelho e Tanque D'Arca. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2431, de 03-02-1962, desmembra do município de Anadia o distrito de Mar Vermelho. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 2507, de 01-12-1962, desmembra do município de Anadia o distrito de Tanque D’Arca. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 12-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ CELINO RIBEIRO DE LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>91.96</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11525.51</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>9,8 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>18 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="3"><geocodigo>2700300</geocodigo><Município>Arapiraca</Município><Histórico>Foi embaixo de uma Arapiraca, localizada as margens do Riacho Seco, que Manoel André Correia dos Santos (fundador da cidade) descansou. A sombra daquela árvore fez com que Manoel André tivesse a ideia de construir uma cabana. Depois de alguns tempos, com a vinda de outras famílias, a árvore Arapiraca ficou cercada por um povoado. O local começou a ser povoado na primeira metade do século XIX. Já em 1864, Manoel André construiu a capela de Santa Cruz e escolheu como padroeira Nossa Senhora do Bom Conselho (Padroeira até hoje).
O topônimo Arapiraca vem de uma árvore da família das leguminosas Mimosáceas - Piptadênia (Piteodolobim). Uma espécie de angico branco, comum no Agreste e no Sertão.
Segundo uma tradição popular, a palavra Arapiraca tem origens indígenas e significa: ramo que arara visita.</Histórico><Gentílico>arapiraquense</Gentílico><Formação Administrativa>Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, figura no município de Limoeiro o distrito da Arapiraca. Elevado à categoria de município com a denominação de Arapiraca, pela Lei Estadual n.º 1.009, de 30-05-1924, desmembrado do distrito de Limoeiro. Sede no atual distrito de Arapiraca. Constituído do distrito sede. Instalado em 30-12-1924.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
Pelo Decreto Estadual n.º 2.335, de 19-01-1938, o município de Arapiraca adquiriu o extinto município de São Braz, como distrito.
Pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1938, o município de Arapiraca adquiriu do município de Traipu o distrito de Lagoa da Canoa. Sob o mesmo decreto, o distrito de São Braz deixa de pertencer ao município de Arapiraca sendo anexado ao município de Traipu e ainda pelo mesmo decreto é criado o distrito de Caraíba e anexado ao município de Arapiraca.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Arapiraca, Caraíba e Lagoa da Canoa.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o distrito de Caraíba passou a denominar-se Craíba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Arapiraca, Craíba (ex-Caraíba) e Lagoa da Canoa. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1950. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual n.º 2.471, de 28-08-1962, desmembra do município de Arapiraca o distrito de Craíba. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 2.472, de 28-08-1962, desmembra do município de Arapiraca o distrito de Lagoa da Canoa. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 12-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Pela Resolução do Senado Federal n.º 113, de 30-11-1965, o município de Arapiraca adquiriu o extinto município Craíba, como distrito.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Arapiraca (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.arapiraca.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ LUCIANO BARBOSA DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>600.83</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>21468.19</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,35 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>30 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="4"><geocodigo>2700409</geocodigo><Município>Atalaia</Município><Histórico>Há duas hipóteses para a origem do nome “Atalaia”. A primeira afirma que o nome se deve ao fato de que as tropas comandadas por Domingos Jorge Velho, contratado para destruir o Quilombo dos Palmares ficavam de “atalaia” (vigilância). Porém, essa hipótese não é bastante aceita pelos historiadores, pois o nome do município foi dado por D. José I somente em 1764, em homenagem, provavelmente ao Visconde de Atalaia, fidalgo português muito amigo de D. José I. Esta é a hipótese mais aceita. Contribui para isso o fato de que Atalaia começou a ser povoada por volta de 1692, tendo tido como primeiro nome Arraial dos Palmares. Portanto, até o ano de 1764, não há menção nos registros históricos do nome Atalaia.
A ocupação das terras onde hoje situa-se o município iniciou-se por volta de 1692 por Domingos Jorge Velho, bandeirante paulista contratado pelo então Governador da Província de Pernambuco Fernão de Souza Carrilho para destruir o Quilombo dos Palmares. Domingos Jorge Velho havia recebido do governo português a promessa de uma sesmaria (seis léguas de terra), como recompensa pela destruição do Quilombo dos Palmares. Com a destruição de Palmares, e a consequente morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1695 o bandeirante esperou o cumprimento da promessa, e se estabeleceu no atual bairro da Cidade Alta, de onde ficava de vigilância (atalaia), durante a luta contra os negros palmarinos. O bandeirante batizou a nova povoação de Arraial dos Palmares.
Lá por volta de 1697, Domingos Jorge Velho mandou construir a Capela de Nossa Senhora das Brotas - a primeira edificação de Atalaia - santa que considerava como sua protetora. Essa é ainda hoje a padroeira de Atalaia. Para tentar agradar à Coroa Portuguesa, Domingos Jorge Velho lhe envia carta comunicando o desejo de que a povoação iniciada por ele passasse a se chamar Vila Real de Bragança, para que a mesma ficasse sob a proteção da Casa de Bragança, para que mais rápido se desenvolvesse. Porém, o pedido foi negado por D. José I. No final de 1700, Domingos Jorge Velho morre sem, no entanto, receber da Coroa Portuguesa o decreto de doação da sesmaria. Apesar do crescimento da povoação, o Arraial dos Palmares não era reconhecido pelas autoridades. Somente em 12 de março de 1701, o Governador da Província de Pernambuco recebe Carta Régia determinando a criação oficial do arraial, porém com o nome de Arraial de Nossa Senhora das Brotas. No entanto, este nome não caiu no gosto dos habitantes, permanecendo a denominação Arraial dos Palmares. Somente em 1716, os filhos e a esposa de Domingos Jorge Velho recebem o decreto que doa a sesmaria onde hoje localiza-se Atalaia, como recompensa pela destruição dos Palmares.
Durante o governo do 10.° Ouvidor da Província de Alagoas, Manuel Álvares, os habitantes do Arraial dos Palmares, por seu intermédio, solicitaram ao governo português a elevação do arraial à categoria de vila. D. José I atendeu em parte às reivindicações da população, elevando o Arraial dos Palmares à categoria de vila, porém, com o nome de Vila de Atalaia, em homenagem ao Conde de Atalaia, seu amigo particular. Este decreto data de 1º de fevereiro de 1764, considerada a data de sua fundação. Foi a quarta vila criada em Alagoas, depois de Porto Calvo, Marechal Deodoro (antiga Alagoas) e Penedo.
Em 5 de março de 1891 Atalaia é elevada à categoria de cidade, pelo governador Manuel de Araújo Góes.
Atalaia, por ter sido um dos primeiros núcleos populacionais de Alagoas, possui importante acervo histórico, como a Capela de São José (antiga Capela de Nossa Senhora das Brotas), primeira edificação construída em Atalaia por Domingos Jorge Velho em 1697, a imponente Igreja Matriz de Nossa Senhora das Brotas, construída por Domingos Jorge Velho em 1701 com suas imagens antigas e seu altar-mor belíssimo, a Casa Grande da Fazenda Jardim das Lajes, a Praça do Bicentenário, as ruínas da Usina Brasileiro - primeira usina de Alagoas -, da Usina Ouricuri, Vitória do Cacaú, e o casario histórico da Avenida Barão José Miguel, no centro da cidade, e na Rua de Cima, no bairro da Cidade Alta.</Histórico><Gentílico>atalaiense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Atalaia anteriormente a 1762. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Atalaia, entre os anos de 1762 e 1765. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Atalaia, pelo Decreto Estadual n.º 88, de 15-03-1891.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1950.
Pela Lei n.º 1785, de 05-04-1954, é criado o distrito de Sapucaia (ex-povoado) e anexado ao município de Atalaia.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de distritos: Atalaia e Sapucaia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2020.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - ATALAIA (AL). Prefeitura. Disponível em: https://www.atalaia.al.gov.br/index.php/acamara. Acesso em: 24 jan. 2020.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CECÍLIA LIMA HERRMANN ROCHA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>83.82</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>19852.96</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,46 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Fevereiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="5"><geocodigo>2700508</geocodigo><Município>Barra de Santo Antônio</Município><Histórico>Barra de Santo Antônio deve sua colonização aos holandeses, que chegaram ao litoral por volta de 1853. A partir daí começou o progresso no povoado, que era constituído por poucas casas de taipa construídas à margem do rio Santo Antônio, que corta a cidade em dois locais distintos - um mais urbano, sede da cidade (à margem direita) e o outro, mais turístico e nativo (à margem esquerda). Neste lado, durante muitos anos houve um cruzeiro construído pelos holandeses, que servia de ponto de partida para a procissão de Bom Jesus dos Navegantes, destruído pelo tempo.
Na época de progresso funcionou um estaleiro onde eram construídos barcos e navios de pequeno porte, com isso, o povoado foi crescendo. A pesca e a exploração da pedra calcárea sempre foram os pontos básicos da economia. O movimento de emancipação política do distrito, então pertencente a São Luiz do Quitunde, foi liderado por Manoel Monteiro de Carvalho. Em 1960, a cidade conseguiu a emancipação.
Barra de Santo Antônio tem, no turismo, sua vocação natural. Suas praias conservam característias selvagens e linhas de arrecifes formam piscinas naturais de uma limpidez incontestável. Cortada pelo rio Santo Antônio, a Barra se divide em duas partes, a mais urbana que integra a estrutura da cidade, e, navegando pelo rio, a mais nativa, onde se concentram os principais pontos turísticos entre eles, a Ilha da Crôa, cuja travessia é feita por balsas. Ainda como atrativos, as praias de Carro Quebrado, das Enseadas e Tabuba. Entre as festividades, destacam-se o carnaval, a Micacrôa, os festejos juninos, a festa de abertura do verão, a festa do padroeiro, São Sebastião (20 de janeiro) e da Emancipação (20 de agosto).</Histórico><Gentílico>barrense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de São Luís do Quitunde o distrito de Barra de Santo Antônio Grande.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Barra de Santo Antônio Grande passou a denominar-se simplesmente Barra de Santo Antônio.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Barra de Santo Antônio ex-Barra de Santo Antônio Grande, figura no município de São Luís do Quitunde. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Barra de Santo Antônio, pela lei estadual nº 2285, de 20-08-1960, desmembrado de São Luís do Quitunde. 
Sede no antigo distrito de Barra de Santo Antônio. Constituído do distrito sede. Instalado em 22-09-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Barra de Santo Antônio Grande para simplesmente Barra de Santo Antônio alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>LIVIA CARLA DA SILVA ALVES</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>102.79</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11611.94</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,9 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>20 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="6"><geocodigo>2700607</geocodigo><Município>Barra de São Miguel</Município><Histórico>Até a metade do século XVI, o território onde é atualmente ocupado pela Barra de São Miguel foi aldeamento dos índios Caetés, conhecidos pela prática da antropofagia. Segundo a história, eles teriam devorado o bispo Dom Pero Fernandes Sardinha, que veio de Portugal para catequizar a região. Ele teria trazido, então, uma imagem de Nossa Senhora Santana, que foi abandonada com o ataque dos índios e resgatada anos depois.
A área, de excelente localização geográfica, transformou-se num movimentado núcleo de pescadores. Manoel Gonçalves Ferreira montou um estaleiro para a fabricação de embarcações, que ficaram conhecidas em todo o país e deram emprego aos 'experimentos mestres' do local. Foi de lá que saiu o maior navio nordestino da época, o 'Sane-Duarte', e também o maior iate, 'Claudio Dubeux'. Com a instalação de novos estaleiros e o início do transporte rodoviário, por volta de 1930, a Barra entrou em declínio, que levou carpinteiros e calafatas ao êxodo para novas indústrias.
A autonomia administrativa ocorreu por força de interesses políticos. Somente em 1963, a Barra foi elevada à condição de município, desmembrado de São Miguel dos Campos.
Considerada a cidade balneária mais badalada de Alagoas, a Barra tem uma exuberante beleza natural, diversificada com praias de areia branca, águas cristalinas e ilhas de manguezais. De sua marina, partem diariamente embarcações para a praia do Gunga, que fica no município de Roteiro. A Barra se destaca pelos campeonatos esportivos que promove: de Pesca de Arremesso, Enduro de Moto e Jeep (abril), Nordestino de Surf (setembro), e Mountain Bike (novembro). E ainda: o Festival de Música (janeiro), Carnaval, festas juninas, festa da padroeira Nossa Senhora Santana (17 a 26/07) e Emancipação (2/08).</Histórico><Gentílico>barrense/miguelense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Barra de São Miguel, pelo decreto estadual nº 100, de 24-03-1891, subordinado ao município de São Miguel de Campos.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de São Miguel de Campos o distrito de Barra de São Miguel. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Barra de São Miguel, figura no município aparece grafado São Miguel dos Campos. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com denominação de Barra de São Miguel, pela lei estadual nº 2612, de 02-07-1963, desmembrado de São Miguel dos Campos. 
Sede no antigo distrito Barra de São Miguel. Constituído do distrito sede. Instalado em 18-02-1964.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>BENEDITO DE LIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010) xsi:nil="true" /><PIB per capita [2019]>25843.9</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>2 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="7"><geocodigo>2700706</geocodigo><Município>Batalha</Município><Histórico>O município de Batalha era, no início, conhecido por Belo Monte, situado à margem do rio São Francisco. O povoado cresceu de forma proporcional ao aumento da população. O nome Batalha foi dado, segundo a lenda, por causa de uma luta entre soldados da polícia estadual e fanáticos seguidores de um leigo que dominava o local através da religião.
A freguesia foi criada em 1855 sob as bênçãos de Nossa Senhora do Bom Conselho. Fez parte de Traipu até 1886 quando foi elevada à condição de vila. Posteriormente, foi município com o nome de Belo Monte. Uma lei em 1893 tornou sem efeito esse ato e a vila voltou a pertencer a Traipu. Depois foi incorporada a Pão de Açúcar. Sucessivas leis marcaram o desmembramento da vila e sua posterior reintegração a outros municípios.
Somente em dezembro de 1947, uma lei estadual transferiu a sede do então município de Belo Monte para a Vila da Batalha. Em 1949, finalmente, o município assegurou o nome de Batalha, transformando-se em comarca apenas em 1952. O rio Ipanema, um rio que corta toda a região, é seu principal acidente geográfico. Batalha é pólo centralizador da chamada Bacia Leiteira. Uma cooperativa e várias indústrias pasteurizam praticamente todo o leite que abastece o Estado.
A cidade tem como pontos atrativos a Serrinha Via Sacra, o Monumento ao Cinquentenário e o Parque de Exposições. Seus principais eventos são: a festa da padroeira, Nossa Senhora da Penha (30 de agosto a 8 de setembro), a Emancipação Política (22 de dezembro) e a Exposição Agropecuária (em outubro).</Histórico><Gentílico>batalhense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Batalha ex-povaodo, pela lei nº 1473, de 17-091949, subordinado ao município de Belo Monte. Sob a mesma lei acima citado transfere a sede do município de Belo Monte para o distrito de Batalha assumindo à condição de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município já denominado Batalha é constituído de 2 distritos: Batalha e Belo Monte. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2094, de 24-04-1958, desmembra do município de Batalha o distrito de Belo Monte. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARINA THEREZA CINTRA DANTAS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>53.21</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9414.33</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>15,94 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>22 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="8"><geocodigo>2700805</geocodigo><Município>Belém</Município><Histórico>O território hoje ocupado pelo município de Belém, foi em meados do século XVIII, um pequeno aldeamento de índios remanescentes dos 'Xucurus' e que viviam às margens do Rio Lunga. Estes silvícolas, de índole pacífica, tinham por hábito a colheita de uma pequena planta denominada 'canudo', usada nos cachimbos que fumavam. Existia em grande quantidade junto à serra Canudos, também conhecida na região como Guaribas. Mais tarde, com a formação do primeiro povoamento de homens brancos, o nome 'Canudos' permaneceu como toponímia da localidade.
Conta-se que os primeiros desbravadores após os indígenas, foram as famílias Tenório e Barbosa da Paixão, que ali se dirigiram atraídos pela fertilidade das terras. Implantaram grandes lavouras e em breve, novos moradores foram se localizando nas redondezas. Por volta de 1900 o local contava com inúmeras casas e sítios implantados pelos agricultores recém-chegados. O comércio começava a progredir e o movimento era dos maiores. Inúmeras bolandeiras foram montadas. Foi quando houve um sério desentendimento, entre membros das famílias Tenório e Rodrigues de Santa Rosa, culminando em um encontro armado onde foram usados mosquetões e rifles 'papo amarelo'. Registraram-se mortes de ambos os lados.
Canudos estava sob jurisdição de Anadia. Em 1953, por força da Lei nº 1712, de 08 de agosto, foi elevada à condição de vila, o que muito contribuiu para que um incremento em sua vida sócio-econômica fosse registrado. Tanto é que em 1962, a Lei nº 2466, de 24 de agosto, estabeleceu sua autonomia administrativa. A instalação oficial ocorreu a 26 de setembro do mesmo ano, desmembrando de Anadia e formado por apenas 1 distrito, o da sede, situação que permanece até hoje.
O movimento de emancipação encontrou nos senhores Manoel Belarmino Silva, Marinho José da Silva, José Cardoso da Silva, Euclides Duarte Barros, Antônio Tenório Cavalcante, Valdomiro Marques, Manoel Vieira Ramos, Waldir Barreto de Souza, Manoel Soares da Silva e José Crescêncio Filho, seus principais baluartes. O projeto foi apresentado na Assembléia Legislativa pelo deputado Ulisses Botelho.
A mesma Lei que elevou o povoado a município, modificou seu topônimo para Belém, aproveitando a sugestão apresentada por muitos religiosos que freqüentemente realizavam ali as Santas Missões.
A animação da população de Belém pode ser vista em duas de suas principais festividades: a festa do padroeiro, São Sebastião (11 a 20 de janeiro) e os festejos juninos.</Histórico><Gentílico>belenense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ANA PAULA ANTERO SANTA ROSA BARBOSA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>93.58</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>24489.06</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,11 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>28 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="9"><geocodigo>2700904</geocodigo><Município>Belo Monte</Município><Histórico>Á partir de 1560, os exploradores iniciaram a subida pelo rio São Francisco em busca de novas descobertas. Atingindo o Ipanema, encontraram nele uma estrada aberta para suas penetrações ao interior, que chegaram até Pesqueira, no estado de Pernambuco. Foi exatamente no ponto de encontro entre os dois rios, que se estabeleceu um núcleo populacional onde missionários, colonizadores e comerciantes dos centros maiores faziam seus negócios. O local ficou sendo conhecido como Barra do Ipanema, ainda hoje existente.
Foi exatamente de Barra do Ipanema que partiu um cidadão, cujo nome é desconhecido, com destino à região hoje ocupada pelo município de Belo Monte. Fundou ali uma fazenda de gado bovino. O curral da propriedade situava-se onde é hoje a Praça Epaminondas Machado. Ainda se vêem, escavados na rocha, os buracos da Casa Grande.
O nome primitivo foi Lagoa Funda, pelo fato de existir próximo uma lagoa de grande profundidade. Segundo a tradição, o surgimento da colonização de Belo Monte foi por volta de 1822.
Em 1866, foi elevada à condição de vila, com o nome de Belo Monte.</Histórico><Gentílico>belo-montense</Gentílico><Formação Administrativa>Freguesia de Lagoa Funda, criada por lei provincial nº 1960, de 18-07-1885. Elevado à categoria de vila com a denominação de Belo Monte, por lei provincial nº 976, de 09-06-1986, desmembrado de Traipu. 
Sede na localidade de Belo Monte. Constituído do distrito sede. Instalado em 12-01-1887.
Pela lei estadual nº 34, de 30-05-1893, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Traipu, como simples distrito. 
Elevado novamente à categoria de município com a mesma denominação, pela lei nº 82, de 20-07-1895. Pela lei municipal, de 21-02-1898, é criado o distrito de Riacho do Sertão e anexado ao município de Belo Monte.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de dois distritos: Belo Monte e Riacho do Sertão.
Pelo decreto estadual nº 1619, de 23-02-1932, é novamente extinto o município de Belo Monte, sendo seu território anexado ao município de Pão de Açúcar, como simples distrito.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, Belo Monte é distrito de Pão de Açúcar. Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Belo Monte, pelo Artigo 6º das disposições transitórias da constituição estadual, de 16-09-1935, desmembrado de Pão de Açúcar. Sede no antigo distrito de Belo Monte.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto estadual nº 2335, de 19-01-1938, é extinto novamente o município de Belo Monte, sendo seu território anexado ao município de Traipu, como simples distrito. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, Belo Monte, figura como distrito no município de Traipu.
Elevado novamente á categoria de município com a denominação de Belo Monte, por ato das disposições constitucionais transitórias, promulgada em 09-07-1947, desmembrado de Traipu. Sede no antigo distrito de Belo Monte. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1948. No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, o município de Belo Monte passou a denominar-se Batalha, em virtude da mudança da sede para o distrito de Batalha assumindo a condição de município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, Belo Monte, figura como distrito de Batalha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Belo Monte, pela Lei Estadual nº 2094, de 24-04-1958, desmembrado de Batalha. Sede no distrito de Belo Monte. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Transferência distrital Pelo decreto estadual nº 1619, de 23-02-1932, o distrito de Belo Monte deixa de pertencer ao município de Traipu para ser anexado ao município de Pão de Açúcar. 
Pelo decreto estadual nº 2335, de 19-01-1938, distrito de Belo Monte deixa de pertencer ao município de Pão de Açúcar para ser anexado ao município de Traipu.
Transferência de sede Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, transfere a sede do município de Belo Monte para o de Batalha.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>DALMO AUGUSTO DE ALMEIDA JUNIOR</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>21.04</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15055.38</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,99 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="10"><geocodigo>2701001</geocodigo><Município>Boca da Mata</Município><Histórico>Com suas poucas casas de taipa logo Boca da Mata passou a povoado. A iluminação era a querosene. A população se servia de água de açudes, poços e cacimbas. Nessa época já havia uma capela construída de taipa, onde hoje é a Matriz de Santa Rita. Aos poucos foram surgindo algumas casas comerciais e uma pequena feira. Os transportes eram cavalos, carro de bois, aparecendo em seguida charretes e outros veículos. Algum tempo depois, foi instalada energia elétrica a motor. Já funcionavam algumas escolas particulares e públicas. A primeira professora foi a Srª Ana Vicência da Cunha. Sabe-se que Boca da Mata recebeu esse nome pelo fato das primeiras residências das quais se tem notícia terem sido construídas à entrada da grande mata que se estendia rumo a Atalaia. As terras da região pertenciam ao engenho Santa Rita de propriedade do Senhor Antônio Pinto da Cunha Coutinho.</Histórico><Gentílico>matense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de São Miguel dos Campos, o distrito de Boca da Mata. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito não figura no município de São Miguel dos Campos.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o distrito de Boca da Mata volta a pertencer ao município de São Miguel dos Campos. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. 
Elevado à categoria de município com denominação de Boca da Mata, pela lei estadual nº 2085, de 26-12-1957, desmembrado de São Miguel dos Campos. 
Sede no antigo distrito de Boca da Mata. Constituído do distrito sede.
Pelo Acórdão do Supremo Tribunal Federal, de 18-08-1958 (representação nº 358), o município foi extinto, voltando a condição de distrito no município de São Miguel dos Campos. 
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Boca da Mata pela lei estadual nº 246, de 11-11-1958, desmembrado de São Miguel dos Campos. 
Sede no antigo distrito de Boca da Mata. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1958.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>BRUNO FEIJO TEIXEIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>138.19</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12993.09</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>20,83 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>11 de Novembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="11"><geocodigo>2701100</geocodigo><Município>Branquinha</Município><Histórico>A história não registra muitas informações sobre as origens do município de Branquinha pois os documentos e demais informações que facilitariam o trabalho de pesquisa. foram destruídos pela enchente do rio mundaú, ocorrida em 1949. A Prefeitura Municipal de Murici, onde se encontravam os arquivos, foi totalmente inundada.
Os historiadores conseguiram resgatar que a colonização da cidade começou por volta de 1870. Moradores recém-chegados de outras regiões foram instalando pequenos sítios. O lugar foi crescendo às margens do rio Mundaú.
O progresso da região foi impulsionado a partir de 1955, quando lideranças locais começaram a lutar pela emancipação política. Nomes como Pedro Temóteo Filho, Manoel Gomes Peixoto e Emílio Elizeu Maia de Omena faziam parte desse grupo. Só em 1962, através de uma lei, é que o município conseguiu a emancipação, sendo desmembrado de Murici.
A cidade de branquinha foi atingida por várias enchentes provocadas pelo rio Mundaú, depois dá de 1949, veio a de 1962, 1969 e 2000, deixando parte da população desabrigada e moradias demolidas, apesar da reconstrução, foram criados os conjuntos COAB, João Lira , Alto São Simeão e São Sebastião dando maior segurança aos moradores da cidade.
Embora seja um município sem atrativos turísticos naturais, Branquinha chama a atenção de visitantes por conta da animada programação de festividades, garantida pela animação de sua população em boa parte do ano. Como atrativos turisticos o municipio oferece aos visitantes em janeiro, acontece a festa do padroeiro, São Sebastião (dia 20); fevereiro, um dos carnavais bastante animados da região; a Emancipação Política (18 de maio); os festejos juninos e ainda o Festival da Batida, onde a iguaria é apreciada em diversos sabores (realizado entre os meses de novembro e dezembro). Além desses tem o mirante e a antiga estação ferroviaria.
O sustentativo econômico do municipio é a lavoura destacando-se as plantações de cana-de-açucar, laranja, mandioca, batata bem como a pecuária.
A feira livre apresenta um bom desenvolvimento em virtude da existência de 5 assentamentos com plantações de lavouras de subsistências, comercializadas na sede e nos municípios vizinhos.</Histórico><Gentílico>branquinhense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Muricí, o distrito de Branquinha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado á categoria de município com a denominação de Branquinha, pela lei estadual nº 2446, de 18-05-1962, desmembrado de Muricí. 
Sede no antigo distrito de Branquinha. Constituído do distrito sede. Instalado em 03-08-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>RAIMUNDO JOSÉ DE FREITAS LOPES</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>63.63</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>48270.8</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>34,68 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>18 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="12"><geocodigo>2701209</geocodigo><Município>Cacimbinhas</Município><Histórico>A origem do atual município de Cacimbinhas teve como local, o antigo Sítio Choan, onde caçadores procedentes de Pernambuco costumavam acampar para descanso. Próximo à sua sede, existia uma cacimba junto a um pé de limoeiro. Com o movimento crescente de pessoas que faziam suas estradas, outras cacimbas foram abertas, firmando o topônimo Cacimbinhas para a localidade que ali começava a florescer.
Acredita-se que os primeiros habitantes chegaram ao local por volta de 1830. Tem-se notícia que o alferes João da Rocha Pires, homem de abastados recursos e procedente de Sergipe, adquiriu terras num total de 20 léguas que se estendiam da Serra Branca até Palmeira de Fora. Levantou sua morada no local Santa Cruz, ali construindo uma capela que é a mais antiga da região. Um de seus 3 filhos, Felix da Rocha, contraiu matrimônio e foi localizar-se exatamente onde hoje é o centro da cidade e em cujo local já residia seu sogro, Amaro da Silva, que chegara em 1840, procedente de Arapiraca. São eles considerados os autênticos fundadores de Cacimbinhas.
Em 1903, foi elevado a categoria de povoado pertenda região. Servia de posto de passagem de viajantes e transformou-se em pouco tempo, numa estrada comercial. Poucos anos antes, tinham sido construídos 2 açudes. Em 1893, chegou a Cacimbinhas José Gonzaga, que contribuiu a casa no sentido de arruamento e logo após outra, que serviu como ponto comercial. Pouco depois, criou a primeira feira que alcançou movimento extraordinário, chamando a atenção de moradores e comerciantes de localidades vizinhas. Na sua ânsia de progresso associou-se a Clarindo Amorim para a construção da linha de telégrafo ligando Palmeira dos Índios a Santana do Ipanema. Fatores contrários impediram a concretização do empreendimento e José Gonzaga foi a falência. Transferiu-se para o Amazonas, dedicando-se a extração de borracha, na época grande fonte de riqueza. Poucos anos depois falecia, longe da terra que tanto amara. Clarindo Amorim, mais tarde, chegou a ser prefeito de Palmeira dos Índios.
Em 1903, foi elevado à categoria de povoado pertencente à Palmeira dos Índios. Em 1905, a sede do distrito de Santa Cruz, é transferida para Cacimbinhas, levando-se em conta seu progresso vertiginoso. O documento legal era a Resolução nº 454, de junho daquele ano. Sua emancipação política ocorreu por força da Lei nº 2108 de 19 de setembro de 1958, sendo sua instalação oficial a 1o de fevereiro de 1959, desmembrando de Palmeira dos Índios e formando apenas um distrito, o da sede, situação que permanece até hoje.
Cacimbinhas tem dois pontos de interesse turístico: a Serra do Cruzeiro, onde existe a capela de São Francisco, datada de 1830 e o castelo medieval da Fazenda Alfredo Maya. A animação da população está sempre presente nas suas festas: dos Santos Reis no dia 06 de janeiro, Baile de Sábado de Aleluia, Forró Fest em junho, festa da padroeira Nossa Senhora da Penha no dia 8 de setembro, festa da Emancipação Política dia 19 de setembro e o conhecido Baile Macabro comemorada em novembro.</Histórico><Gentílico>cacimbinhense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>HUGO WANDERLEY CAJU</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>37.35</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9400.61</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,42 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>19 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="13"><geocodigo>2701308</geocodigo><Município>Cajueiro</Município><Histórico>Cajueiro tem sua origem, como povoado, nos meados do século XIX, às margens do Rio Paraíba, formado pela família Marcelino. Os migrantes do sertão em demanda a Pilar e a Maceió descansavam seus animais à sombra de frondoso cajueiro. Aí, a denominação da localidade. Em 1904, Cajueiro foi elevado à categoria de município, vindo a perder a sua autonomia em 1912. No ano de 1958 foi, novamente, elevado à município, com área desmembrada de Capela.</Histórico><Gentílico>cajueirense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município com a denominação de Euclides Malta antes Chamada de Paraíba, pela lei estadual l nº 427, de 10-07-1904, desmembrado de Capela. Sede na povoação de Cajueiro. Constituído do distrito sede.
Pelo decreto estadual nº 571, de 20-06-1912, transfere a sede da povoação de Cajueiro para a povoação de Paraíba.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, Cajueiro é distrito do município de Capela. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Capela passou a denominar-se Conceição do Paraíba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Cajueiro, figura no município de Conceição do Paraíba.
Pela lei estadual nº 1473, de 17-09-1949, o município de Conceição do Paraíba volta a denominar-se Capela.
Em divisão territorial datada 1-VII-1950, o distrito de Cajueiro figura no município de Capela ex-Conceição do Paraíba. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Cajueiro, pela lei estadual nº 2096, de 22-05-1958, desmembrado de Capela. 
Sede no antigo distrito de Cajueiro. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1959.
Em divisão administrativa de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede, Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Transferência de sede Pelo decreto estadual nº 571, de 20-06-1912, transfere a sede municipal da povoação Euclides Malta para Cajueiro.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>LUCILA REGIA ALBUQUERQUE TOLEDO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>164.24</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8472.45</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>16,39 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>22 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="14"><geocodigo>2701357</geocodigo><Município>Campestre</Município><Histórico>Os registros históricos do município de Campestre estão ligados ao município de Jundiá, de quem foi povoado desmembrado. O nome do povoado se originou dos verdejantes campos existentes em meados do século XVIII entre os morros que circundavam toda a região, a princípio com poucas casas. Com a construção da estrada que ai até Palmares, no Estado de Pernambuco, Campestre começou a se desenvolver. O povoado se estabeleceu com a instalação das atividades industriais da Usina Santa Therezinha, atualmente desativada e da feira livre, considerada a maior da região, superando progressivamente a sede do município. Na administração de José Ribeiro Caminha, em Jundiá, ocorreu o processo de desapropriação de terra, facilitando o crescimento urbano, também fizeram parte da evolução do povoado Domingos Barreto da Silva e Antonio Sijames Granja. O padre, Francisco Gerardi esteve à frente da construção da primeira igreja, em 1926, erguida em homenagem a São José.
A luta pela emancipação começou em 1987, com o prefeito, Gervásio de Oliveira Lins, na época prefeito de Jundiá. No ano 1988, aprovado na Câmara de Vereadores, em 1988, o deputado estadual José Medeiros encampou o movimento. E em 25 de novembro de 1994, o governador Geraldo Bulhões, sancionou a lei que concedeu autonomia administrativa a Campestre.
Os pontos de encontro da cidade são a área de lazer, a quadra de esportes, o clube municipal e a Prainha do Val, no rio Jacuípe. A atração turística ainda em fase de implantação será o Parque Ecológico Serra da Pedra. E as principais festividades são: a festa do padroeiro, São José no dia 19 de março e da emancipação comemorada dia 25 de novembro.</Histórico><Gentílico>camprestrense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de Campestre, no município de Jundiá. Art. 41, inciso II, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual de 05-10-1989, confirmado pela Lei Estadual nº 5641, de 21-111994, que define os seus limites, desmembrado de Jundiá. 
Sede no distrito de Campestre ex-Povoado Campestre de Jundiá. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1997, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>NIELSON MENDES DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>99.39</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9059.85</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>9,8 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>25 de Novembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="15"><geocodigo>2701407</geocodigo><Município>Campo Alegre</Município><Histórico>Segundo dados históricos, em fins do século XVIII, o cacique de uma tribo açona, habitante da região de Porto Real do Colégio, raptou Ana Margarida de Barros, filha de rico proprietário português, que atravessou o rio São Francisco fugindo da seca que assolava Sergipe. Ana Margarida e o cacique passaram a residir em Salomé (hoje Sebastião) tendo, mais tarde, se casado em Penedo. Dessa união, nasceu Antônio de Barros que, alguns anos depois, chegou ao local onde hoje se ergue a sede do município de Campo Alegre. No lugar chamado Mosquito de Cima, próximo ao engenho Mosquito, situado em Mosquito de Baixo, comprou pequeno rancho de sapé e cabeças de gado. O fato é considerado como primeiro passo para a colonização.
Segundo documentos encontrados, já em 1870, falava-se do distrito de Mosquito, pertencendo a São Miguel dos Campos. O Cartório do Registro Civil data de 1908. Uns missionários que passaram pelo lugarejo deixaram aí uma imagem de Bom Jesus dos Aflitos, Padroeira da Cidade. A denominação foi mudada pelo Padre Júlio de Albuquerque que, escrevendo a um amigo afirmou: “Isto aqui é Campo Alegre”, pelo fato do povoado ter sido edificado em um Chapadão de onde se vislumbrava belo panorama.</Histórico><Gentílico>campo-alegrense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 figura no município de São Miguel de Campos o distrito de Campo Alegre do Mosquito.
Em divisão administrativa referente ao ano 1933 o distrito de Campo Alegre não aparece.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o distrito se denomina simplesmente Campo Alegre e figura no município de São Miguel de Campos.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937 o município aparece grafado São Miguel dos Campos.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o distrito de Campo Alegre passou a denominar-se Mosquito. No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o distrito de Mosquito figura no município de São Miguel dos Campos. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela Lei n.º 1.637, de 05-08-1952, o distrito de Mosquito voltou a denominar-se Campo Alegre.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955 o distrito de Campo Alegre figura no município São Miguel dos Campos.
Elevado à categoria de município com a denominação de Campo Alegre pela Lei Estadual n.º 2.086, de 26-12-1957, sendo desmembrado de São Miguel dos Campos. Sede no antigo distrito de Campo Alegre. Constituído do distrito sede.
Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 18-08-1958, representação n.º 358, é extinto o município de Campo Alegre, sendo seu território anexado ao município de São Miguel dos Campos, como simples distrito.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Campo Alegre pela Lei Estadual n.º 2.241, de 08-06-1960, sendo desmembrado de São Miguel dos Campos. 
Sede no antigo distrito de Campo Alegre. Constituído do distrito sede. Instalado em 16-06-1960. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Alagoas (AL). Associação dos Municípios Alagoanos. 2016. Disponível em: http://www.ama.al.org.br/municipio/campo-alegre/. Acesso em: jul. 2016.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>NICOLAS TEIXEIRA TAVARES PEREIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>172.2</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8940.84</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>7,66 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>8 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="16"><geocodigo>2701506</geocodigo><Município>Campo Grande</Município><Histórico>As origens do atual município de Campo Grande remontam de 1800, com a chegada dos primeiros colonizadores. Pequenos sítios e casas foram se aglomerando na região. As planícies garantiam boas pastagens, ideais para a criação de gado e ovelhas. Os campos tinham grandes proporções e, daí, o lugar ficou conhecido como Campo Grande. O desenvolvimento do núcleo só recebeu impulso quando passou pelo local a estrada de ferro. Com a chegada dos trabalhadores e a implantação do acampamento, em 1939, cresceu o movimento. As famílias Leandro, Mandus e Pinheiro lideraram o comércio, como pioneiros. Comércio se fortaleceu com a venda das reses abatidas aos sábados. Essa pequena feira atraiu comerciantes de várias localidades e foi um grande progresso. Quando a estação foi concluída, recebeu o nome de Gordilho de Castro, engenheiro responsável pelas obras. Em 1944, a primeira igreja edificada foi destruída pela explosão no depósito de dinamites usadas pelos operários na construção da ferrovia. A própria comunidade construiu a nova igreja.
Para a emancipação política, destacaram-se João Paulo Moura, Enoque Barbosa Ramos, José Raimundo dos Santos, Leocádio Soares da Silva, José Bráulio dos Santos, Manoel Egídio de Lima e João Ferreira Cavalcante. Em maio de 1960, houve a autonomia administrativa, com o desmembramento do município de São Braz.
Campo Grande atrai centenas de visitantes com sua tradicional Feira de Gado, a segunda maior de Alagoas. Duas festas também animam a cidade: A Emancipação Política (31 de maio) e a da padroeira Santa Luzia (13 de dezembro).</Histórico><Gentílico>campo-grandense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Campo Grande ex-povoado, pela lei estadual nº 2046, de 27-06-1957, subordinado ao município de São Brás.
Elevado á categoria de município com a denominação de Campo Grande, pela lei estadual nº 2330, de 31-05-1960, desmembrado de São Brás. 
Sede no antigo distrito de Campo Grande ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-08-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>TEOGENES HIGINO MELO LESSA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>53.98</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9793.23</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>32 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>31 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="17"><geocodigo>2701605</geocodigo><Município>Canapi</Município><Histórico>O município de Canapi é relativamente novo e teve origem em uma propriedade denominada 'Cavalo Morto, pertencente a Cipriano Gomes da Silva. A casa grande da fazenda situava-se onde hoje está a prefeitura. Em 1948 começaram os primeiros movimentos relacionados à formação do núcleo habitacional no lugarejo. Destacava-se Joaquim Tetê, considerado como o pioneiro na colonização. Atualmente, a avenida principal da cidade tem o nome dele. Na mesma época, chegou a Canapi Luis Bastos, funcionário do DNOCS, para construir uma ponte sobre o rio Canapi. As obras de implantação da BR-316 estavam alcançando o rio. Muitos trabalhadores vieram com Luis Bastos e logo se formou um aglomerado urbano. Foram construídos vários barracos e em pouco tempo era um povoado. Luis Bastos ficou entusiasmado com o movimento em Canapi e implantou uma feira, que despertou a atenção de moradores da região e de lugares vizinhos. Então, Joaquim Tetê resolveu batizar sua propriedade de Canapi Velho, considerando os aspectos do desenvolvimento do novo povoado. A primeira casa de alvenaria foi feita para ser um pequeno hotel. Em 1956 houve a construção da igreja reformada e ampliada em 1970 - que hoje é a matriz de São José, padroeiro da cidade.
O movimento de emancipação política teve à frente Eraldo Malta Brandão e Pompilho Brandão de Alcântara, chefes de famílias que também se instalaram na região e conseguiram grande controle político e administrativo. Em 1962, Canapi conseguiu autonomia administrativa. Suas principais festividades são a festa de Emancipação (22 de agosto) e do padroeiro São José (19 de março).</Histórico><Gentílico>canapiense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado á categoria de município e distrito com a denominação de Canapi, pela lei estadual nº 2461, de 22-08-1962, desmembrado de Mata Grande. 
Sede no atual distrito de Canapi. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-11-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>VINÍCIUS JOSÉ MARIANO DE LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>30.02</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7150.99</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>23,17 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>22 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="18"><geocodigo>2701704</geocodigo><Município>Capela</Município><Histórico>A povoação que daria origem ao município pertenceu ao município de Atalaia. Acredita-se que sua origem seja ligada à construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, levantada em meados do século XVIII. Manoel Ferreira Dessa já era morador da localidade em 1830 e construiu um engenho de rapadura onde hoje é a Rua do Engenho Velho. Após décadas de reivindicações pela população, o município foi criado em 1890 com o nome de Paraíba. Em 1904, a sede do município foi instalada em Cajueiro com o nome de Euclides Malta. Em 1912, a sede do município voltou a Capela, restaurando-se a denominação de Paraíba. Em 1920 foi elevada a comarca, e o nome seria mudado poucos anos depois para Capela.</Histórico><Gentílico>capelense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com denominação de Capela, pelo Decreto Estadual n.º 52, de 16-10-1890, desmembrado de Atalaia. 
Sede na povoação de Capela ou Paraíba. Instalado em 30-11-1890.
Pela Lei Estadual n.º 427, de 10-06-1904, transfere a sede da povoação de Capela para de Cajueiro com a denominação de Euclides Malta.
Pela Lei Provincial n.º 499, de 26-11-1868, é criado o distrito de Arrasto e anexado ao município de Euclides da Malta.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Euclides da Malta (ex-Capela) é constituída de 3 distritos: Euclides da Malta, Paraíba e Arrasto.
Pelo Decreto Estadual n.º 571, de 30-07-1912, foram restabelecidos a sede de Capela com a denominação de Paraíba.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Paraíba, pela Lei Estadual n.º 805, de 02-06-1919.
No quadro de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município de Paraíba aparece constituído de 3 distritos: Paraíba, Cajueiro e Capela. 
Pela Lei Estadual n.º 1.144, de 25-05-1929, é alterado o nome do município de Paraíba para Capela.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Capela e Cajueiro.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Capela, Cajueiro e Santo Efigênia.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2909, de 30-12-1943, o município de Capela passou a denominar-se Conceição da Paraíba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Conceição da Paraíba ex-Capela, Cajueiro e Santa Efigênia.
Pela Lei Estadual n.º 1473, de 17-09-1949, o município de Conceição da Paraíba volta a denominar-se Capela.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Capela ex-Conceição da Paraíba, Cajueiro e Santa Efigênia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela Lei Estadual n.º 2096, de 22-05-1958, desmembra do município de Capela o distrito de Cajueiro. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Capela e Santa Efigênia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2015.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Capela (AL). Prefeitura. 2017. Disponível em: http://capela.al.gov.br/a-cidade/historia/. Acesso em: maio 2017.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ADELMO MOREIRA CALHEIROS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>70.39</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11234.51</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>9,05 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="19"><geocodigo>2701803</geocodigo><Município>Carneiros</Município><Histórico>O município de Carneiros registra suas origens na história recente de Alagoas. Os primeiros registros indicam, apenas em 1923, a existência de uma única casa - integrante do Sítio Carneiros - propriedade de João Francisco, que deu esse nome ao lugar por conta de uma cacimba - de acordo com os moradores locais - que teria sido aberta por um carneiro. Daí sua primeira denominação ter sido 'Cacimba do Carneiro', sendo depois reduzida apenas para Carneiros. Virgulino Ferreira, o destemido Lampião, teve sua passagem registrada na história do município no dia 02 de dezembro de 1930. Para os moradores, porém, o fato não teve grande importância. Os primeiros comerciantes foram Adão Vieira de Melo e seu cunhado José Lino, que, junto, aos pioneiros Alfredo Rodrigues Melo e Euclides Alves Feitosa deram início ao desenvolvimento da localidade, fazendo com que agricultores de outras regiões - atraídos pela fertilidade das terras - se instalassem na região. A primeira missa e também a primeira feira do povoado foram realizadas em 25 de dezembro de 1945, atraindo grande número de pessoas de toda a região, e transformando-se numa tradição dominical . O então povoado de Carneiros foi elevado a distrito em 1960, subordinado a Santana do Ipanema. Liderada por Alfredo Rodrigues de Melo, Agenor Rodrigues dos Anjos, Oton Gaspar de Farias, José Alves Bulhões, Ormindo Joaquim de Santana, Eronildes Soares Ribeiro, entre outros, a emancipação política ocorreu em 11 de julho de 1962.
Os festejos do município resumem-se na festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, e a da emancipação, ambas bem movimentadas.</Histórico><Gentílico>carneirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Carneiros ex-povaodo, pela lei estadual nº 2054, de 20-08-1958, subordinado ao município de Santana do Ipanema.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Carneiros, figura no município de Santana do Ipanema.
Elevado á categoria de município com a denominação de Carneiros, pela lei estadual nº 2454, de 11-07-1962, desmembrado de Santana do Ipanema. 
Sede no atual distrito de Carneiros ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 26-07-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>GERALDO NOVAIS AGRA FILHO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>73.32</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7356.98</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,45 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>26 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="20"><geocodigo>2701902</geocodigo><Município>Chã Preta</Município><Histórico>A colonização de Chã Preta teve início por volta de 1865, onde hoje está o prédio da prefeitura. Lá ficava a sede da fazenda Chã Preta, da família Inácio, que eram da raça negra, motivo pelo qual a cidade ganhou sua denominação. O movimento da localidade, que continuou com o nome de Chã Preta e pertencia a Viçosa cresceu rapidamente e, em 1909, foi criada a feira. A primeira capela foi construída na mesma época, na antiga propriedade, doada por Terezinha de Jesus Brandão à Nossa Senhora da Conceição.
Próximo a Chã Preta existia uma localidade de nome Tobias, onde se realizava a feira. Boa parte dos habitantes queria que o centro do povoado fosse para lá transferido. Logo, porém, o local entrou em decadência e Chã Preta continuou seu desenvolvimento. No período de 1938 a 1947, a cidade ficou abandonada pelos administradores de Viçosa e o movimento em defesa da emancipação começou a se formar. A disputa causou um fato inédito na administração pública alagoana: a subordinação de Chã Preta a Correntes, município pernambucano, para onde o movimento local foi desviado. Com a Constituição de 1946, Chã Preta passou a ter representação na Câmara de Vereadores de Viçosa. Liderado por José Firmino Teixeira de Vasconcelos, Isidoro Teixeira, Armando Soares e o ex-governador Luiz Cavalcante, o movimento pela emancipação chegou ao auge. Em 1962, o povoado foi emancipado.
A valorização da cultura popular de Alagoas é um dos principais atrativos de Chã Preta, que também tem no clima serrano seu ponto forte. Entre as festividades destacam-se a Semana Cultural (março) e a Festa da Emancipação (11/03).</Histórico><Gentílico>chã-pretense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Chã Preta pelo decreto nº 2435, de 30-11-1938, subordinado ao município de Viçosa.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Chã Preta, figura no município de Viçosa. 
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Viçosa passou a denominar-se Assembléia.
Em divisão territorial datada 1-VII-1950, o distrito de Chã Preta, figura no município de Assembléia.
Elevado á categoria de município com a denominação de Chã Preta, pela lei estadual nº 2432, de 03-11-1962, desmembrado de Viçosa. 
Sede no antigo distrito de Chã Preta. Constituído do distrito sede. Instalado em 11-03-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MAURÍCIO DE VASCONCELOS HOLANDA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>41.34</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15661.8</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>11 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="21"><geocodigo>2702009</geocodigo><Município>Coité do Nóia</Município><Histórico>A colonização das terras do atual município de Coité do Nóia associa-se à história de Limoeiro de Anadia e Arapiraca. A família Nóia, pioneira daquela região, era proprietária das primeiras quatro casas que lá existiam, pelos idos de 1880, conforme depoimento do mais antigo morador da cidade. Manoel Jô da Costa, oriundo de Limoeiro de Anadia, fixou-se naquela área pouco tempo depois, dedicando-se à agricultura e à atividade pastoril. O local ligava-se a Limoeiro de Anadia e a Arapiraca por diversas veredas pequenas. Por volta de 1922, na divisão administrativa do Estado de Alagoas, consta como um lugarejo pertencente ao município de Limoeiro de Anadia. Segundo a obra “Terra das Alagoas”, de Adalberto Marroquim, naquela época existia em Coité uma escola pública mantida pelo Estado. Com o passar do tempo e a chegada de famílias procedentes de outros municípios, a comunidade foi aumentando. Desse modo, Manoel Marques, de Pernambuco, Manoel Cazuza, de Arapiraca, bem como as famílias Bernardino e Virgem, juntaram-se aos primeiros moradores do lugarejo que tomou forma de povoado. Um intercâmbio maior entre o povoado e as cidades vizinhas, proporcionado pela abertura de novas estradas, contribuiu decisivamente para que Coité do Nóia passasse a ocupar lugar de destaque na região.
A origem do topônimo deve ao fato de os pioneiros do lugar pertencerem à família Nóia e lá abundavam pequenas árvores que dão um fruto, o coité, o qual aberto ao meio é usado como cuia para beber água, medir farinha ou outros produtos. O povo colhia os frutos na propriedade dos Nóia, popularizando assim a localidade com tal denominação.</Histórico><Gentílico>coitenense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Coité (ex-povoado), pela Lei l n.º 1785, de 05-04-1954, subordinado ao município de Limeiro da Anadia (ex-Limoeiro).
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Coité, figura no município de Limoeiro de Anadia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.465, de 24-08-1962, o distrito de Coité foi transferido do município de Limoeiro da Anadia, para constituir o novo município de Taquarana (ex-Cana Brava dos Paes).
Elevado à categoria de município com a denominação de Coité do Nóia, pela Lei Estadual n.º 2.616, de 21-08-1963, desmembrado de Taquarara. 
Sede no atual distrito de Coité do Nóia (ex-Coité). Constituído do distrito sede. Instalado em 21-09-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Coité do Nóia (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.coitedonoia.al.gov.br. Acesso em: set. 2014.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>BUENO HIGINO DE SOUZA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>123.44</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12296.76</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>13,33 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>21 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="22"><geocodigo>2702108</geocodigo><Município>Colônia Leopoldina</Município><Histórico>Situada no Vale do Rio Jacuípe, bem próximo à Serra do Teixeira, a primitiva povoação teria surgido no começo do século XIX. Sabe-se, contudo, que o território chegou a pertencer a Porto Calvo até 1901. Só a partir de 1852, com a instalação da colônia militar foi que se efetivou como povoado. A colônia foi criada com muita festa e com a presença, inclusive, do presidente da província de Alagoas, José Bento da Cunha Figueredo. A história não registra os motivos para a instalação da colônia militar. Os antigos moradores contam que o objetivo era combater e exterminar o banditismo que dominava as matas de Porto Calvo. O primeiro comandante e diretor-fundador da colônia foi o tenente João da Gama Lobo Bentes. A colônia também foi dirigida por Olavo Elói Pessoa da Silva e pelo alferes Augusto Pereira Ramalho.
Em 5 de janeiro de 1860, a colônia recebeu o Imperador Dom Pedro II. A passagem de Dom Pedro consolidou o povoado e se tornou fato histórico. A antiga casa da diretoria onde se hospedou o imperador existe até hoje. Em data de 5 de janeiro de 1860, Dom Pedro || e sua comitiva plantou 4 (quatro) mudas de castanholas, sendo que 2 (duas) sobrevivem até o presente. Como atrativo turístico, é a Serra da Catita, com sua cachoeira, abaixo da cachoeira a antiga ponte do Catita, construída no período de 1919 e 1922, pelo então Governador Dr. José F. da Silva. Quando a colônia militar foi extinta, em 1867, Leopoldina continuou sob a jurisdição de Porto Calvo e logo depois entrou em decadência. A Lei 372, de 1861, criou o distrito de Leopoldina e uma outra lei, em 1901, elevou-o à vila e depois município. Isso contribuiu para que a antiga colônia voltasse a progredir. Em 1923, passou à condição de cidade. A freguesia foi criada sob as bênçãos de Nossa Senhora do Carmo, comemorada em 16 de janeiro, mas a comunidade festeja, também, São Sebastião, São João e São Pedro.
Além das festas cristãs, Colônia comemora também sua Emancipação (16 de julho).</Histórico><Gentílico>leopoldinense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Leopoldina, pela lei provincial nº 1054, de 27-061889, subordinado ao município de Porto Calvo.
Elevado á categoria de município com a denominação de Leopoldina, pela lei estadual nº 321, de 12-06-1901, desmembrado do distrito de Porto Calvo. 
Sede no atual distrito de Leopoldina. Constituído do distrito sede. Instalado em 16-07-1904.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos; Leopoldina e São Bernardo. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto nº 2435, de 30-11-1938, o distrito de São Bernardo foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede de Leopoldina.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Leopoldina passou denominar-se Colônia de Leopoldina.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica municipal Leopoldina para Colônia Leopoldina alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2209, de 30-12-1943.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MANUILSON ANDRADE SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>96.29</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12213.3</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,53 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>12 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="23"><geocodigo>2702207</geocodigo><Município>Coqueiro Seco</Município><Histórico>Situado às margens da Lagoa Mundaú, Coqueiro Seco tem seu nome originário dos encontros frequentes de mercadores e viajantes à sombra de um coqueiro de palhas queimadas diferenciado dos demais, onde eram realizados grandes negócios. Conta a história que alguns anos depois chegaram à região vários missionários da ordem dos franciscanos, que se encantaram com a topografia do lugar, que apresentava planos altos e baixos, mudando sua denominação para Monte Santo. Acostumados com o antigo nome da cidade, os habitantes ignoraram os franciscanos e mantiveram o nome de Coqueiro Seco. O único registro histórico encontrado diz respeito à construção da igreja, que continua até hoje como a matriz da padroeira, Nossa Senhora Mãe dos Homens, construída no século XVII pelo português José Cabral. No censo realizado em 1950 pelo IBGE, Coqueiro Seco foi mencionado como vila de Rio Largo, com uma população de 1.667. Quando Satuba foi elevada à condição de município autônomo em 20 de agosto de 1960, Coqueiro Seco passou a pertencer a seu território, ainda como vila. Apenas em 1962, a cidade foi emancipada politicamente, instalando oficialmente sua autonomia administrativa em 24 de novembro, por força da lei 2.463, de 23 de agosto.
Coqueiro Seco tem na Lagoa Mundaú com 4 km de extensão (em linha reta) até Maceió seu maior acidente geográfico e sua principal atração turística. As histórias de pescadores contadas pelos antigos também são atração à parte. Destaque também para a tradicional festa da padroeira, realizada no mês de janeiro.</Histórico><Gentílico>coqueirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Coqueiro Seco, pelo decreto estadual nº 2435, de 3011-1938, com território desmembrado do distrito de Santa Luzia, subordinado ao município de Rio Largo.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Coqueiro Seco, figura no município de Rio Largo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2265, de 23-07-1960, o distrito de Coqueiro Seco deixa de pertencer ao município de Rio Largo para ser anexado ao novo município de Satuba.
Elevado á categoria de município com a denominação de Coqueiro Seco, pela lei estadual nº 2463, de 23-08-1962, desmembrado de Satuba. 
Sede no antigo distrito de Coqueiro Seco. Constituído do distrito sede. Instalado em 18-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Transferência distrital Pela lei estadual nº 2265, de 23-07-1960, transfere o distrito de Coqueiro Seco do município de Rio Largo para o de Satuba.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARIA DECELE DAMASO DE ALMEIDA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>139.09</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12900.57</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>26,32 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>15 de Novembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="24"><geocodigo>2702306</geocodigo><Município>Coruripe</Município><Histórico>O rio Coruripe, conhecido como Cururugi pelos índios Caetés, deu nome ao município. A região ficou conhecida na história do Brasil por ter sido palco do naufrágio da nau Nossa Senhora da Ajuda, que conduzia o bispo Dom Pero Fernandes Sardinha a Portugal. A história também registra no local o naufrágio do navegador espanhol Dom Rodrigo de Albaña, que foi homenageado com o batismo de um grande rochedo, em 1560. De uma capela nasceu o povoado, onde já se comercializava ativamente o pau-brasil e outras madeiras. Na segunda metade do século XIX, a prosperidade de Coruripe o fez superar a vila de Poxim, à qual estava subordinado. Foi elevado à vila em 1866. Com a mudança da sede, a freguesia sob invocação de Nossa Senhora da Conceição também foi transferida. Em 1882 foi instalada a comarca de Coruripe, que foi extinta em 1932 e restaurada em 1935. Embora tenha seu desenvolvimento ligado à agroindústria açucareira, o município tornou-se conhecido pela beleza de suas praias e lagoas que atraem milhares de turistas. Nesse recanto abençoado pela natureza, destacam-se as praias de Pontal do Coruripe (com um farol e arrecifes que formam uma piscina natural), Miaí de Baixo e de Cima (mar aberto e quase deserto) e os baixios de Dom Rodrigues (excelente para a prática de mergulho). Entre as lagoas estão a de Jequiá (famosa pela vegetação exuberante), Escura, Guaxuma, Vermelha e a Lagoa do Pau, de rico manancial.
Boa parte do ano Coruripe vira festa: do Bom Jesus dos Navegantes e de São Sebastião (janeiro), Festival do Côco (fevereiro), São José do Poxim (19 de março), Emancipação Política (16 de maio), São Roque (16 de agosto) e da padroeira Nossa Senhora da Conceição (08 de dezembro).</Histórico><Gentílico>coruripense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Coruripe, em 1726. Elevado á categoria de vila com a denominação de Coruripe, pela lei provincial nº 484, de 23-06-1866, desmembrado do município de Poxim. 
Instalado em 06-08-1866.
Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de Coruripe, pela lei estadual nº 15, de 16-05-1892.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Coruripe e Coxim ex-município extinto pela lei provincial nº 484, de 23-06-1866. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARCELO BELTRÃO SIQUEIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>56.77</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>24676.96</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>15,83 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="25"><geocodigo>2702355</geocodigo><Município>Craíbas</Município><Histórico>Manoel Nunes da Silva Santos foi um dos primeiros habitantes da região onde está hoje o município de Craíbas, tendo chegado por volta de 1865. Ele comprou um grande lote de terras que pertencia a Felipe Nogueira de Lima, composto basicamente de árvores e matas, particularmente, a craibeira, que, no futuro, deu nome à cidade. Mesmo constatando ser uma região pobre, o novo dono das terras resolveu ficar ali mesmo. Até a morte de sua mulher, Josefa Teixeira da Silva, em 1892, Manoel Nunes era o único dono de tudo. Com a partilha dos bens entre filhas e genros, as terras foram divididas. A partir daí, foi iniciado por eles o desenvolvimento no povoado. Só no início do século XX é que Craíbas passou a ter características de cidade. Em 23 de março de 1923 foi realizada a primeira feira pública. Em 1939 foi instalado o primeiro cartório de registro civil.
A emancipação política de Craíbas ocorreu no ano de 1962, através da Lei 2.471. O projeto, de autoria do deputado José Pereira Lúcio, foi aprovado na Assembléia Legislativa e sancionado pelo então governador Luiz Cavalcante. Antonio Barbosa foi nomeado prefeito até a realização de eleições no novo município. Em 1963, saiu-se vitorioso Manoel Pedro da Silva, que perdeu o mandato em 1965, quando a cidade voltou a ser distrito de Arapiraca. Só em 1982, após um plebiscito, o então governador Theobaldo Barbosa devolveu a autonomia político-administrativa a Craíbas.
Craíbas tem, em seu calendário, duas festividades bastante movimentadas: a festa de Emancipação Política (23 de abril) e a festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro).</Histórico><Gentílico>craibense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Caraíba pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, subordinado ao município de Araparica. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Caraíba, figura no município de Arapiraca.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Caraíba passou a denominar-se Craíba.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Craíba, figura no município de Arapiraca.
Elevado à categoria de município com a denominação de Craíba, pela lei estadual nº 2471, de 28-08-1962, desmembrado de Arapiraca. 
Sede no antigo distrito de Craíba. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1983
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Pela Resolução do Senado Federal nº 113, de 30-11-1965, o município de Craíba é extinto, sendo seu território anexado ao município de Arapiraca, como simples distrito.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o distrito de Craíba, figura no município de Arapiraca. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Craíbas, pela lei estadual nº 4335, de 23-04-1982, desmembrado de Arapiraca. 
Sede no atual distrito de Craíbas ex-Craiba. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1983.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Caraíba para Craíba alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.
Retificação de Grafia Craíba para Craíbas alterado, pela lei estadual nº 4335, de 23-04-1982.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>TEOFILO JOSE BARROSO PEREIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>83.44</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10322.9</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>14,29 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>23 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="26"><geocodigo>2702405</geocodigo><Município>Delmiro Gouveia</Município><Histórico>O primeiro nome dado à cidade de Delmiro Gouveia foi Pedra e o povoado se constituiu a partir de uma estação da estrada de ferro da então Great-Western. A denominação Pedra veio de grandes rochas que existiam junto da estação. Em 1903 chegou à região, vindo de Recife (PE), o cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, que se estabeleceu vendendo couros de bovinos e peles de caprinos. Em 1914, ele instalou uma fábrica de linha com o nome de Companhia Agro Fabril Mercantil, atraindo para a região muitos moradores e trazendo o desenvolvimento. Em 1921, Delmiro Gouveia conseguiu dotar o lugar de energia elétrica e água canalizada, vindos da cachoeira de Paulo Afonso. A vila operária recebeu o nome de Pedra, a 'Pedra de Delmiro'. A história registra como fato importante a visita do Imperador D. Pedro II à cachoeira, datada de 20 de outubro de 1859 e assinalada por um marco de pedra, erguido no local.
Em 1938 foi criado o distrito com o nome de Pedra. Em 1945 foi mudada a denominação da vila para Delmiro Gouveia. O município, porém, só foi definitivamente em 1952, desmembrado de Água Branca. Delmiro Gouveia, o desbravador pioneiro no aproveitamento da cachoeira, morreu assassinado.</Histórico><Gentílico>delmirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Pedra pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1938, subordinado ao município de Água Branca.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939 a 1943, o distrito de Pedra figura no município de Água Branca.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o distrito de Pedra passou a denominar-se Delmiro.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950 o distrito de Delmiro figura no município de Água Branca.
Elevado à categoria de município com a denominação de Delmiro Gouveia pela Lei Estadual n.º 1.628, de 16-06-1952, sendo desmembrado de Água Branca. 
Sede no atual distrito de Delmiro Gouveia. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-02-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído do distrito-sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2020.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Delmiro Gouveia (AL). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1957. v. 19. p. 44-47. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_19.pdf. Acesso em: mar. 2016.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ELIZIANE FERREIRA COSTA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>79.13</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11038.64</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,43 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>14 de Fevereiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="27"><geocodigo>2702504</geocodigo><Município>Dois Riachos</Município><Histórico>Pouco tempo depois alcançaram a região por serviços de construções da estrada fazendo a ligação entre Delmiro Gouveia e Maceió. Miguel Vieira, muito conhecido no lugar, foi designado para chefiar a turma encarregada dos trabalhos naquele trecho. De espírito dinâmico, aproveitou a oportunidade e construiu um barraco onde começou um pequeno comércio, inclusive com uma pequena hospedaria para viajantes - exatamente onde hoje está situada a Praça da Independência. Em 1936, foi atacado por um bando de cangaceiros chefiados por Corisco. Nessa época chegou a Garcia, como foi batizada a localidade, Júlio Firmino Lima trazendo mais trabalhadores para os serviços da rodovia. Coube a ele a idéia da realização da primeira feira. O nome Garcia foi dado por causa do riacho do mesmo nome que passa pelo local. O território de Dois Riachos pertencia a Santana do Ipanema até a emancipação política de Major Isidoro, quando passou a integrar o novo município. A situação permaneceu até 1960, quando as lideranças locais conseguiram sua autonomia administrativa através da Lei nº 2238, de 07 de junho.
</Histórico><Gentílico>riachense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>RAMON CAMILO SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>77.45</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>6862.0</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,8 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>8 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="28"><geocodigo>2702553</geocodigo><Município>Estrela de Alagoas</Município><Histórico>Conta a tradição que em meados do século XIX, havia na região muitos animais selvagens, entre os quais se destacava o Tatu-Bola. Daí haver sido denominado de Bola o novo povoamento que se formou em terras pertencentes ao município de Palmeira dos Índios. Registra a história que seus fundadores pertenciam a família dos Gonzagas, tendo destaque os nomes de Antônio Gonzaga, Manoel Gonzaga e Augusto Gonzaga que incansavelmente lutaram pela prosperidade do novo povoado.
Em 1952, o padre Ludgero, vigário da paróquia de Palmeira dos Índios, celebrou a primeira missa no povoado e vendo a necessidade da população de instrução escolar, trouxe a primeira escola que começou a funcionar em casa de Honorato Gonzaga, tendo como instrutora a professora Laura. Por sugestão do referido padre foi mudado o nome do povoado de Bola para Estrela, tendo em vista o progresso que teve a localidade em pouco tempo de existência, justificando esta localidade é uma estrela brilhante. No dia 09 de janeiro de 1959, por idéia do Sr. Luiz Duarte, comerciante, foi criada a primeira feira livre o que concorreu para um maior desenvolvimento. A idéia de emancipação foi crescendo entre a população e foi concretizada com a criação do novo Município que recebeu o nome de Estrela de Alagoas, em 05 de outubro de 1989, e emancipação e m 05/10/1992, tendo como seu primeiro prefeito, Sr. Adalberon Alves Duarte, tomado posse no dia 01 de janeiro de 1993, data da instalação do Município.
O município se destaca pelas festividades, tendo como principais a Festa do Caju, a Emancipação Política e do padroeiro.</Histórico><Gentílico>estrelense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ALDO LIRA DE JESUS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>66.41</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>6459.43</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>5 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="29"><geocodigo>2702603</geocodigo><Município>Feira Grande</Município><Histórico>O início da povoação do município de Feira Grande deve-se a Francisco José Gonçalves, que ali fixou residência. Atraiu outras famílias, dada a fertilidade do solo. Com o passar do tempo, a localidade se desenvolveu passando a ser conhecida pelo nome de Mocambo. Quando da construção do ramal da Rede Ferroviária do Nordeste, Palmeira dos Índios-Porto Real do Colégio, aumentou a afluência à feira semanal por parte dos operários que trabalhavam no preparo do leiro da referida estrada. A feira passou a ser uma das maiores que se realizavam nas imediações, razão por que começou a ser chamada de “Feira Grande”. Em 1953, foi oficialmente fixado o nome de Feira Grande no lugar de Mocambo.</Histórico><Gentílico>feira-grandense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de Mucambo, pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, subordinado ao município de Traipu.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Mocambo passou a denominar-se Feira Grande.
Por ato das disposições transitórias deste estado, promulgado à 09-07-1947, o distrito de Feira Grande deixa de pertencer ao município de Traipu para ser anexado ao novo município de São Brás.
No quadro fixado para vigorar em 1944-1948, o distrito de Feira Grande figura no município de São Brás. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Elevado à categoria de município com a denominação de Feira Grande, pela lei nº 1785, de 05-04-1954, desmembrado de São Brás. 
Sede no antigo distrito de Feira Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 25-05-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Mucambo para Feira grande alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.
Transferência distrital Pelo ato das disposições transitórias, promulgado em 09-07-1947, transfere o distrito de Feira Grande do município de Traipu para o de São Brás.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>FLAVIO RANGEL APOSTOLO LIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>123.42</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>14876.1</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,19 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="30"><geocodigo>2702702</geocodigo><Município>Feliz Deserto</Município><Histórico>Primitivamente o local onde se localiza a cidade de Feliz Deserto era aldeamento dos índios Caetés. A colonização do local, entretanto, foi iniciada alguns anos mais tarde, quando naufragou próximo à costa o holandês Domingo Mendes. Acompanhado da esposa, Dona Maria Mendes, situou-se próximo ao aldeamento indígena, com os sobreviventes do naufrágio, organizou o aglomerado. Segundo a tradição, Domingos Mendes encontrou debaixo de um frondoso cajueiro uma Imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens. Embora o lugar fosse deserto, sentiu-se feliz com o achado. Daí, ter batizado a nova povoação com o nome de Feliz Deserto.</Histórico><Gentílico>feliz-desertense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Feliz Deserto, pelo decreto nº 788, de 16-10-1958, subordinado ao município de Piaçabuçu.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito figura no município de Piaçabuçu.
Elevado à categoria de município com a denominação de Feliz Deserto, pela lei estadual nº 2266, de 23-07-1960, desmembrado de Piaçabuçu. 
Sede no atual distrito de Feliz Deserto ex-localidade. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-08-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ROSIANA LIMA BELTRÃO SIQUEIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>47.31</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>21757.47</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,5 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>7 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="31"><geocodigo>2702801</geocodigo><Município>Flexeiras</Município><Histórico>Sua história e sua gente: Data de 1915 o período que marcou praticamente o início da povoação do local que mais viria a ser o município de Flexeiras. Naquela época, uma fazenda existente no lugar onde hoje é a sede municipal, passou por uma fase de grande desenvolvimento. Aumentou o número de moradias e população, formando-se inclusive um pequeno comércio que ganhou proporções a medida que aumentava o aglomerado urbano. Em pouco tempo, apresentava-se com características de um movimento povoado à margem direita do rio Jitituba. O topônimo primitivo foi Frecheiras, em virtude do grande número de árvores existentes na região que botavam frechas semelhantes as da cana-de-açucar. Não se sabe a razão porque foi mudado para Flexeiras.
O município ofere aos moradores e seus visitantes; a festa do padroeiro São Benedito (21 de outubro); Emanicipação Política (28 de abril); festejos carnavalescos e juninos.</Histórico><Gentílico>flexeirense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de São Luís do Quitunde o distrito de Flexeiras.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Flexeiras permanece no município de São Luís do Quitunde. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com denominação de Flexeiras, pela lei estadual nº 2216, de 28-04-1960, desmembrado de São Luís do Quitunde, Maceió, Murici e Rio Largo.
Sede no antigo distrito de Flexeiras. Constituído de 2 distritos: Flexeiras e Messias. Desmembrado de Murici. Instalado em 01-06-1960.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Flexeiras e Messias.
Pela lei estadual nº 2475, de 06-09-1962, desmembra do município de Flexeiras o distrito de Messias. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>SILVANA MARIA CAVALCANTE DA COSTA PINTO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>12823.0</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>16786.38</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,36 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>28 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="32"><geocodigo>2702900</geocodigo><Município>Girau do Ponciano</Município><Histórico>O povoamento se deve a um caçador de nome Ponciano que, acompanhado de dois companheiros, instalou um girau para suas caçadas, aproveitando a caça abundante. Assim, se fundou a primeira propriedade. Anos depois, dona Cidade Rodrigues e seus filhos, Manoel e Antônio, implantaram nova propriedade. Trouxeram muito movimento para a região, dada a fertilidade de suas terras. Foi rápido o progresso de Belo Horizonte, primeiro nome do lugarejo que, com justiça, recebeu, a denominação de Ponciano.</Histórico><Gentílico>girauense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Traipú, o distrito de Belo Horizonte.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Belo Horizonte passou a denominar-se Ponciano.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Ponciano ex-Belo Horizonte, figura no município de Traipú. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação Girau do Ponciano, pela lei estadual nº 2101, de 15-07-1958, desmembrado de Traipú. 
Sede no atual distrito de Girau Ponciano ex-Ponciano. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1959.
Em divisão territorial datada em 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas distritais Belo Horizonte para Pociano alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943. Ponciano para Girau do Ponciano alterado, pela lei estadual nº 2101, de 15-07-1958.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>DAVID RAMOS DE BARROS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>73.11</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9301.79</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,96 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Janeiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="33"><geocodigo>2703007</geocodigo><Município>Ibateguara</Município><Histórico>Ibatequara teve origem no antigo engenho Roçadinho de propriedade de Claudino Costa Agra. Foram lançadas, aí, as bases da povoação que se estenderia e que mais tarde viria a ser o povoado Piquete, que é o primeiro núcleo populacional do atual município. O nome lhe foi dado em virtude de um piquete formado pelo Caudilho Vicente de Paula na sua luta contra Claudino da Costa Agra.
Em 1959 seu nome foi mudado para Horizonte, permanecendo, este nome, por pouco tempo. D. Ranulfo de Farias, então Arcebispo de Maceió, sugeriu o topônimo de Ibateguara, nome de origem indígena que significa “lugar alto”.
</Histórico><Gentílico>ibateguarense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, figura no município de São José da Laje, o distrito de Piquete.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Piquete passou a denominar-se Ibateguara.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Ibatequara, figura município de São José da Laje. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Ibateguara, pela lei estadual nº 2076, de 19-11-1957, desmembrado de São José da Laje. 
Sede no antigo distrito de Ibateguara. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Piquete para Ibatequara alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>LUCINÉA LAURENTINO FELIX DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>57.1</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9058.44</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Janeiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="34"><geocodigo>2703106</geocodigo><Município>Igaci</Município><Histórico>O município de Igaci deve ao português João de Lima Acioli o início de seu povoamento. Chegou ele nos meados do século XIX, implantando ali um sítio que teve grande desenvolvimento. Tendo em vista o grande número de ?olhos d`água? existentes na região, denominou o local de Olho D` Água do Acioli. A água abundante contribuiu para que inúmeras famílias de regiões atingidas frequentemente pelas secas, fixassem ali suas residências. Seu maior incremento foi a partir de 1877, quando Alagoas sofreu uma de suas maiores estiagem. Exatamente pela fartura de água existente, grande parte de sertanejos deslocou-se para Olho D` Água do Acioli e em pouco tempo estava formado o primeiro aglomerado urbano do futuro município.
Entre os primeiros que contribuíram para o rápido desenvolvimento daquele núcleo estavam Serapião Sampaio, Santos Silva, capitão Bartolomeu de Souza Vergueiro, Justino Luiz, as famílias Torres e Tomas de Albuquerque e Carlos Pontes que veio a tornar-se mais tarde um dos grandes vultos da literatura e da política nacional.
A lei estadual nº 428 de 15 de junho de 1904 elevou Olho D` Água do Acioli a categoria de Vila, como distrito judiciário de Palmeira dos Índios. A implantação da estrada de ferro pela ex-Grewestern, hoje Rede Ferroviária Federal do Nordeste também contribuiu de forma decisiva para a afirmação econômica do lugar. Nesta mesma época teve seu topônimo mudado para Igaci que, em língua indígena significa 'Olho D` Água'. O comércio atravessou por fase áurea no mesmo período, quando inúmeras 'bolandeiras' (descaroçadores de algodão) foram instaladas aproveitando as safras generosas de suas lavouras. Aos poucos porém, levados por vários fatores, seus proprietários acabaram por fechá-los, existindo apenas um na atualidade. A emancipação política de Igaci ocorreu por força da Lei nº 2087 de 27 Dezembro de 1957, instalando-se oficialmente a 12 de Janeiro de 1959, desmembrado de Palmeira dos Índios e integrado por um único distrito, o da sede, situação que ainda hoje permanece.
O município tem duas principais festividades: a Emancipação Política e a festa da padroeira, Nossa Senhora da Saúde. Outro atrativo é o banho no rio Jacuípe.</Histórico><Gentílico>igaciense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ PETRÚCIO OLIVEIRA BARBOSA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>75.31</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8585.4</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,37 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>4 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="35"><geocodigo>2703205</geocodigo><Município>Igreja Nova</Município><Histórico>Um dos mais antigos municípios do Estado, Igreja Nova tem sua história ligada à exploração do rio São Francisco por pescadores saídos da cidade de Penedo que, por volta do século XIX, fundaram um povoado denominando-o de Ponta das Pedras, em seguida chamando-o de Oitizeiro. Logo, foi erguida uma pequena capela para orações a São João Batista, até hoje padroeiro do município. Em 1908, após o desmoronamento da capela, frades alemães se uniram aos moradores para construir um dos mais belos templos católicos de Alagoas, cujas badaladas de sinos são ouvidas a uma distância de 6 km, chamada Igreja Nova. A povoação foi desmembrada de Penedo e teve seus limites fixados pela resolução 849, de 1880. As primeiras tentativas de elevar o povoado à vila (com leis de 1885 e 1889) não surtiram efeito. Em 1890, através do decreto 39, o processo se completa e a nova vila passa a se chamar Triunfo. Em 1892, foi conduzida à categoria de cidade, até uma nova lei suprimir a condição e anexá-la novamente a Penedo. Apenas em 1897, foi elevada à condição de cidade. O nome Igreja Nova, porém, só foi adotado em 1928.
O município é um dos maiores produtores de arroz do Estado, com reconhecida importância no desenvolvimento da região ribeirinha do São Francisco. Além disso, desenvolve projetos de piscicultura em parceria com a Codevasf, que encontra no município um laboratório natural, no maior açude de Alagoas. O espírito festivo da população pode ser visto nas festas do padroeiro (São João Batista, em 24 de junho), da Emancipação Política (16 de maio) e no carnaval, onde é revivida a antiga tradição dos mascarados.</Histórico><Gentílico>igreja-novense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com a denominação de Triunfo, pelo decreto estadual nº 39, de 11-09-1890, desmembrado de Água Branca. Sede na povoação de Igreja Nova. Construído de 2 distritos: Triunfo e Salomé criado pela mesma lei que criou a vila. 
Instalado em 12-01-1891.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Triunfo, pelo decreto estadual nº 15, de 16-05-1892.
Pela lei nº 82, de 20-07-1895, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de Penedo.
Pela lei nº 162, de 28-05-1897, é recriado novamente o município de Triunfo, desmembrado de Penedo.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Triunfo e Salomé.
Pela lei estadual nº 1139, de 30-06-1928, o município de Triunfo passou a denominar-se Igreja Nova.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Igreja Nova ex-Triunfo e Salomé. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2229, de 31-05-1960, desmembra do município de Triunfo o distrito de Salomé. Elevado à categoria de município com a denominação de São Sebastião.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica municipal Triunfo para Igreja Nova alterado, pela lei estadual nº 1139, de 30-06-1928.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>VERÔNICA DANTAS LIMA E SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>54.49</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15788.47</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>16,78 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="36"><geocodigo>2703304</geocodigo><Município>Inhapi</Município><Histórico>A colonização do município de Inhapi é relativamente recente. Começou por volta de 1902, quando foi construída a primeira residência no local. Era de propriedade da família Moreira. Logo após, outra propriedade, de Margarida Vieira, também foi implantada. Data do mesmo ano a construção da primeira capela, sendo responsável José Miguel, que pouco depois deixou a região. Em 1917, foi realizada a primeira feira, que continuou com movimento crescente. No mesmo ano, também chegou ao lugarejo o Coronel Anjo da Guia, que construiu mais de uma casa. Em 1918, foi a vez de Vida Ferreira abrir uma loja, que ainda existe. As notícias sobre a povoação que se formava chamaram a atenção de moradores de regiões vizinhas e, em pouco tempo, muitos já estavam residindo no lugar. Foram as famílias de José Ferreira Villar, Pedro Horário, Nezinho Pereira e João Martins da Silva. Mais tarde veio Zeca Biê e Teodorico Alves Bezerra.
A emancipação política de Inhapi se deu através da Lei 2.460, de 22 de agosto de 1962, acontecendo a instalação oficial no mesmo ano. O território foi desmembrado de Mata Grande. A hospitalidade e animação da população de Inhapi está presente em todas as festividades, que atraem grande parte de visitantes das regiões vizinhas. Carente em atrativos naturais, destacam-se pelos eventos: Festa de Reis (6 de janeiro), o Micapi - carnaval fora de época (maio) e a festa da padroeira, Nossa Senhora do Rosário (outubro).</Histórico><Gentílico>inhapiense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Inhapi, pela lei estadual nº 2460, de 22-08-1962, desmembrado de Mata Grande. 
Sede no atual distrito de Inhapi. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-11-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>LUIZ CELSO MALTA BRANDAO FILHO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>47.49</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7239.26</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,91 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>22 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="37"><geocodigo>2703403</geocodigo><Município>Jacaré dos Homens</Município><Histórico>O atual município de Jacaré dos Homens teve seu povoamento iniciado por volta de 1900 quando a fazenda São Francisco, de propriedade de Domingos de Freitas Mourão, começou a se desenvolver. Muitas casas foram construídas no local. Naquela época foi encontrado um jacaré no riacho que passava próximo ao lugarejo. Por ser um animal raro na região, o local ficou conhecido por Jacaré. O topônimo 'dos Homens', foi acrescentado em virtude de comerciantes de Penedo, conhecidos como Peixotos, que negociavam muito na região, afirmarem constantemente que Jacaré era terra de comerciantes honestos, sinceros e leais. Queriam resumir no vocábulo 'dos Homens', as qualidades encontradas nas pessoas com quem comercializavam. O desenvolvimento de Jacaré dos Homens foi muito rápido. Em 17 de setembro de 1949, foi elevado à condição de vila por força da Lei 1.473. Alcançou autonomia administrativa através da Lei 2.073, de novembro de 1957, sendo instalado oficialmente em 1° de janeiro de 1959, desmembrado de Pão de Açúcar.
A pecuária representa a principal fonte de divisas para o município, que está integrado na chamada Bacia Leiteira. Um dos principais atrativos de Jacaré dos Homens está no símbolo maior da cidade, o jacaré. Na praça central da cidade há um fosso com três pequenos espécimes, originais da própria região, e motivo de curiosidade principalmente para crianças. A alegria de seu povo, porém, está presente nas festividades: a festa do padroeiro, Santo Antonio e a da Emancipação Política.</Histórico><Gentílico>jacarezeiro ou jacaraeense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Jacaré dos Homens ex-povoado, pela lei estadual nº 1473, de 17-09-1949, criado com território desmembrado do distrito de Alecrim, subordinado ao município de Pão de Açúcar.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Jacaré dos Homens, figura no município de Pão de Açúcar. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Jacaré dos Homens, pela lei estadual nº 2073, de 09-11-1957, desmembrado de Pão de Açúcar. 
Sede no antigo distrito de Jacaré dos Homens. Construído do distrito sede. Instalado em 01-01-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSE FLORIANO BENTO DE MELO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>38.03</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10196.13</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,35 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário /><Site de pesquisa /></row>
<row _id="38"><geocodigo>2703502</geocodigo><Município>Jacuípe</Município><Histórico>São antigos os movimentos do homem no desbravamento da região Norte de Alagoas. Segundo os historiadores, colonizadores vindos de Porto Calvo no século XVII forma os primeiros a chegar à região, onde está Jacuípe, antigo Jacutinga. Ainda de acordo com os historiadores, os donos das terras eram os índios, que mantiveram boas relações com os brancos, formando um pequeno lugarejo que foi crescendo aos poucos até tornar-se uma comunidade. A primeira capela construída na povoação ainda existe, próxima ao cemitério. Em 1946, foi construída a igreja matriz de São Caetano, padroeiro do município. Os primeiros moradores foram Horácio Pedrona, Miguel Morato da Silva e Graciliano Pedrosa. Jacuípe, cujo topônimo foi dado em razão do rio Jacuípe, cortar seu território, sempre teve o movimento ligado à Palmares, em Pernambuco, pela facilidade de acesso. A comunidade que crescia começou a cobrar melhores serviços e mais atenção de Porto Calvo, a quem pertencia. Sem assistência, os moradores iniciaram um movimento pela emancipação. Destacaram-se Mário Acioly Wanderley, Alcides Moreira da Silva e Manoel Bezerra Cavalcante. Jacuípe foi elevado à categoria de município autônomo em 1958.
O principal evento festivo da cidade é a Festa de Reis, realizada no dia 06 de janeiro, quando o município recebe o número de visitantes das cidades vizinhas, inclusive de Pernambuco, que reafirmam seus votos de paz, alegria e prosperidade a cada novo ano que se inicia.</Histórico><Gentílico>jacuipense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1933, figura no município de Porto Calvo o distrito de Jacuípe. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Jacuípe passou a denominar-se Jacuitinga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Jacuitinga ex-Jacuípe, figura no município de Porto Calvo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Jacuípe, pela lei estadual nº 2099, de 15-07-1958, desmembrado de Porto Calvo. 
Sede no antigo distrito de Jacuípe. Constituído do distrito sede. Instalado em 04-02-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas distritais Jacuípe para Jacuitinga alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943. Jacuitinga para Jacuípe alterado, pela lei estadual nº 2099, de 15-07-1958.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>AMARO FERREIRA DA SILVA JÚNIOR</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>33.26</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>23332.83</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>4 de Fevereiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="39"><geocodigo>2703601</geocodigo><Município>Japaratinga</Município><Histórico>Uma colônia de pescadores implantada no local onde hoje está a prefeitura deu origem ao município de Japaratinga. Na época, o que existia era alguns barracos à beira-mar e parte das terras era ocupada com lavouras. A ocupação da região começou por volta de 1800, data em que se inicia também a exploração do côco. Uma estrada que dava acesso apenas a animais ligava a rodovia principal - hoje AL-101 Norte - a Porto de Pedras, passando por Japaratuba, nome primitivo de Japaratinga. A igreja matriz foi erguida há mais de 300 anos pelos holandeses que residiam em Porto Calvo e continua até hoje conservada em seu estado original. Em 1935, existia um pequeno estaleiro onde eram construídos navios de pequeno porte para o transporte do côco. Motivos políticos levaram os líderes locais a lutarem pela autonomia administrativa, liderados por José Jorge de Farias Sales, chefe político de Maragogi. Em 1960, através da Lei 2.264, o município foi desmembrado de Maragogi, mas sua instalação oficial só ocorreu em 30 de junho do mesmo ano.
Japaratinga é hoje importante pólo turístico e a beleza exótica de suas praias é fascinante. Em Barreira do Boqueirão - a principal delas - tem traços primitivos e seus principais encantos são as nascentes de água mineral, onde os visitantes desfrutam do tradicional banho de bica. O mar de Japaratinga é calmo, sem ondas e de águas mornas que possibilitam deliciosos passeios de jangada às piscinas naturais. O município tem como principais eventos a festa da padroeira, Nossa Senhora das Candeias (entre janeiro e fevereiro), a festa da Emancipação (23 de junho) e o Festival de Abertura do Verão (novembro).</Histórico><Gentílico>japaratinguense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Marogogi o distrito de Japaratuba. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Japaratuba passou a denominar-se Japaratinga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Japaratinga ex-Japaratuba, figura no município de Maragogi. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Japaratinga, pela lei estadual nº 2264, de 23-07-1960, desmembrado de Maragogi. 
Sede no antigo distrito de Japaratinga ex-Japaratuba. Constituído do distrito sede. Instalado em 30-07-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Japaratuba para Japaratinga alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ SEVERINO DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>90.22</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>20658.0</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>15,38 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>23 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="40"><geocodigo>2703700</geocodigo><Município>Jaramataia</Município><Histórico>A origem do município, datada por volta de 1882, é a fazenda Jaramataia, de Manoel Barbosa Farias. Naquela época, havia apenas uma pequena casa onde residia uma senhora conhecida como Luzia. Exatamente onde se encontrava hoje construída a cidade era a sede da fazenda. Pouco tempo depois chegou ao local Dezinho Barbosa de Amorim, que começou um pequeno sítio. Os oito filhos do seu casamento continuaram na região formando suas próprias famílias e fazendo crescer o povoado: a Jaramataia dos Barbosa. O nome se originou da grande quantidade de jaramataias - árvore abundantes que cobriam parte das terras. Em 1900 foi construída a primeira capela do povoado. Cinqüenta e quatro anos depois foi concluída a atual matriz de Nossa Senhora da Conceição. O povoado cresceu rápido e em 1961 foi elevado à condição de distrito. O desenvolvimento fez alguns pedirem a emancipação, tendo como líderes Olavo Barbosa de Oliveira, José Barbosa César, Aureliano Barbosa César, José Azarias Barbosa, José Maria Cavalcante e José Cícero Barbosa.</Histórico><Gentílico>jaramataiense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Jaramataia, pela lei estadual nº 2444, de 17-05-1962, desmembrado de Batalha. 
Sede no atual distrito de Jaramataia. Constituído do distrito sede. Instalado em 26-06-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>RICARDO MARTINS BARBOSA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>53.59</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9257.59</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,24 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>20 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="41"><geocodigo>2703759</geocodigo><Município>Jequiá da Praia</Município><Histórico>O município mais novo do Estado de Alagoas, Jequiá da Praia foi criado em maio de 1995 pela lei 5.675 de 3 de fevereiro. Banhado pelo Oceano Atlântico, e pelas lagoas Jequiá, Jacarecica e Azeda, o município era antes parte de São Miguel dos Campos e de Coruripe. Cidade do litoral sul de Alagoas que mais apresenta cenários selvagens. As praias e lagoas, em conjunto com o clima quase sempre excelente, dão à região um ar de paraíso. São 488 km2 de beleza, como as praias de Jacarecica do Sul, Lagoa Azeda e Pituba, ou o povoado de Duas Barras. Os recantos de natureza privilegiada guardam ecossistemas diversificados. No povoado de Duas Barras, por exemplo, pode-se assistir ao espetacular encontro da Lagoa de Jequiá com o oceano ou os manguezais. Na povoação de Lagoa Azeda, a lagoa que empresta seu nome à região, com águas vigorosas e que dificultam a prática de esportes náuticos. As praias de Pituba e Jacarecica do Sul são praticamente selvagens, apresentando cenários ainda pouco explorados pelo homem.</Histórico><Gentílico>jequiaenses</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação Jequiá da Praia, pelo Art. 41, inciso I, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual de 05-10-1989, confirmado pela lei estadual nº 5675, de 03-02-1995, que define os seus limites, desmembrado de São Miguel dos Campos e Coruripe.
Sede no distrito de Jequiá da Praia ex-povoado de São Miguel. Constituído do distrito sede. Instalado em 0101-2001.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CARLOS FELIPE CASTRO JATOBA LINS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>34.21</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>21929.42</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>7,46 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>3 de Fevereiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="42"><geocodigo>2703809</geocodigo><Município>Joaquim Gomes</Município><Histórico>A origem do município de Joaquim Gomes está ligada a um antigo engenho São Salvador, pertencente a José Correia de Araújo Barros. O engenho foi transferido para Joaquim Gomes Silva Rêgo, um major da guarda nacional. Sua primeira providência foi a construção da igreja de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da localidade. O nome original do local foi Urucu, em referência a uma fruta da região. Antes da colonização também habitavam as terras os índios urupês. Dessa tribo restaram apenas algumas antigas tradições ainda mantidas na aldeia Cocal. Em 1962, o município foi desmembrado de Passo de Camaragibe e recebeu o nome do fundador Joaquim Gomes.</Histórico><Gentílico>joaquimgomense
</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Passo de Camaragibe o distrito de Urucu. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o distrito de Urucu, figura no município se denomina Camaragibe (ex-Passo de Camaragibe).
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, Camaragibe voltou a denominar-se Passo de Camaragibe.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Urucu, figura no município Passo de Camaragibe (ex-Camaragibe). Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Joaquim Gomes, pela Lei Estadual n.º 2.468, de 25-08-1962, desmembrado de Passo de Camaragibe. 
Sede no atual distrito de Joaquim Gomes (ex-Urucu). Constituído do distrito sede. Instalado em 25-09-1962. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2015.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Joaquim Gomes (AL). Prefeitura. [2017].</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ADRIANO FERREIRA BARROS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>75.68</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>14316.45</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>25 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="43"><geocodigo>2703908</geocodigo><Município>Jundiá</Município><Histórico>Jundiá tem suas primeiras escrituras registradas em Olinda, Pernambuco. Antiga vila de Jundiá, assim foi denominada por causa da grande quantidade do peixe do mesmo nome no rio Manguaba. A colonização começou a partir de uma propriedade de Gregório e Vitoriana Alves e mesmo com poucas casas, Jundiá garantiu seu progresso por causa da estrada de Palmares, em Pernambuco e da expansão da lavoura canavieira. Em 1860, quando Dom Pedro II viajou a Colônia Leopoldina também passou pelo município, doando algumas terras da Coroa a moradores da região. Entre os pioneiros responsáveis pelo desenvolvimento do povoado estão José Alves de Lima, Francisco Carlos de Oliveira, Joaquim Carlos e Pedro Alves. Antonio Buarque abriu as primeiras lojas, formando o comércio na região. Em 1926 foi construída a primeira igreja pelo padre Francisco Gerardi, em louvor à padroeira do município, Nossa Senhora da Conceição. O movimento pela emancipação política do município começou por volta de 1954. Tertuliano Turíbio de Araújo e João Batista de Moraes foram líderes. Em agosto de 1960, Jundiá foi emancipado de Porto Calvo e o município instalado em 1961.
Jundiá tem na tradição folclórica seu maior acervo, num resgate permanente a folguedos como o reisado e o guerreiro, que manifestam a cultura popular. A crença e fé em Nossa Senhora da Conceição também atrai muitos visitantes à festa de sua padroeira. O clima festivo do município e de sua população, porém, chega ao auge no mais novo evento da cidade, o Jundiá Fest, um carnaval fora de época (no início de março), que já faz parte do circuito estadual de micaretas.</Histórico><Gentílico>jundiaense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Porto Calvo o distrito de Jundiá. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Jundiá, pela lei estadual nº 2292, de 26-08-1960, desmembrado de Porto Calvo. 
Sede no antigo distrito de Jundiá. Constituído do distrito sede. Instalado em 19-01-1961.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JORGE SILVIO LUENGO GALVÃO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>45.56</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11515.73</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>26 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="44"><geocodigo>2704005</geocodigo><Município>Junqueiro</Município><Histórico>A origem do nome está diretamente relacionada à existência farta do JUNCO às margens da lagoa responsável pela formação de um pequeno aglomerado de moradores. Muitas pessoas utilizavam o junco de fabricação de utensílios domésticos. A exploração cresceu e os que passavam em direção à lagoa comentavam: “vamos para o Junqueiro”. A história indica ter sido Isabel Ferreira e sua família, os primeiros habitantes. Dona Isabel teve muitos filhos que permaneceram na região. Uma das filhas casou-se com um mulato chamado Tomaz, vindo de Sergipe, que mais tarde ficou conhecido por Pai Félix. Seu nome é apontado como um dos destaques no desenvolvimento de Junqueiro. Contam os mais antigos que, no tronco de um ingazeiro, foi encontrada uma cruz com um pequeno desenho da Divina Pastora em um dos braços. Pai Félix levantou uma capela perto da árvore para abrigar a cruz, denominado a construção de capela da Santa Cruz. Neste local, anos depois, foi levantada a igreja que tem como padroeira a Nossa Senhora Divina Pastora. A paróquia foi criada em setembro de 1912, e teve como primeiro Padre, Antônio Procópio, natural do lugar. Manoel Pedro de Almeida e Joaquim Sabino de Almeida, doaram grande parte de suas terras à padroeira. O município, antes Povoado de Limoeiro de Anadia, foi criado pela Lei 379, de 15 de junho de 1903, e instalado em 31 de janeiro de 1904, em 23 de fevereiro de 1932, através do decreto 1619, foi suprimido outras duas vezes. A decisão final, veio através do artigo 6º, do ato das Disposições Transitórias da Constituição Estadual de 1947.</Histórico><Gentílico>junqueirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Junqueiro, pela resolução provincial nº 812, de 21-06-1879. 
Elevado à vila com denominação de Junqueiro, pela lei estadual nº 379, em 15-061903, desmembrado de Limoeiro. 
Instalado em 31-01-1904.
Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.
Pelo decreto nº 1619, de 23-02-1932, o município de Junqueiro foi extinto. Sendo seu território anexado ao município de Limoeiro, como simples distrito.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito figura no município de Limoeiro.
A Constituição Estadual, de 16-09-1935, restaurou o município de Junqueiro figurando com o distrito sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, é extinto novamente o município de Junqueiro, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Limoeiro.
Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, é criado novamente o distrito de Junqueiro e anexado ao município Limoeiro.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Limoeiro passou a denominar-se Limoeiro de Anadia.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Junqueiro figura no município de Limoeiro de Anadia ex-Limoeiro.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Junqueiro Por Ato das Disposições Constitucionais deste estado promulgado em 09-07-1947, desmembrado de Limoeiro de Anadia.
Constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007
.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CÍCERO LEANDRO PEREIRA DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>98.66</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>13374.67</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>17,24 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>9 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="45"><geocodigo>2704104</geocodigo><Município>Lagoa da Canoa</Município><Histórico>No local onde foi construída a cidade de Lagoa da Canoa existia apenas uma pequena lagoa. Em 1842, dois casais chegaram à região, construíram casas e começaram a plantar e a criar gado. Parte daí a colonização do município. Outras famílias, anos depois, também começaram a construir no local - já conhecido como Lagoa da Canoa - cujo nome originou-se do fato dos antigos moradores pescarem de canoa na lagoa da região. Os pioneiros na colonização foram José Barbosa, Francisco José Santana e a família Maurício. Quando Arapiraca tornou-se município, Lagoa da Canoa passou a ser um povoado, mas com grande importância no contexto político, econômico e social. Servia como ponto de apoio na estrada que ligava Arapiraca a Traipu e Girau do Ponciano. Além disso, as fazendas de café geravam emprego e renda. Com a emancipação, Lagoa da Canoa revigorou sua importância econômica. Foi transformada em município autônomo em 28 de agosto de 1962. Do trabalho para a independência participaram José Pereira Lúcio, José Leite, José Ramos Barbosa, José Emiliano de Almeida, Mauro Vieira e outros. A cidade se transforma para receber os visitantes que prestigiam suas festas. As de maior concentração popular são as que comemoram a Emancipação Política do município (28 de agosto) e a que a população rende homenagens à sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro).</Histórico><Gentílico>canoense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Traipú o distrito de Lagoa da Canoa.
Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, o distrito de Lagoa da Canoa deixa de pertencer ao município de Traipú para ser anexado ao município de Arapiraca.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Lagoa da Canoa, figura no município de Arapiraca.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado á categoria de município com a denominação de Lagoa da Canoa, pela lei estadual nº 2472, de 28-08-1962, desmembrado de Arapiraca. 
Sede no antigo distrito de Lagoa da Canoa. Constituído do distrito sede. Instalado em 25-01-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Transferência distrital Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, transfere o distrito de Lagoa da Canoa do município de Traipu para o de Arapiraca.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>TAINÁ CORRÊA DE SÁ LÚCIO DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>206.33</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11749.95</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>3,14 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>28 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="46"><geocodigo>2704203</geocodigo><Município>Limoeiro de Anadia</Município><Histórico>O município originou-se de uma fazenda de gado, de propriedade de Antônio Rodrigues da Silva. Contam que no início de seu povoamento, os exploradores se embrenhavam nas suas matas, em busca de caças e sempre costumavam descansar à sombra de limoeiro, cuja árvore havia em abundância em sua paragens: daí, a explicação para o nome da cidade. No entanto, falam também, que apesar do topônimo estar ligado à existência no local, limoeiro, assim denominaram o lugarejo, em consequência de nele terem encontrado uma árvore desta natureza, que se achava próxima à capela construída em 1789, a qual fora justamente erguida pelo próprio Antônio Rodrigues da Silva, cujo templo foi consagrado à Santa Cruz e à Nossa Senhora da Conceição do Limoeiro. O tempo passou e logo o povoado crescera em torno da capela, quando posteriormente o lugarejo teve sua denominação somada ao termo “de Anadia”, que era o topônimo da cidade à qual Limoeiro de Anadia estava subordinado.</Histórico><Gentílico>limoeirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Limoeiro, pela lei provincial nº 456, de 2606-1865.
Elevado á categoria de vila com a denominação de Limoeiro, pela lei provincial nº 866, de 31-05-1882, desmembrado de Anadia. 
Sede no antigo distrito de Limoeiro. Constituído do distrito sede. Instalado em 08-01-1883.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município Aparece constituído de 3 distritos: Limoeiro, Arapiraca e Cana Brava. 
Pela lei estadual nº 1009, de 30-05-1924, desmembra do município de Limoeiro o distrito de Arapiraca. Elevado à categoria de município. 
Pelo decreto nº 1619, de 23-02-1932, o município de Limoeiro adquiriu o extinto município de Junqueiro, como simples distrito. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 3 distritos: Limoeiro, Cana Brava e Junqueiro. Pela Constituição Estadual, de 16-09-1935, desmembra do município de Limoeiro o distrito de Junqueiro. 
Elevado novamente à categoria de município. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 2 distritos: Limoeiro de Anadia e Cana Brava.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, é extinto novamente o município de Junqueiro, sendo seu território anexado novamente ao distrito sede do município de Limoeiro.
Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Junqueiro e anexado ao município de Limoeiro. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Limoeiro, Cana Brava e Junqueiro.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Limoeiro passou denominar-se Limoeiro de Anadia e o distrito de Cana Brava passou a denominar-se Taquarana.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Limoeiro de Anadia ex-Limoeiro, Junqueiro e Taquarana ex-Cana Brava. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela lei nº 1783, de 24-03-1954, o distrito de Taquarana passou a denominar-se Cana Brava dos Paes.
Pela lei nº 1785, de 05-04-1954 é criado o distrito de Coité ex-povoado e anexado ao município de Limoeiro de Anadia.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 3 distritos: Limoeiro de Anadia, Cana Brava dos Pais ex-Taquarana e Coité. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2465, de 24-08-1962, desmembra de Limoeiro de Anadia o distrito de Cana Brava dos Paes. Elevado à categoria de município com a denominação de Taquarana. Sob a mesma lei desmembra do município de Limoeiro de Anadia o distrito de Coité, para formar o novo município de Taquarana.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica municipal Limoeiro para Limoeiro de Anadia alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JAMES MARLAN FERREIRA BARBOSA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>85.48</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>17834.29</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,63 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>31 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="47"><geocodigo>2704302</geocodigo><Município>Maceió</Município><Histórico>O povoado que deu origem a Maceió surgiu num engenho de açúcar. Antes de sua fundação, em 1609, morava em Pajuçara Manoel Antônio Duro que havia recebido uma sesmaria de Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena. As terras foram transferidas depois para outros donos e em 1673 o rei de Portugal determinou ao Visconde de Barbacena a construção de um forte no porto de Jaraguá para evitar o comércio ilegal do pau-brasil. O povoado tinha uma capelinha em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres construída onde hoje está a igreja matriz, na Praça Dom Pedro II. O desenvolvimento do povoado foi impulsionado pelo porto de Jaraguá sendo desmembrado da Vila das Alagoas em 05 de dezembro de 1815, quando D. João VI assinou o alvará régio. Com a emancipação política de Alagoas, em 1817, o governador da nova Capitania, Sebastião de Mélo e Póvoas iniciou o processo de transferência da capital para Maceió, um processo tumultuado que encontrou resistência de homens públicos e da câmara Municipal. Uma expedição militar de Pernambuco e da Bahia chegaram a Maceió para garantir a ordem e no dia 16 de dezembro de 1839 foi instalada a sede do governo em Maceió. A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político. Teve início uma nova fase no comércio e começou a industrialização.
O nome Maceió tem denominação tupi 'Maçayó' ou 'Maçaio-k' que significa 'o que tapa o alagadiço'.</Histórico><Gentílico>maceioense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Maceió, por Resolução Régia de 09-06-1819 e por Alvará de 05-07-1821, subordinado a antiga vila de Alagoas.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoas, pelo Alvará de 05-12-1815, desmembrado de Vila de Alagoas. Instalado em 29-12-1816.
Pelo Alvará de 05-07-1821 e por Lei Provincial n.º 461, de 27-06-1865, é criado o distrito de Jaraguá e anexado a vila de Maceió.
Elevado à condição de cidade, sede e capital com a denominação de Maceió, pela Lei ou Resolução Provincial n.º 11, de 09-12-1839.
Pela Lei Estadual n.º 386, de 24-05-1904, é criado o distrito de Bebedouro e anexado ao município de Maceió.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Bebedouro e Jaraguá.
Pela Lei Estadual n.º 1.101, de 07-06-1927, o município de Maceió adquiriu do município de Santa Luzia o distrito de Fernão Velho.
Em divisão administrativa referente ao de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Maceió, Bebedouro, Fernão Velho, Jaraguá e Meirim.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 8 distritos: Maceió, Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, os distritos de Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço, perderam a categoria de distrito, sendo anexados ao distrito sede de Maceió, como simples zona administrativa.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 1.473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, criados com terras do sub-distrito de Meirim.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Fernão Velho e Floriano Peixoto. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.
Em 08-01-1998, são extintos distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Maceió.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Maceió (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.smf.maceio.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOÃO HENRIQUE HOLANDA CALDAS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>1854.1</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>22976.51</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,89 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>5 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="48"><geocodigo>2704401</geocodigo><Município>Major Isidoro</Município><Histórico>A origem do município remete ao ano de 1857, quando o fazendeiro Antônio Jerônimo da Rocha, que residia na Volta dos Dois Riachos, em Santana do Ipanema, tendo adquirido umas terras nas margens do ribeirão denominado Riacho do Sertão, para aí transportou sua família em 7 de setembro de 1857. Fundou uma fazenda a que deu o nome de Sertãozinho por ficar próxima ao povoado Sertão. Riacho este também chamado Riacho do Sertão ou Sertão de Baixo. De seus filhos, Izidoro, ou como era conhecido, major Izidoro, dedicou-se, como o pai, à propriedade, onde continuou até a sua morte, ligando o nome a todos os empreendimentos em prol da terra. Por sua grande popularidade e seu prestígio, era chamado o patriarca do Sertãozinho. Muito lutou para que o distrito fosse elevado a município.
Em 1949, o distrito foi elevado à categoria de município, recebendo o nome de seu grande benfeitor.</Histórico><Gentílico>isidorense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Santana de Ipanema o distrito de Sertãozinho.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Sertãozinho figura no município de Santana de Ipanema.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o distrito de Sertãozinho passou a denominar-se Major Isidoro.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Major Isidoro ex-Sertãozinho, figura no município de Santana do Ipanema.
Elevado à categoria de município com denominação de Major Isidoro, pela Lei n.º 1.473, de 17-09-1949, desmembrado dos municípios: Santana de Ipanema, Batalha e Palmeira dos Índios. Sede no antigo distrito de Major Isidoro. Constituído de 2 distritos: Major Isidoro e Riacho do Sertão (ex-povoado), criado pela mesma Lei acima citada. Instalado em 25-11-1949.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Major Isidoro e Riacho do Sertão. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Major Isidoro (AL). Prefeitura.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>THEOBALDO CAVALCANTI LINS NETTO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>41.63</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9849.17</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>7,6 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>17 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="49"><geocodigo>2704906</geocodigo><Município>Mar Vermelho</Município><Histórico>O município de Mar Vermelho tem sua origem ligada à história de Coutinho, um viajante que chegou à região por volta de 1800, construiu uma casa e iniciou a criação de gado e o cultivo da terra. Com a chegada de outros moradores, novas casas foram surgindo próximas a uma lagoa, que tinha, em suas margens, muitos pés de gravatás cujas folhas vermelhas caíam e formavam um grande 'mar vermelho' na lagoa, dando origem ao nome do município. A propriedade foi transferida para o alferes Cazuza e, mais tarde, para o major Joaquim Canuto de Albuquerque Maranhão, que, em 1900, instalou o primeiro vapor de algodão. Em pouco tempo, Mar Vermelho transformou-se em núcleo comercial. Em 1910, foi criada a primeira feira e até 1947 teve um bom movimento. Com a construção da estrada de ferro que passava por Viçosa, os comerciantes expandiram seus negócios e muitos chegaram a fechar lojas em Mar Vermelho, por conta do difícil acesso. Ainda em 1910, um longo período de chuvas derrubou grande parte das encostas das serras e também da capela. Uma nova matriz só foi construída em 1922. Em 3 de fevereiro de 1962, através da Lei 2.431, Mar Vermelho foi desmembrado de Anadia.
A principal atração do município é o clima serrano, que lhe rendeu a denominação de 'Suíça Alagoana'. Frio e seco, é aconselhado pelos especialistas como auxiliar no tratamento das doenças do aparelho respiratório. Destaca-se, também, a Lagoa Vermelha, abençoada pelo Cristo Redentor no alto da cidade. As festividades também atraem muitos visitantes, destacando-se: o carnaval, as festas religiosas - incluindo-se a da padroeira, Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro) - além das festas populares tradicionais.</Histórico><Gentílico>mar-vermelhense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Mar Vermelho, pela lei municipal nº 1, de 05-10-1893, subordinado ao município de Anadia.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Mar Vermelho, figura no município de Anadia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Mar Vermelho, pela lei nº 2431, de 03-02-1962, desmembrado de Anadia. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 25-03-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ANDRE BRANDAO DE ALMEIDA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>39.23</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11309.98</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>23,81 óbitos por mil nascidos vivos  </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>25 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="50"><geocodigo>2704500</geocodigo><Município>Maragogi</Município><Histórico>Era primitivamente uma povoação chamada Gamela e fazia parte do Município de Porto Calvo. Em 1887, quando foi elevada à categoria de Vila, passou a ter denominação de Isabel. Foi depois chamada Maragogi, por causa do rio que banhava a localidade. A Vila foi criada em 24 de abril de 1875, sendo elevada à categoria de cidade em 1892.</Histórico><Gentílico>maragogiense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Isabel, em 1796. 
Elevado à categoria de vila, com denominação de Isabel, pela lei provincial nº 681, de 24-04-1875, desmembrado de Porto Calvo. 
Instalado em 02-12-1875.Pela lei provincial nº 733, de 03-07-1876, a vila de Isabel Passou a denominar-se Maragogi. 
Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de Maragogi, pela lei estadual nº 15, de 16-05-1892. 
Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 3 distritos: Maragogi, Barra Grande e Japaratuba. 
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Japaratuba passou a denominar-se Japaratinga. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Maragogi, Barra Grande e Japaratinga ex-Japaratuba. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2264, de 23-07-1960, desmembra do município de Maragogi, o distrito de Japaratinga. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 2 distritos: Maragogi e Barra Grande. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>FERNANDO SERGIO LIRA NETO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>86.06</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>21234.52</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,84 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="51"><geocodigo>2704609</geocodigo><Município>Maravilha</Município><Histórico>O topônimo original de Maravilha foi Cova de Defuntos, pois existia no local uma grande cova onde eram sepultados os mortos da violência epidêmica de cólera que anlutou milhares de famílias no nordeste, naquela época. Passou pelo lugarejo, um sacerdote e visitando a localidade, exclamou: - Este lugar ainda será uma maravilha! Sua expressão foi gravada entre os habitantes do povoado e serviu mais tarde para dar nome à cidade. Seu povoamento deve-se a Domingos Gomes e a manoel Damião de Carvalho.</Histórico><Gentílico>maravilhense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Santana do Ipanema o distrito de maravilha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município, com a denominação de Maravilha, pela lei estadual nº 2102, de 15-07-1958, desmembrado de Santana do Ipanema. 
Sede no antigo distrito de Maravilha. Constituído do distrito sede. Instalado 02-01-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARIA DA CONCEIÇÃO RIBEIRO DE ALBUQUERQUE</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>34.05</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7674.87</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>13,61 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>2 de Janeiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="52"><geocodigo>2704708</geocodigo><Município>Marechal Deodoro</Município><Histórico>Depois do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os franceses começaram a se interessar pelo pau-brasil. Aportaram, então, numa praia perto da mata, onde hoje está situada a Praia do Francês, no atual município de Marechal Deodoro, e passaram a contrabandear a madeira com a ajuda dos índios Caetés. Com o objetivo de defender a sua nova colônia, a Coroa Portuguesa dividiu o país em 15 lotes, ou Capitanias Hereditárias, que eram entregues a donatários que tinham o direito de guardá-la militarmente, fundar vilas e povoados. Tinham a obrigação, porém, de pagar impostos à Coroa. Coube a Duarte Coelho Pereira a Capitania de Pernambuco, que continha o território do que hoje é o Estado de Alagoas. O donatário, resolvendo pôr fim ao contrabando do pau Brasil, combateu os franceses e todos os índios que os ajudaram, fazendo, desta forma, inimizade com os Caetés.
Em 1554, acreditando estar tudo sob controle, Duarte Coelho foi a Portugal, vindo a falecer lá. Quando tomaram conhecimento da morte do donatário, os Caetés começaram a atacar os povoados. Foi num desses ataques que os índios antropófagos mataram e comeram o Bispo D. Pero Fernandes Sardinha, que tinha naufragado no Rio Coruripe. A Capitania começou a desenvolver-se com o plantio de cana-de-açúcar, o que levou ao aparecimento de muitos engenhos. Em pouco tempo foi necessário reordenar a capitania, dividindo-a em sesmarias. A Sesmaria de Madalena ficou sob a responsabilidade de Diogo de Melo e Castro, e tinha os seguintes limites: cinco léguas do litoral da Pajuçara, ao Porto do Francês, com sete léguas de frente a fundos para o Sertão e mais quatro léguas da boca do Rio Paraíba. Mas, não cumprindo as regras de povoamento da sesmaria em cinco anos, o primeiro sesmeiro perdeu a concessão, sendo substituído por Diogo Soares da Cunha. Esse fundou a vila denominada Madalena de Subaúma, deixou-a aos cuidados do Capitão-mor Henriques de Carvalho, e voltou para Portugal. Foi então que seu filho, Gabriel Soares da Cunha, assumiu a chefia do patrimônio, com o título de Alcaide-mor de Madalena. A vila começou a desenvolver-se onde hoje é o bairro de Taperagua, uma planície em volta ao Rio Sumaúma e a Lagoa Manguaba. Um lugar de visão privilegiada permitia que o inimigo fosse vigiado. 
Em 1630, os holandeses invadiram a Capitania de Pernambuco, mas mesmo assim a sesmaria de Madalena de Subaúma crescia, tendo a agricultura como principal fator de desenvolvimento. Muitos engenhos surgiam e já era fabricado e exportado o açúcar da região. Neste cenário, o quarto Donatário da Capitania de Pernambuco, Duarte de Albuquerque Coelho, criou a Vila de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul. Não tardou para que a Vila de Santa Maria Madalena se tornasse a mais desenvolvida da época. Foi então que passou a abrigar a sede da Comarca de Pernambuco. Esta comarca teve 17 ouvidores, sendo o último António José Ferreira Batalha, o temido Ouvidor Batalha e, foi graças a sua administração o Rei D. João VI assinou o Decreto Régio que separou politicamente Alagoas de Pernambuco, no dia 16 de Setembro de 1817. A situação econômica da recém criada capitania era destaque, principalmente de duas vilas: a de Alagoas da Lagoa do Sul (atual Marechal Deodoro) e Maceió. Em 1823, num cenário de lutas para consolidar a independência do Brasil, a vila de Alagoas recebeu o foral de cidade e passou a ser sede da capital da Província, sendo o primeiro Presidente Nuno Eugênio de Lossio e Seiblitz.
Em abril de 1838 Agostinho da Silva Neves assumiu a Província e, no ano seguinte, transferiu o cofre do tesouro para Maceió. Era o início da mudança de capital. Assim, no dia 9 de dezembro de 1839, foi sancionada a Resolução Legislativa n.º 11, transferindo a metrópole para Maceió. Filho do Coronel Manuel Mendes da Fonseca e pertencente a uma família de tradição militar, o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro em 1843, com pouco mais de 15 anos. Participou ativamente da guerra entre Uruguai e Paraguai, voltando de lá com o título de Coronel. Em 1884 passou a ser Marechal e cinco anos após, no dia 15 de novembro de 1889, proclamou a República Brasileira. Sendo o primeiro Presidente da República do Brasil, permanecendo no cargo até ao dia 23 de novembro de 1891, quando, já muito doente, passou o cargo para o também alagoano Marechal Floriano Peixoto. Depois da renúncia de Deodoro, muitas rebeliões assolaram o país. O Congresso exigiu novas eleições para presidente. Mas Floriano foi irredutível. Os militares fizeram diversos manifestos pela volta de Deodoro. Mas enquanto isso, sua saúde piorou gradativamente, até que o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca morreu ao no dia 23 de agosto de 1892.</Histórico><Gentílico>deodorense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Madalena em 1633. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Madalena por Carta e Lei de 12-04-1636. Sede na povoação de Madalena.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Alagoas por Carta e Lei de 08-03-1823. Foi capital da antiga Província até ao ano de 1839.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo Decreto Estadual n.º 2.550, de 09-11-1939, o município de Alagoas passou a denominar-se Marechal Deodoro.
Pelo Decreto Federal n.º 1.686, de 17-11-1939, o município de Marechal Deodoro passou a chamar-se simplesmente Deodoro,
Pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1939, voltou a denominar-se Marechal Deodoro.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Marechal Deodoro (AL). Prefeitura. 2015. Disponível em: http://www.marechaldeodoro.al.gov.br/marechal-deodoro/origem/. Acesso em: jan. 2016.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CLAUDIO ROBERTO AYRES DA COSTA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>138.62</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>46413.15</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,58 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>15 de Novembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="53"><geocodigo>2704807</geocodigo><Município>Maribondo</Município><Histórico>Conta a história do município que um pequeno sítio chamado 'Poço da Caatinga' foi implantado em 1905 a 18 km de Anadia e tinha esse nome por possuir um poço de água cristalina localizado entre ingazeiros e canafístulas. Em meio à vegetação formou-se uma grande casa de maribondos, passando o lugar a se chamar 'Poço da Casa de Maribondos'. Em meio a tantas fazendas, a de José Sapucaia de Araújo foi a que mais se desenvolveu, com a instalação, em 1910, do primeiro vapor de algodão. Em 1913 chegou à região a família Azevedo e, logo depois, José Xavier de Azevedo instalou a primeira feira, destruída, sem explicação, pela guarda municipal de Anadia. A história da cidade, porém, reconhece como seu fundador João Antonio dos Santos, que em 1919 comprou uma grande fazenda, construindo nela uma casa e a primeira mercearia do município, abrindo também uma pequena loja de tecidos. Em 1930, com apenas 45 moradores, Maribondo servia de parada para repouso dos viajantes que vinham para a Capital ou iam para o Interior. Em 1947, foi implantada uma nova feira. O governador Silvestre Péricles, em 1948, criou a Escola Rural. Em 1950, a primeira igreja. A BR316 também deu importante impulso ao desenvolvimento do município, levando um grupo a trabalhar pela autonomia. Em 1962, o distrito foi emancipado de Anadia.
As maiores atrações do município são as festividades, onde se destacam o Micabondo (carnaval fora de época), a Feira de Ciências e Cultura (FECICUM), a Festa da Padroeira (6 a 15 de janeiro) e a festa de Emancipação Política (24 de agosto). A feira livre, aos domingos, também atrai visitantes.</Histórico><Gentílico>maribondense/marinbondense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município com a denominação de Maribondo, pela lei estadual nº 2467, de 24-08-1962, desmembrado de Anadia. 
Sede no atual distrito de Maribondo. Constituído do distrito sede. Instalado em 26-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>LEOPOLDINA MARIA DE OLIVEIRA AMORIM</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>78.14</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11725.97</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,12 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="54"><geocodigo>2705002</geocodigo><Município>Mata Grande</Município><Histórico>O nome de Mata Grande veio de fato de ter a povoação sido edificada junto à serra do mesmo nome e que é coberta de uma vasta fértil e verdejante mata. O povoamento do núcleo que deu origem à atual cidade de Mata Grande teve início em 1791, quando por escritura de doação, João Gonçalves Teixeira e sua mulher, Maria Luiza, doavam uma parte de terra, denominada Cumbe, situada nas Matas de Santa Cruz, para aí edificada uma capela sob a invocação Nossa Senhora da Conceição. Cumbe, foi então a primeira denominação e ainda, hoje, é o nome de uma fonte que abastece a cidade e ao contraforte da Serra da Onça. De acordo, ainda com a escritura acima citada, sabe-se que João Alves Teixeira instalou uma fazenda de gado que constituiu o primeiro núcleo de população o qual estava localizado onde se encontra hoje a cidade de Mata Grande. João Gonçalves erigiu, logo abaixo de sua residência, uma capelinha de taipa que, como era de praxe, servia também de cemitério, ao lado esquerdo do prédio de um grupo escolar. Ergueu em frente, grande cruz de madeira, feita ao tronco de enorme maçarandubeira ali existente. Dessa árvore de gigantesco porte, herdou o arraial o nome de Mata do Pau Grande.
Escrituras de 1808, documentam-lhe o nome de Mata do Pau Grande, de freguesia de Nossa Senhora da Saúde de Tacaratu. Sua denominação passou a ser Mata Grande em 1835.</Histórico><Gentílico>mata-grandense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com denominação de Mata Grande, pela lei provincial nº 18, de18-03-1837, desmembrado de Porto da Folha (mais tarde Traipú).
Pela lei provincial nº 43, de 04-05-1846, a vila é extinta. 
Elevado novamente à categoria de vila com a denominação Mata Grande, pela lei nº 197, de 28-06-1852. Reinstalada em 27-09-1852.
Pela lei provincial nº 516, de 30-04-1860, Mata Grande passou a denominar-se Paulo Afonso.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Mata Grande, pela lei estadual nº 328, de 05-06-1902.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Paulo Afonso é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 1144, de 25-05-1929, o município de Paulo Afonso passou a denomina-se Mata Grande.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada em 2007.
Alterações toponímicas municipais Mata Grande Paulo Afonso alterado, pela lei provincial nº 516, de 30-04-1860. Paulo Afonso para Mata Grande alterado, pela lei estadual nº 1144, de 25-05-1929.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ERIVALDO DE MELO LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>27.2</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9830.13</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>24,92 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>18 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="55"><geocodigo>2705101</geocodigo><Município>Matriz de Camaragibe</Município><Histórico>O município de Matriz de Camaragibe desenvolveu seu núcleo, enquanto povoado, no então Alto do Outeiro, hoje Alto da Igreja Velha, onde está instalado um cruzeiro. Ao receber como doação de sua irmã, Dona Brites Pimentel (grande proprietária de terras e de sete engenhos de açúcar) um de seus engenhos na povoação de Camaragibe, José de Barros Pimentel, já em sua primeira visita, doou uma parte de suas terras a Gonçalo Moreira, para que fosse construída a Igreja de Bom Jesus. A lei provincial 417, de 09 de julho de 1864, transferiu a sede paroquial para a cidade de Passo de Camaragibe, permanecendo assim até 1888, quando o presidente José Cesário de Miranda Monteiro de Barro restaurou a freguesia do Senhor Bom Jesus na vila de Camaragibe, através da lei provincial 1047, de 29 de dezembro. Até 1950 era vila do Passo de Camaragibe.
Em 1958, através da lei 2093, passou a ser município. Uma das curiosidades da história de Matriz é ter sido uma das únicas cidades do interior que chegou a ter imprensa própria. Em 1880 circulava 'O Camaragibe'; em 1883, o 'Atalaia'. Finalmente, em 1957, foi criado o 'Jornal da Matriz', grande defensor da idéia da emancipação. Hoje, Matriz de Camaragibe (conhecida como a 'Princesa do Norte') tem, entre suasgrandes atrações os banhos de cachoeiras nas fazendas Serra D'Água e Santa Maria. Na Praça Bom Jesus, no centro da cidade, podem ser vistos os símbolos da atual administração - os jacarés ao vivo. Destacam-se ainda as festividades do carnaval e juninas.</Histórico><Gentílico>matrizense/matizense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Matriz Camaragibe, anteriormente a 1700.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Matriz de Camaragibe, figura no município de Passo de Camaragibe. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o distrito de Matriz de Camaragibe, figura no município de Camaragibe ex-Passo de Camaragibe.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, o município se denomina Passo de Camaragibe.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Matriz de Camaragibe, figura no município de Passo de Camaragibe ex-Camaragibe. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Matriz Camaragibe, pela lei nº 2093, de 24-04-1958, desmembrado de Passo de Camaragibe. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 19-04-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distritos sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>FERNANDO HENRIQUE LIMA CAVALCANTE</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>108.12</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12457.33</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>16,09 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="56"><geocodigo>2705200</geocodigo><Município>Messias</Município><Histórico>Por volta de 1890, algumas casas que eram da família Calheiros deram início ao povoado 'Curralinho'. A posição privilegiada do local e a fertilidade das terras fizeram com que outras famílias de regiões vizinhas se transferissem para lá. Famílias como Barros, Peixoto, Lins, Rodrigues e Rosa e Silva começaram a desenvolver a agricultura e a pecuária. A linha férrea cruzava o povoado, no caminho entre Flexeiras e a Fazenda Bom Jardim. Curralinho ficava num ponto estratégico da estrada que servia a Joaquim Gomes, Murici e Flexeiras com destino a Maceió e Rio Largo. Como os viajantes passavam muito pelo lugar, o movimento contribuiu para o desenvolvimento do povoado. Em 1947, o nome foi mudado para Messias que, segundo alguns moradores antigos, teve origem em consequência do grande número de carpinteiros existentes na época. A justificativa da denominação deriva, porém, da devoção religiosa, pois a carpintaria era a profissão de São José, pai de Jesus, chamado de 'Messias'. Até 1950 era povoado de Murici e, em 1960 passou para a jurisdição de Flexeiras. A instalação da Usina Bititinga, em 1950, contribuiu decisivamente para o progresso de Messias. Com a criação de empregos e o aumento na arrecadação, o povoado exigiu autonomia administrativa. Em 1962 se transformou em município.
Os maiores atrativos do município resumem-se em dois grandes eventos, que movimentam toda a população local e reúne grande número de visitantes: a festa do padroeiro, São Sebastião, que ocorre no dia 20 de janeiro, com uma tradicional procissão pelas ruas da cidade, e a festa de Emancipação Política, realizada no dia 6 de setembro.</Histórico><Gentílico>messiense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Floriano, pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, subordinado ao município de Muricí.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Floriano, figura no município de Murici.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Floriano passou a denominar-se Messias.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Messias, figura no município de Murici ex-Floriano. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2216, de 28-04-1960, o distrito de Messias, deixa de pertencer ao município de Murici para ser anexado ao novo município de Flexeiras.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Messias, figura no município de Flexeiras.
Elevado à categoria de município com a denominação de Messias, pela lei nº 2475, de 0609-1962, desmembrado de Flexeiras. 
Sede no antigo distrito de Messias. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Floriano para Messias alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943.
Transferência Pela lei estadual nº 2216, de 28-041960, transfere o distrito de Messias do município de Murici para o de Flexeiras.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARCOS JOSE HERCULANO DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>137.77</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9940.22</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>6,73 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>6 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="57"><geocodigo>2705309</geocodigo><Município>Minador do Negrão</Município><Histórico>Foram reduzidíssimas as informações referentes à origem da povoação que resultou mais tarde no município de Minador do Negrão. A municipalidade, moradores antigos do lugar e o próprio IBGE não dispunham de elementos que pudessem facultar um estudo mais minucioso sobre o assunto. Sabe-se apenas que o município deve sua criação e povoamento a uma fazenda de gado que fora instalada em 1936 por Félix de Souza Negrão, considerado o fundador da cidade. É bem verdade que antes dessa época, já deveriam existir moradores em regiões próximas. Em 1940 foi criada uma feira livre, onde compareciam habitantes da região e comerciantes das cidades circunvizinhas. Além de Félix de Souza Negrão, são também considerados pioneiros do lugar, Joaquim Belarmino Barros, Clarindo Amorim, José Antônio Duarte e Colimério Ferreira Ferro. O Topônimo de Minador do Negrão, teve origem no fato de existir na propriedade de Félix Negrão uma fonte de água cristalina de ótima qualidade e grande potencial. Em 1950 foi elevada a condição de vila, já que o progresso da povoação que ali se formava, era uma constante. Sempre pertenceu a Palmeira dos Índios, de onde foi emancipado. A luta pela sua independência política encontrou no deputado Remi Maia e em Joaquim Belarmino Barros seus principais lideres. Ela foi alcançada através da Lei nº 2470 de 27 de Agosto de 1962, ocorrendo sua instalação oficial a 9 de Setembro do mesmo ano, com o território formado por apenas um distrito, o da sede, situação que ainda hoje perdura.
Um dos principais atrativos de Minador do Negrão é a Praça Tereza Araújo Barros, ponto de encontro de jovens e adultos. As festividades também atraem muitos visitantes da região, destacando-se a Festa da padroeira, Nossa Senhora das Graças, e o já tradicional Baile dos Casados (março), onde os participantes têm que comprovar a união com documentação.</Histórico><Gentílico>negrense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSIAS SOARES DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>31.47</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10978.56</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>16,67 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>27 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="58"><geocodigo>2705408</geocodigo><Município>Monteirópolis</Município><Histórico>O Félix Negrão que tinha uma fonte de água pura, responsável pelo abastecimento de muitas famílias do lugar. Em 1950, o povoado foi elevado à condição de vila por causa do grande movimento. Pertencia a Palmeira dos Índios até 1962 quando a vila foi emancipada. A instalação oficial aconteceu no dia 9 de setembro de 1962. A luta pela independência teve como líderes o deputado Remi Maia e Joaquim Belarmino Barros. Em 1992, o município perdeu grande parte de sua área territorial, por conta da criação do município de Estrela de Alagoas.
Um dos principais atrativos de Minador do Negrão é a Praça Tereza Araújo Barros, ponto de encontro de jovens e adultos. As festividades também atraem muitos visitantes da região, destacando-se a Festa da padroeira, Nossa Senhora das Graças, e o já tradicional Baile dos Casados (março), onde os participantes têm que comprovar a união com documentação.</Histórico><Gentílico>guaribense ou monteiropolense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Guaribas ex-povoado, pela lei estadual nº 2090, de 28-03-1958, com terras desmembradas do distrito de Jacaré dos Homens, subordinado ao município de Pão de Açúcar.
Elevado à categoria de município com a denominação de Monteirópolis, pela lei estadual nº 2250, de 15-06-1960, confirmado pela lei estadual nº 2909, de 17-06-1968, desmembrado de Pão de Açúcar.
Sede no atual distrito de Monteirópolis ex-Guaribas.
Constituído do distrito sede. Instalado em 13-08-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MAILSON DE MENDONÇA LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>80.54</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8100.9</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>9,62 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>15 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="59"><geocodigo>2705507</geocodigo><Município>Murici</Município><Histórico>O monge Frei Domingos é considerado o fundador de Murici. Foi ele, que, segundo a lenda, plantou um 'muricizeiro bravo' por volta de 1810. À sombra da árvore, paravam os viajantes para descansar e vender produtos. Antes de tornar-se cidade, o povoado de Murici pertenceu à antiga Vila dos Macacos, Imperatriz, Santa Maria Madalena e União dos Palmares. Os moradores da antiga Imperatriz eram conhecidos como 'macaquitos da Imperatriz'. Foram eles que construíram uma capela para Nossa Senhora da Conceição e casas, chamadas de 'testa de bode' e destinadas à compra de algodão em rama, uma das primeiras culturas da região. Em 1829, dois frades, Cassiano e João, reconstruíram a capela de Murici e mudaram a padroeira para Nossa Senhora das Graças. O primeiro grêmio político teve como fundador o padre Joaquim Lopes, um português que foi morar em Murici porque era perseguido como traidor do movimento mata-marinheiro. De 1855 a 1860 o povoado teve momentos de muita tensão política. Primeiro, por causa da luta entre os partidos liberal e conservador. Depois, em razão da política do Barão de Jaraguá que pretendia derrubar a Junta Governativa, composta pelo capitão Bruno Ferreira, Vasco Marinho, Gama de Melo, Vieira Peixoto, cônego Calheiros e representantes das famílias Holanda e Cansanção. Em 1892, através da Lei 15, foi transformada em cidade. Murici conta com atrativos inéditos: a maior área contínua de Mata Atlântica do Nordeste (com cavernas, cachoeiras, fauna variada e trechos ainda virgens) e o Pico da Serra do Alto do Cruzeiro. As festividades: da padroeira (2 de fevereiro), do Padre Cícero (20 a 29 de março), Emancipação Política (16 de maio) e Murici Fest (setembro).</Histórico><Gentílico>muriciense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Muricí, pela lei provincial nº 382, de 27-07-1861. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Muricí, pela lei provincial nº 626, de 16-03-1872, desmembrado de Imperatriz (mais tarde União). 
Sede na antiga povoação de Muricí. Constituído do distrito sede. Instalado em 03-06-1872. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Muricí, pela lei estadual nº 15, de 16-05-1892.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 2 distritos: Murici e Branquinha.
Pela lei estadual nº 2435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Floriano e anexado ao município de Murici.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Murici, Branquinha e Floriano.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Floriano passou a denominar-se Messias.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Murici, Branquinha e Messias Floriano. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1955.
Pela lei estadual nº 2216, de 28-04-1960, o distrito de Messias deixa de pertencer ao município de Murici para ser anexado ao município de Flexeira.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Muricí e Branquinha.
Pela lei estadual nº 2446, de 18-05-1962, desmembra do município de Murici o distrito de Branquinha. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>OLAVO CALHEIROS NOVAIS NETO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>62.58</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>14341.13</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,63 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="60"><geocodigo>2705606</geocodigo><Município>Novo Lino</Município><Histórico>O município teve origem no Sítio Lino, que o alferes Manoel Baraúna recebeu em sesmaria de Dom Pedro II premiando sua atuação na guerra de 1865. O nome Lino veio do primeiro proprietário. O alferes Baraúna morreu vinte anos mais tarde e seu filho, Manoel Baraúna Filho, herdou as terras. Ele começou a desenvolver a região e quando morreu, em 1950, suas terras foram repartidas entre cinco herdeiros. Só quando o povoado já tinha algum movimento é que as famílias Messias Dias e Guedes de Melo foram morar em Novo Lino. Construíram muitas casas e deram um novo impulso ao povoado. A BR-101, que divide o município, também contribuiu para que o progresso chegasse mais rápido. Exatamente por causa do progresso é que a comunidade resolveu se unir e lutar pela independência do povoado. Muitos trabalharam para isso e entre os que se destacaram no movimento estavam nomes como Paulo Gomes de Barros (que veio a ser prefeito), Alfredo Soares da Silva, Manoel Claudino Lemos, Manoel Sebastião de Lemos, Antonio Buarque de Lima, Izaías Buarque de Lima, João Constâncio Lima Filho, Aloísio Tavares Cordeiro, Carlos Gomes de Barros, Caetano Cavalcante, Manoel Messias da Cruz, Dionísio Guedes de Melo, Benedito Guedes de Melo e Messias José Dias. A emancipação política aconteceu em 1962, através da Lei 2.490. O território foi desmembrado de Colônia Leopoldina.
Novo Lino destaca-se na economia, por ser o 2º produtor de bananas no Estado. Poucas são as festividades, mesmo com grande animação: Festa do padroeiro, São José (19 de março) e a festa da Emancipação (1° de dezembro) ou Novo Lino Feste que vai de 29/30 de novembro e 1º de dezembro.</Histórico><Gentílico>novo-linense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município a com a denominação de Novo Lino ex-povoado, pela lei estadual nº 2490, de 01-12-1962, desmembrado de Colônia Leopoldina. 
Sede no atual distrito de Novo Lino ex-povoado. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 18-01-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARCELA SILVA GOMES DE BARROS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>51.67</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12511.38</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="61"><geocodigo>2705705</geocodigo><Município>Olho d'Água das Flores</Município><Histórico>Em 1800, o padre Antonio Duarte foi enviado à região para o trabalho de catequese. Encontrou um olho d'água ao pé de uma serra e resolveu construir uma pequena casa nesse lugar. O local passou a ser um ponto de referência na região, onde, depois, brotou uma árvoreconhecida como pau d'arco. Na época da floração cobria-se de tantas flores que, tangidas pelovento, formavam um tapete à superfície da água. Assim, o lugar ficou conhecido entre osviajantes por Olho D'Água das Flores. Até 1884, o povoado era apenas um ponto de parada. Quando Ângelo de Abreu setransferiu para a região, incentivou a agricultura e a pecuária entre os antigos moradores. Construiu pequenas estradas e alguns açudes. Foi ele, inclusive, quem mandou erguer acapela em homenagem a Santo Antonio, padroeiro do povoado. A Lei 108, de 24 de agosto de 1948, criou o distrito judiciário de Olho D'Água das Flores, no município de Santana do Ipanema. Pela Lei 1.473, de 1949, o povoado se transformou em distrito administrativo. Só em 1953, através da Lei 1.748, Olho D'Água das Flores foi emancipado. Passagem obrigatória em direção ao sertão alagoano (no sentido sul do Estado), OlhoD'Água das Flores tem, entre seus maiores atrativos, as festividades que realiza ao longo do ano e que atrai uma infinidade de visitantes, que vêm conferir a animação e a simpatia de sua população. Entre os destaques estão a festa do padroeiro, Santo Antonio (13 de junho), a festa de emancipação política (2 de dezembro) e as tradicionais vaquejadas.</Histórico><Gentílico>olho-daguense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Olho D’Água das Flores ex-povoado, pela lei provincial nº 1473, de 17-09-1949, subordinado ao município de Santana do Ipanema. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Olho D’Água das Flores, figura no município de Santana do Ipanema.
Elevado à categoria de município com a denominação de Olho D’Água das Flores, pela lei provincial nº 1748, de 02-12-1953, desmembrado de Santana do Ipanema. 
Sede no atual distrito de Olho D’Água das Flores ex-povoado. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 06-02-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ LUIZ VASCONCELLOS DOS ANJOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>111.01</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10049.99</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>8,4 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>2 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="62"><geocodigo>2705804</geocodigo><Município>Olho D'Água do Casado</Município><Histórico>Até 1870 só existia na região a fazenda do agricultor Francisco Casado de Melo, onde hoje está a sede da prefeitura. Em 1877, a construção da rede ferroviária levou para lá o acampamento dos operários. O local, para os técnicos, não poderia ser melhor, porque em toda a região brotavam olhos d'água, facilitando o trabalho e a própria vida dos operários. Depois que as obras da linha férrea e da estação terminaram, o acampamento foi transferido. Nessa época já existiam algumas casas e, para garantir o povoado, foi construída uma capela em homenagem a São José, padroeiro do lugar. Os pioneiros na formação da vila foram João Francisco Soares, Manoel Coleta de Mello, Antonio Pinto Bandeira e Antonio Matias. Em 1965, o presidente Castelo Branco suspendeu o tráfego dos trens da Rede Ferroviária, causando um impacto muito grande à região. Nessa época, começou a ser construída a AL-225, concluída em 1974. Alguns anos depois a rodovia AL-220, que passou por Olho D'Água do Casado, mudou a rotina do povoado. O desenvolvimento já era grande porque havia comunicação entre as regiões. Com o progresso veio o movimento pela emancipação. Eliseu Maia, Adeval Tenório, Vítor Barbosa, José Pereira Leite e Pedro Gomes Pereira foram os líderes. Em 1962, Olho D'água do Casado se tornou município, através da Lei 2.459. Com a construção da Usina Hidrelétrica de Xingó, o município ganhou dois grandes atrativos: o belo Riacho do Talhado (recanto do rio São Francisco, próprio para um banho, a quase 80m de profundidade) e alguns sítios arqueológicos. Entre as festividades, destacam-se a festa do padroeiro, as festas juninas, a da Emancipação (21 de setembro) e a do Caju (novembro), todas sempre animadas.</Histórico><Gentílico>casadense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Olhos D’Água do Casado ex-povoado, pela Lei n.º 1473 de 17-09-1949. Subordinado ao município de Piranhas.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Olhos D’Água do Casado, figura no município de Piranhas. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Olhos D’Água do Casado, pela Lei Estadual n.º 2962, de 22-08-1962, desmembrado de Piranhas. 
Sede no atual distrito de Olho D água do Casado ex-Olhos da Água Casado. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 21-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Prefeitura Municipal. 2009.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ DOS SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>26.29</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8053.01</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>34,01 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>14 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="63"><geocodigo>2705903</geocodigo><Município>Olho d'Água Grande</Município><Histórico>Uma vasta planície de terras férteis, possuidora de um olho d'água de grande proporção. Este foi o local onde o povoado começou a se formar, logo depois que a família de Francisco Cordeiro Dantas veio para a região. Essa fonte de água mineral fez com que os moradores vizinhos passassem a chamar o novo povoado de Olho D'Água Grande. Ainda hoje a fonte abastece todo o município. Quando pertencia a São Braz, o povoado era conhecido como 'Olho D'Água da Abóbora', em razão de, na região, haver muitas plantações de abóbora. A fertilidade das terras contribuía para grandes safras, inclusive de mandioca. Só quando o povoado passou à condição de distrito é que o nome Olho D'Água da Abóbora foi abolido. O progresso do distrito interessou a moradores de regiões próximas. Muitos se transferiram para lá, principalmente por causa das terras férteis. Nessa época começou, também, um movimento pela emancipação do distrito. Em 1962, através da Lei 2.462, o governador Luiz Cavalcante autorizou a autonomia de Olho D'Água Grande e nomeou Otávio Brito como prefeito. Em 1963, foi eleito João Claudino, um dos líderes do movimento pela emancipação, que contou, ainda, com o esforço de Machado Lobo, João Nascimento Filho, Lindor Santos, João Ferreira Nunes e Gelson Brito.
Sem pontos turísticos atrativos, o município investe nas duas principais festividades do seu calendário, que movimentam a cidade com muitos visitantes: a festa da Emancipação Política (14 de setembro) e a do padroeiro São José (19 de março).</Histórico><Gentílico>olho-grandense ou olho-daquense
</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município com a denominação de Olho d'Água Grande ex-povoado, pela lei estadual nº 2462, de 22-08-1962, desmembrado de São Brás. 
Sede no atual distrito de Olho d'Água Grande ex-povoado. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 21-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARIA SUZANICE HIGINO BAHÉ</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>41.83</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9854.21</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>21 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="64"><geocodigo>2706000</geocodigo><Município>Olivença</Município><Histórico>A história do atual município de Olivença inicia-se por volta de 1850. Em seus primeiros registros constam, nessa época, apenas um pequeno lugarejo pertencente ao território do município de Santana do Ipanema, com alguns poucos habitantes, entre eles, Antonio Serapião, Manoel Justino e Manoel Luiz da Costa. Quase 50 anos depois, em 1898, provenientes de Lagoa da Canoa, instalaram-se na região duas famílias: de Manoel Vieira de Oliveira e de Belarmino Vieira de Oliveira, que iniciaram o desenvolvimento da região com a implantação de pequenos sítios e dedicando-se à agricultura e pecuária. O lugar ficou conhecido como 'Capim' e teve este nome até a emancipação política. Cumprindo a tradição entre os ricos proprietários de terras do interior de Alagoas, as próprias famílias construíram uma capela em homenagem à Nossa Senhora do Carmo, padroeira do povoado. A matriz que existe até hoje só foi construída em 1938, mesma época da instalação da feira do povoado. A Vila do Capim foi crescendo e, em 1930, já tinha características de uma pequena cidade, mesmo ainda sendo povoado de Santana do Ipanema. Neste mesmo ano, os moradores tentaram a autonomia administrativa, tendo como principais líderes João e Odilon Vieira. Em 1959, através da lei 2.092, Capim foi elevada à condição de município autônomo com o nome de Olivença, que caracteriza a junção dos sobrenomes das famílias fundadoras do município. Mesmo enfrentando adversidades por conta da aridez da região, Olivença tem um povo festivo e alegre, que comemora efusivamente as duas grandes festas do município: a Emancipação Política (2 de fevereiro) e da padroeira Nossa Senhora do Carmo (16 de julho).</Histórico><Gentílico>olivense ou oliventino</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Capim ex-povoado, pela lei nº 1785, de 05-041954. Subordinado ao município de Santana do Ipanema. 
Criado com terras do distrito de Maravilha, subordinado ao município de Santana do Ipanema.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Capim, figura no município de Santana do Ipanema.
Elevado à categoria de município com a denominação de Olivença, pela lei estadual nº 2092, de 24-04-1958, desmembrado de Santana do Ipanema.
Sede no atual distrito de Olivença ex-Capim. Constituído do distrito sede. Instalado em 02-02-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Capim para Olivença alterado, pela lei estadual nº 2092, de 24-04-1958.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSIMAR DIONISIO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>63.87</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7290.69</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>16,48 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>2 de Fevereiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="65"><geocodigo>2706109</geocodigo><Município>Ouro Branco</Município><Histórico>O povoado onde hoje está o município de Ouro Branco começou a surgir por volta de 1830, mas só em 1881, quando Domingos Gomes mandou construir uma capela de pedra, é que moradores das regiões vizinhas começaram a se mudar para lá. Domingos Gomes chegou ao município vindo de Minas Gerais, e logo comprou terras da família Paranhos. Líder na época, escolheu o padroeiro Santo Antonio e deu o nome de OlhoD'Água do Cajueiro (nome de uma cacimba que ficava embaixo de um grande cajueiro conhecido na região) à vila que se formava. Depois de alguns anos, Gomes regressou a Minas e seu filho, Francisco Gomes, deu nova dimensão e novo nome ao povoado, que passou a se chamar Olho D'Água do Chicão. Em 1901, foi elevado à categoria de vila e chegou a sofrer ataques dos bandos de Lampião e Antonio Purcino. Anos mais tarde, chegou à vila Antonio Giló de Campos que, impressionado com a brancura das imensas plantações de algodão, escolheu o nome Ouro Branco para a futura cidade. A partir dessa época, a cidade não parou de crescer, incentivando Luiz Gonzaga de Carvalho, José Limeira Lima, Francisco Sotero Ângelo e José Soares da Silva a iniciarem o movimento pela emancipação. O município, porém, só foi desmembrado de Santana do Ipanema em 1962 através da Lei 2.445.
Ouro Branco chamou a atenção da comunidade científica, que tem realizado estudos geológicos em dois de seus pontos atrativos: a Pedra da Capelinha e o Lajedo Grande. Entre as festividades destacam-se a festa do padroeiro (01 a 13 de junho), a festa do dia da Independência (7 de setembro) e a da Emancipação Política (21 de junho).</Histórico><Gentílico>ouro-branquense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Ouro Branco ex-povoado, pela lei nº 2050, de 09-08-1957. 
Criado com terras desmembrado do distrito de Maravilha, subordinado ao município de Santana de Ipanema.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Ouro Branco, figura no município de Santana de Ipanema.
Elevado à categoria de município com a denominação de Ouro Branco, pela lei estadual nº 2445, de 17-05-1962, desmembrado de Santana de Ipanema.
Sede no atual distrito de Ouro Branco ex-povoado. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 21-06-1962. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>TACIA DENYSE DE SIQUEIRA NOBRE</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>53.29</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7271.41</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,05 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>21 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="66"><geocodigo>2706208</geocodigo><Município>Palestina</Município><Histórico>Por volta de 1880, a área onde hoje está o município de Palestina era uma fazenda que pertencia a Joaquim Félix de Melo e Manoel Januário de Carvalho. Depois que eles morreram, as famílias seguiram para outra região. Em 1940, José Ferreira de Melo, vindo de Pão de Açúcar, chegou à antiga fazenda. Lá, instalou uma mercearia e um entreposto de compra de cereais. Montou, em seguida, uma fábrica de laticínios que produzia, na época, cerca de 10 mil litros de leite por dia, além de um descaroçador de algodão. Nessa época, o local era conhecido como Retiro de Cima. Em pouco tempo formou-se um pequeno povoado. A primeira feira foi instalada pelos moradores em 1949. O comércio começou a se expandir e Retiro se desenvolveu. Além de José Ferreira de Melo - considerado fundador são lembrados na região, como pioneiros, Manoel Silvino de Carvalho, Pedro Félix de Melo, Arestides Joaquim de Carvalho, Josué Rodrigues de Carvalho, Manoel Joventino de Carvalho, Pedro e Manoel Joaquim de Carvalho. José Ferreira de Melo encabeçou o movimento pela emancipação. Em 1962, através da Lei 2.469, o povoado de Retiro passou a ser o município de Palestina, que recebeu este nome por motivos religiosos.
Nos finais de semana, a atração de Palestina é o Açude do DNOCS, onde a população pesca e mergulha para aplacar o calor. As festividades do município resumem-se na festa do padroeiro Sagrado Coração de Jesus (29 de junho) e nas comemorações da Emancipação Política (27 de agosto).</Histórico><Gentílico>palestinense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município com a denominação de Palestina ex-povoado de Retiro, pela lei estadual nº 2469, de 27-08-1962, desmembrado de Pão de Açúcar. 
Sede no atual distrito de Palestina ex-povoado de Retiro. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 08-09-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSÉ DJALMA GONÇALVES DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>104.55</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7895.59</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>27 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="67"><geocodigo>2706307</geocodigo><Município>Palmeira dos Índios</Município><Histórico>As terras ocupadas pelo município de Palmeira dos Índios constituíam primitivamente um aldeamento dos índios Chucurus, que aí se estabeleceram em meados do século XVII. Tinham esses indígenas o seu habitat cercado de esbeltas palmeiras, bem próximo ao sopé da serra onde hoje se ergue a cidade de Palmeira dos índios. O nome do município veio, pois, em conseqüência dos seus primeiros habitantes e do fato da abundância de palmeiras que então havia em seus campos - Palmeira dos Índios.</Histórico><Gentílico>palmeirense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Palmeira dos Índios em 1798. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Palmeira dos Índios, pela Resolução n.º 10, de 10-04-1835, desmembrada da Vila de Atalaia. 
Sede na povoação de Palmeira dos Índios.
Pela Lei Provincial n.º 43, de 04-05-1846, a vila é extinta sendo seu território anexado ao município de Anadia.
Elevado novamente à categoria de vila, com a denominação de Palmeira dos Índios, pela Lei n.º 209, de 23-06-1853, sendo desmembrado do município de Anadia.
Elevado à condição de cidade, pela Lei Provincial n.º 1113, de 20-08-1889.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Nos quadros do Recenseamento Geral de 1-IX-1920 o município aparece constituído de 2 distritos: Palmeira dos Índios e Olho d’Água.
Em divisões territoriais de 31-XII-1936 e 31-XII-1937 o município aparece constituído de 4 distritos: Palmeira dos Índios, Cacimbinhas, Caldeirões de Cima e Olho d’Água Acioli. Assim permanecendo no quadro fixado para vigora no período de 1944 a 1948.
Pela Lei n.º 1.473, de 17-09-1949, é criado o distrito de Minador do Negrão com terras desmembradas do distrito de Cacimbinha e anexado ao município de Palmeira dos Índios. Sob a mesma Lei o distrito de Olho d’Água do Acioli passou a denominar-se Igaci.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950 o município é constituído de 5 distritos: Palmeira dos Índios, Cacimbinhas, Caldeirões de Cima, Igaci e Minador do Negrão.
Pela Lei Municipal n.º 150, de 04-11-1952, é criado distrito de Canafistula e anexado ao município de Palmeira dos Índios.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 6 distritos: Palmeira dos Índios, Cacimbinhas, Caldeirões de Cima, Canafistula, Igaci e Minador do Negrão.
A Lei Estadual n.º 2.087, de 27-12-1957, desmembra do município de Palmeira dos Índios o distrito de Igaci, elevado à categoria de município.
A Lei Estadual n.º 2.108, de 19-09-1958, desmembra do município de Palmeira dos Índios o distrito de Cacimbinhas, elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 4 distritos: Palmeira dos Índios, Caldeirões de Cima, Canafístula e Minador do Negrão.
A Lei Estadual n.º 2.470, de 27-08-1962, desmembra do município de Palmeira dos Índios o distrito de Minador do Negrão, elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963 o município é constituído de 3 distritos: Palmeira dos Índios, Caldeirões de Cima e Canafístula. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Palmeira dos Índios (AL). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 19 p. 110-114. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_19.pdf. Acesso em: ago. 2015.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JULIO CEZAR DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>155.44</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12934.16</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,8 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>20 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="68"><geocodigo>2706406</geocodigo><Município>Pão de Açúcar</Município><Histórico>O início do povoamento começou por volta de 1611, através da mistura de brancos e índios da Serra do Aracaré, Estado de Sergipe. No início do século XVII, os Urumaris, índios que habitavam a região, conseguiram do Rei D. João IV terras às margens do rio São Francisco. Deram ao lugar o nome de 'Jaciobá', que na linguagem tupi-guarani significa 'Espelho da Lua'. A doação causou inveja aos índios Chocós, que invadiram as terras dos Urumaris e os expulsaram de lá. Em 1634, Cristóvão da Rocha tomou posse das terras onde hoje está o município. Em 1660, porém, as terras passaram, por carta de sesmaria, para o português Lourenço José de Brito Correia, que instalou uma fazenda de gado e deu a ela o nome de Pão de Açúcar. O nome vem da forma de um dos morros que era semelhante à maneira pela qual se purificava o açúcar. Em 1815, as terras foram leiloadas e arrematadas pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu grande impulso ao desenvolvimento do povoado.A freguesia, criada em 1853, invocou o Sagrado Coração de Jesus padroeiro da cidade. Pão de Açúcar ainda era vila, em 1859, quando D. Pedro II pernoitou lá, em sua viagem para Paulo Afonso. Foi elevado à condição de cidade em 18 de junho de 1887, através da Lei 756, desmembrado de Mata Grande.
A grande atração dessa cidade ribeirinha do São Francisco são as piscinas naturais, às margens do rio, chamadas de 'prainha', onde são saboreados, ao pés de uma réplica do Cristo Redentor, os pratos típicos da região: peixe surubim, camarão-pitu e a tradicional carne de sol. O artesanato, confeccionado em palha, couro, barro, tecido e madeira é atração na vila Ilha do Ferro. As principais festividade são: a festa do padroeiro (6 de junho) e da Emancipação.</Histórico><Gentílico>pão-de-açucarense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Pão de Açúcar, pela lei provincial nº 227 de 11-071853. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Pão de Açúcar, pela lei provincial nº 233, de 03-03-1854, desmembrado de Mata Grande. Sede na povoação de Pão de Açúcar. 
Constituído do distrito sede. Instalado em 07-08-1854. Elevado à condição de cidade com a denominação de Pão de Açúcar, pela lei provincial nº 756, de 18-06-1877.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Pão de Açúcar e Limoeiro.
Pela lei estadual nº 1619, de 23-02-1932, o município de Pão de Açúcar adquiriu o extinto município de Belo Monte, como simples distrito.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1993, o município é constituído de 3 distritos: Pão de Açúcar, Belo Monte e Limoeiro.
Pelo artigo 6º das disposições transitórias da constituição estadual, de 16-09-1935, desmembra do município de Pão de Açúcar o distrito de Belo Monte. Elevado novamente á categoria de município.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 2 distritos: Pão de Açúcar e Limoeiro.
Pelo decreto estadual nº 2435, de 30-11-1938, o distrito de Limoeiro passou a denominar-se Alecrim.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Pão de Açúcar e Alecrim ex-Limoeiro.
Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Jacaré dos Homens e São José da Tapera ambos ex-povoados e anexados ao município de Pão de Açúcar
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Pão de Açúcar, Alecrim, Jacaré dos Homens e São José da Tapera. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2073, de 09-11-1957, desmembra do município de Pão de Açúcar o distrito de Jacaré dos Homens. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 2084, de 24-12-1957, desmembra do município de Pão de Açúcar o distrito de São José da Tapera. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 2090, de 28-03-1958, é criado o distrito de Guaribas ex-povoado. Criado com terras desmembrada do distrito de Jacaré dos Homens e anexado ao município de Pão de Açúcar.
Pela lei estadual nº 2250, de 15-06-1960, confirmado pela lei estadual nº 2909, de 17-061968, desmembra do município de Pão de Açúcar o distrito de Guaribas. Elevado à categoria de município com a denominação de Monteirópolis.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Pão de Açúcar e Alecrim. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17-I-1991.
Pela lei municipal nº 083, de 18-04-1994, distrito de Alecrim voltou a denominar-se Limoeiro.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído de 2 distritos: Pão de Açúcar e Limoeiro ex-alecrim. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JORGE SILVA DANTAS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>34.86</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8865.82</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>17 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>3 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="69"><geocodigo>2706422</geocodigo><Município>Pariconha</Município><Histórico>As famílias Teodósio, Vieira, Viana e Félix iniciaram - no início do século XIX - a povoação do atual município de Pariconha, estabelecendo-se com a agricultura e a pecuária, principalmente, com a criação de animais de pequeno porte. Fixando-se numa localidade denominada 'Povoado Caraibeiras dos Teodósios', às margens do rio Moxotó, a família Teodósios até hoje tem lá seus descendentes. Já o restante das famílias colonizadoras da região se estabeleceram no local onde hoje está a sede do município. Cerca de 20 anos após a chegada desses primeiros colonizadores, um grupo da tribo de índios Jaripancós, originários do município de Tacaratú, em Pernambuco - precisamente de uma localidade chamada Brejo dos Padres instalou uma aldeia na Serra do Ouricuri, nas proximidadesda atual cidade. A aldeia, hoje, recebe atendimento da Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Segundo conta a história local, um ouricurizeiro cujos frutos continham duas conhas como eram chamadas as polpas desses frutos - deu origem ao nome da cidade, que era conhecida, inicialmente como 'Par-de-Conha' e, depois, simplificado para Pariconha. O Distrito Judiciário de Pariconha e seu Cartório de Registro Civil foram criados pela Lei 2.240, de 1° de maio de 1962, embora este último só tenha sido instalado dez anos depois. O município foi criado pela Constituição Estadual em 5 de outubro de 1989, desmembrado deÁgua Branca, mas sua instalação definitiva só ocorreu em 1° de janeiro de 1993.
Entre os destaques de suas festividades estão a festa da emancipação e a do padroeiro, Sagrado Coração de Jesus.</Histórico><Gentílico>pariconhense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação Pariconha, pela lei nº 2240, de 01-05-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o distrito de Pariconha figura no município de Água Branca. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.
Elevado à categoria de município com a denominação de Pariconha, pelo artigo 41, inciso III, do ato das disposições constitucionais transitórias da constituição estadual de 05-10-10-1989, desmembrado de Água Branca. 
Sede no atual distrito de Pariconha ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ANTONIO TELMO NOIA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>39.7</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7276.82</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>34,97 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>7 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="70"><geocodigo>2706448</geocodigo><Município>Paripueira</Município><Histórico>Município turístico, à beira-mar, Paripueira quer dizer 'praia de águas mansas', na linguagem indígena. Formou-se a partir de uma colônia de pescadores e cresceu por causa da proximidade com Maceió e após ser descoberta como área de veraneio. O povoado sofreu influência holandesa durante a invasão e numa pesquisa nas ruínas de um forte, foram encontradas mais de 6 mil peças. A expansão turística fez o povoado, que pertencia à Barra de Santo Antonio, crescer e ganhar importância, fazendo com que alguns moradores iniciassem um movimento pela emancipação política. José Vasco, José Dadi, Hamilton Monteiro e Lamenha Filho foram importantes nesse processo. Com isso, o município terminou criado pela Constituição Estadual de 1988. Ações judiciais questionaram a constitucionalidade do processo até 1990, quando houve um plebiscito, mas só em 1991, é que Carlos Alberto Costa foi nomeado administrador público. Em maio, uma nova liminar cassou a transformação do município, mas o STF manteve a decisão inicial. Hoje, Paripueira é uma cidade que recebe milhares de turistas ávidos por desfrutar a tranqüilidade de suas praias, destacando-se as de Costa Brava e Sonho Verde, além das piscinas naturais. No município encontra-se a maior família de peixe-boi (espécie em extinção) do Nordeste, no Parque Municipal Marinho de Preservação do Peixe-boi, único na América Latina.
A cidade convive também com a alegria das festas carnavalescas, promovendo um dos maiores carnavais do Estado, além da tradicional Festa de Santo Amaro, em janeiro, em homenagem ao padroeiro local. As festas da Agulha e da Lagosta também são prestigiadas.</Histórico><Gentílico>paripueirense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município com a denominação de paripueira, pelo artigo 41, inciso IV, do ato das disposições constitucionais transitórias da constituição estadual de 05-10-1989, desmembrado de Barra de Santo Antônio. 
Sede no atual distrito de paripueira ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CARLOS ABRAHÃO GOMES DE MOURA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>122.05</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12964.92</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>12,4 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>5 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="71"><geocodigo>2706505</geocodigo><Município>Passo de Camaragibe</Município><Histórico>O povoado se formou às margens do rio Camaragibe e em torno de uma igreja, por isso, sua primeira denominação foi Matriz de Camaragibe. Um outro povoado, porém, começou a surgir no ponto em que o rio tinha menor profundidade. O movimento intenso por causa dos comerciantes que vinham da capitania de Pernambuco para utilizar os armazéns de embarque conhecidos como 'passos'- fez com que a sede administrativa fosse transferida de Matriz para Passo de Camaragibe. Após a invasão holandesa e morte de Calabar, Passo de Camaragibe tornou-se um ponto estratégico, ideal para as comunicações entre o Norte e o Sul. As forças de Dom Luiz Rojas e Borja e as de Arkchoff combateram no território e muitas atrocidades - como a matança de mulheres e crianças, além de saques e incêndios - foram cometidas contra os moradores. Não há data precisa sobre a instalação da freguesia criada sob a invocação de Bom Jesus e transferida para Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município. Através da Lei 197, de 1852, a freguesia foi elevada à vila; à cidade, em 1880, através da Lei 842. O município possui grande potencial turístico por conta da diversidade de ecossistemas: rios, lagoas e manguezais; uma topografia dinâmica com planos, morros e penhascos, além de um mar exuberante, com arrecifes de corais. Suas principais praias são: Barra de Camaragibe (cercada de coqueirais), a de Marceneiro (tranquila e preferida pelos turistas) e a dos Morros (primitiva e escolhida para ser o pólo turístico do Projeto Costa Dourada). Entre os eventos destacam-se a festa da Emancipação (14 de junho) e a da padroeira (de 29 de novembro a 8 de dezembro).</Histórico><Gentílico>camaragibense
</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de Passo de Camaragibe, pela lei provincial nº 417, de 09-06-1864. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Passo de Camaragibe, pela lei provincial nº 197, de 28-06- 1852, desmembrada de Porto de Pedras. 
Sede na povoação de Passos de Camaragibe. Instalada em, 04-09-1852. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Passo, lei provincial nº 842, de 1406-1880.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município se denomina Passo de Camaragibe e aparece constituído de 3 distritos: Passo de Camaragibe, Matriz de Camaragibe e Urucu.
Pelo decreto nº 587, de14-09-1912, o município passou a denominar-se simplesmente Camaragibe.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Camaragibe é constituído de 3 distritos: Camaragibe, Matriz de Camaragibe e Urucu. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, o município de Camaragibe volta a denominar-se Passo de Camaragibe.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Passo de Camaragibe, Matriz de Camaragibe e Urucu. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2093, de 24-04-1958, desmembra do município de Passo de Camaragibe o distrito de Matriz de Camaragibe. Elevado à categoria de município. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distrito: Passo de Camaragibe e Urucu.
Pela lei estadual nº 2468, de 25-08-1962, desmembra do município de Passo de Camaragibe o distrito o distrito de Urucu. Elevado à categoria de município com a denominação de Joaquim Gomes.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais Passo de Camaragibe para simplesmente Passo alterado, pela lei provincial nº 842, de 14-06-1880. Passo para Passo de Camaragibe alterado, em 1911.
Passo de Camaragibe para Camaragibe alterado, pelo decreto nº 587, de 14-09-1912. Camaragibe para Passo de Camaragibe alterado, pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ELLISSON SANTOS DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>60.39</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>14290.8</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>4,81 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>14 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="72"><geocodigo>2706604</geocodigo><Município>Paulo Jacinto</Município><Histórico>O município de Paulo Jacinto teve como primeiro nome o de Lourenço de Cima, pois, havia outro denominado Lourenço de Baixo ou São Lourenço, propriedade agrícola de Lourenço Veiga, o qual construiu uma capela sob a invocação daquele Santo. O Lourenço de Cima, objeto dos presentes dados históricos, originou-se em uma capela erigida, em suas terras, por Antônio de Sousa Barbosa – homenagem a Nossa Senhora da Conceição. Antônio, considerado fundador, era paraibano, e, em 1835, transportou-se com sua família e haveres, construindo uma casa residencial e uma capela, conforme costume nas famílias abastadas e religiosas. Fez doação de considerável patrimônio de terras para assegurar a subsistência e conservação da capela a Nossa Senhora da Conceição, em cujas vizinhanças, em terreno daquele patrimônio, foram construídas as primeiras casas de taipa para moradia dos novos habitantes que, atraídos pela fertilidade do solo e amenidade do clima, para aí afluíram. Dadas as necessidades ambientais, surgiu o primeiro estabelecimento comercial, pertencente a José Carolino, na margem das estradas que vindas de cima – Palmeira dos Índios e do sertão – íam das no Riacho do Meio ( município de Viçosa) e no Pilar. Os primeiros habitantes da povoação agricultores não desprezavam os negócios e , assim, trocavam as mais diversas mercadorias. Com a inauguração, em 1911, da estação da Estrada de Ferro da “Great Western”, o Povoado passou a chamar-se Paulo Jacinto, homenagem a Paulo Jacinto Tenório, filho de Quebrangulo e que havia doado à citada Companhia uma áres de terras destinada aos serviços da nova via de comunicação.</Histórico><Gentílico>paulo-jacintense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Quebrangulo o distrito de Paulo Jacinto. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Elevado à categoria de município com a denominação de Paulo Jacinto, pela lei nº 1747, de 02-12-1953, desmembrado de Quebrangulo. 
Sede no antigo distrito de Paulo Jacinto ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-01-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>FRANCISCO MANOEL FERREIRA FONTA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>62.69</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10264.08</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>23,26 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>2 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="73"><geocodigo>2706703</geocodigo><Município>Penedo</Município><Histórico>Em 1534, Duarte Coelho Pereira, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco, desceu pelo litoral, adentrou pela foz e a sete léguas encontrou um pequeno povoado que somente em 1560 foi oficialmente reconhecido pelo segundo donatário, Duarte Coelho Pereira de Albuquerque: Penedo do São Francisco. Em 1636, foi elevado à categoria de vila com o nome de Vila do Penedo do São Francisco. Em 1637, Maurício de Nassau invade Penedo e assim passamos 10 anos sob o domínio holandês. A Vila passa a chamar-se Maurícia. Mas não tardou a surgir o movimento revolucionário no Penedo, cuja finalidade era arrancar a terra da mão dos invasores. O movimento revolucionário recebeu o nome de openeda. Assim, em 19 de setembro de 1645, Valentim da Rocha Pita, grande herói penedense, comanda a batalha final no Alto do Monte Alegre, hoje, Praça Clementino do Monte. Ali foi erguida uma cruz de pedra, em estilo bizantino, como marco do grande evento. No ano de 1660 os franciscanos chegaram a Penedo e aqui construíram o convento e Igreja de Santa Maria dos Anjos, com escolas de francês, latim e filosofia. Em 18 de abril de 1842, Penedo torna-se cidade.</Histórico><Gentílico>penedense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com a denominação de Penedo pelo Decreto Lei 12-04-1636. Instalado em 19-09-1658. Sede na povoação de Penedo. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Penedo pela Lei Provincial n.º 3, de 18-04-1842.
Pela Lei n.º 82, de 20-07-1895, o município de Penedo adquiriu o extinto município de Triunfo como simples distrito.
A Lei n.º 162, de 28-05-1897, desmembra do município de Penedo o distrito de Triunfo, elevado à categoria de município.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Penedo (AL). Prefeitura. 2015. Disponível em: http://www.penedo.al.gov.br/a-cidade-de-penedo/. Acesso em: ago. 2015.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>RONALDO PEREIRA LOPES</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>87.61</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12505.56</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,83 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>12 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="74"><geocodigo>2706802</geocodigo><Município>Piaçabuçu</Município><Histórico>O início da formação do povoado data dos primeiros tempos da exploração do baixo São Francisco. Era o local o ponto preferido pelos que atravessavam o Rio São Francisco, quando viajavam por terra para Pernambuco e Bahia. Consta que o português André Dantas, tendo um grupo de homens sob as suas ordens, entre 1660 e 1670, penetrou no Município, em 10 de outubro, dia em que se comemora a conservação de São Francisco de Borja. Com palha de palmeira construiu-se pequena barraca, dando-lhe a forma de igreja, em honra daquele santo. Assim, surgiu o povoado. O nome é antiguíssimo e vem desde o início do povoamento. Tem origem indígena: “piaçava” (palmeira). “guassu”, grande. Foi motivado pela abundância de palmeiras. Em maio de 1882 foi elevado à categoria de Vila, sendo desmembrado do Município de Penedo.</Histórico><Gentílico>piaçabuçuense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Piaçabuçu, pela lei provincial nº 539, de 11-07-1859.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Piaçabuçu, pela lei provincial nº 866, de 31-05-1882, desmembrado de Penedo. 
Sede na antiga povoação de Piaçabuçu. Instalado em 07-01-1833.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>DJALMA GUTTEMBERG SIQUEIRA BRÊDA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>71.67</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>17458.15</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>14,44 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>31 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="75"><geocodigo>2706901</geocodigo><Município>Pilar</Município><Histórico>Relatam os historiadores que a cidade do Pilar surgiu no século passado de um engenho que pertenceu ao espanhol José de Mendonça Alarcão Ayala, ancestral do Barão de Mundaú. Segundo a tradição, o nome do município tem origem na lenda do aparecimento de uma imagem de Nossa Senhora em um pilar, nos arredores do povoado. Ainda segundo a lenda, a santa foi retirada e colocada em uma capela, surgindo, tempos depois, no local primitivo. Outros historiadores, porém, afirmam que a padroeira da cidade foi trazida pelo espanhol José Ayala, de sua terra natal. No Pilar, registrou-se a última pena de morte no Brasil. O escravo Prudêncio, pertencente a João Lima e outros dois escravos Vicente e Francisco se uniram e resolveram matar os patrões. Prudêncio matou João Lima e sua mulher, mas os outros escravos não conseguiram atrair seus patrões para a emboscada. Descobertos os corpos, os negros fugiram, mas foram capturados. O Imperador D. Pedro II, então, autorizou o enforcamento de Prudêncio. A visita de D. Pedro II ao Pilar é considerada um dos mais importantes fatos históricos da cidade e da região. Em 1854, foi criada a freguesia do Pilar. Com o progresso, foi elevada à categoria de vila em 1857. Em março de 1872, a lei 624 garantiu autonomia administrativa. Em 1944, o nome de Pilar foi mudado para Manguaba pelo fato da lagoa ser o principal acidente geográfico do município. Em 1949, o município voltou a se denominar Pilar.
A beleza natural da Lagoa Manguaba é o principal encantamento do Pilar, que possui casarios coloniais do início do século passado. No município há fontes de água de boa qualidade, inclusive mineral. Sua população é alegre e acolhedora. A cidade é bastante festiva, fazendo parte de seu calendário turístico os festivais do Bagre e do Siri, além da Festa de São Pedro.</Histórico><Gentílico>pilarense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Pilar, pela lei provincial nº 250, de 08-05-1854. 
Elevado à categoria de vila com denominação de Pilar, pela lei provincial nº 321, de 0105-1857, desmembrado de Alagoas. 
Sede na antiga povoação de Pilar. Constituído do distrito sede. Instalado 12-09-1857. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Pilar, pela lei provincial n º 626, de 16-03-1872.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Pilar passou a denominar-se Mangaba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município já denominado Mangaba é constituído de distrito sede.
Pela lei municipal nº 1473, de 17-09-1949, o município de Mangaba voltou a chamar-se Pilar.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais Pilar para Mangaba alterado, pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943. Mangaba para Pilar alterado pela, lei municipal nº 1473,de 17-09-1943.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>RENATO REZENDE ROCHA FILHO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>133.37</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15458.25</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>13,31 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="76"><geocodigo>2707008</geocodigo><Município>Pindoba</Município><Histórico>Pindoba nasceu em consequência de uma promessa feita pelo fazendeiro João Dias que tinha uma propriedade agrícola onde hoje se encontra a cidade. Acometido de grave enfermidade, prometeu a São Sebastião que se ficasse recuperado, construiria uma capela em sua homenagem. A graça foi alcançada e de imediato fez construir em pequeno templo na fazenda. Todos os meses, um sacerdote ia calebrar missa na capela e passou a ser frequentada por moradores da região. O movimento religioso que alí se procedia, deu razão para que agricultores de outras regiões transferissem suas moradias para o novo local. A fertilidade das terras contribuiu para atrair inúmeras famílias desejosas de implantar prorpriedades para exploração de lavouras e criação de gado. Em pouco tempo já existiam muitas casas e o desenvolvimento começou a ser uma constante no novo núcleo que alí se formava. O primitivo nome foi Pindoba Grande, originário de um tipo de palmeira, já desaparecida. O dificíl acesso para o local não contribuía para o progresso inicial e somente com a melhoria de suas estradas foi que alcançou sua fase de desenvolvimento.</Histórico><Gentílico>pindobense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Viçosa o distrito de Pindoba. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Pelo decreto-lei nº 2361, de 31-03-1938, o distrito de Pindoba passou a denominar-se Pindoba Grande.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Pindoba Grande ex-Píndoba, figura no município de Viçosa.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Viçosa passou a denominar-se Assembléia.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Pindoba Grande figura no município de Assembléia ex-Viçosa.
Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, o município e o distrito de Assembléia voltam a denominar-se Viçosa.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Pindoba Grande, figura no município Viçosa ex-Assembléia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Pindoba, pela lei estadual nº 2070, de 10-10-1957, desmembrado de Viçosa.
Sede no atual distrito de Pindoba ex-Pindoba Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1957.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas distritais Pindoba para Pindoba Grande alterado, pelo decreto-lei nº 2361, de 31-03-1938.
Pindoba Grande para simplesmente Pindoba alterado, pela lei estadual nº 2070, de 10-10-1957.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSE CICERO CARDOSO COSTA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>24.37</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>13077.82</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>10 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="77"><geocodigo>2707107</geocodigo><Município>Piranhas</Município><Histórico>Piranhas, data do século XVII. A localidade era, então, conhecida como Tapera. Conta-se que em um riacho que é hoje chamado das Piranhas, um caboclo pescou uma grande piranha. Preparou e salgou o peixe, levando-a para sua residência . Lá chegando, verificou que se esquecera do cutelo. E, voltando-se para o filho, disse: - “Vá ao porto da piranha e traga o meu cutelo”. Esta versão foi passando de geração em geração e, segundo parece, ficou o lugar denominado “Piranhas”. E como Tapera, com o decorrer do tempo, longe de escombros e prédios espalhados, passou a ser uma povoação organizada, o nome das Piranhas foi-se estendendo desde o riacho até a povoação. O estabelecimento da navegação a vapor, em agosto de 1867, fazendo o percurso Penedo-Piranhas, veio dar novo impulso ao município. Entretanto, o maior fator de desenvolvimento deve-se à construção da estrada de ferro. No ano de 1887 foi criada a Vila com território desmembrado de Pão de Açúcar e Água Branca. </Histórico><Gentílico>piranhense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Piranhas, pela lei provincial nº 964, de 20-071885. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Piranhas, pela lei provincial nº 996, de 03-06-1887, desmembrado de Pão de Açúcar.
Instalado em 14-12-1837. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Piranhas e Entremontes. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, o distrito de Entremontes foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede de Piranhas.
Pelo decreto-lei federal nº 1686, de 17-10-1939, o município de Piranhas passou a denominar-se Marechal Floriano. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município Marechal Floriano ex-Piranhas é constituído do distrito sede. 
Pelo decreto estadual nº 2550, de 09-11-1939, é criado novamente o distrito de Entre montes e anexado ao município de Piranhas. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Marechal Floriano e Entremontes.
Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, o município de Marechal Floriano volta à antiga denominação de Piranhas. Esta mesma lei cria o distrito de Olhos d’Água do Casado ex-povoado. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Piranhas ex-Marechal Floriano, Entremontes e Olhos d’Água do Casado. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2962, de 22-08-1962, desmembra do município de Piranhas o distrito de Olhos d’Água do Casado. Elevado à categoria de município com a denominação de Olho d`Água do Casado.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 2 distritos: Piranhas e Entremontes. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais Piranha para Marechal Floriano alterado, pelo decreto-lei federal nº 1686, de 17-10-1939. 
Marechal Floriano para Piranha alterado, pela lei nº 473, de 17-09-1949.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>TIAGO TORRES FREITAS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>56.47</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10703.45</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>13,09 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>3 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="78"><geocodigo>2707206</geocodigo><Município>Poço das Trincheiras</Município><Histórico>Na época da ocupação holandesa no Brasil, chegou a Penedo um fidalgo da corte que havia sido deportado. Ele morou muitos anos com uma filha até o dia em que ela se casou e foi viver perto do rio Ipanema. O sobrenome Wanderley, da filha do fidalgo, constituiu a família que nos dias de hoje ainda tem influência na região. Alguns anos depois do casamento, foi morar na localidade João Carlos de Melo que, unindo-se aos Wanderley, teve destacada atuação no desenvolvimento do povoado. A denominação do município vem do fato de ter existido um grande poço - hoje aterrado - próximo ao rio Ipanema. No local foram construídas trincheiras de pedra, para que a população pudesse se defender de um possível ataque holandês. A fertilidade das terras e as boas condições de pasto foram suficientes para que inúmeras famílias de outras regiões se transferissem para lá, fazendo crescer o povoado. Na luta pela emancipação de Poço das Trincheiras destaca-se o nome de Osman Medeiros. A Lei 2.100, de 15 de julho de 1958, concedeu autonomia administrativa ao povoado, com território desmembrado de Santana do Ipanema. A instalação oficial aconteceu no dia 20 de janeiro de 1959.
Apesar de não possuir grandes atrativos naturais, o município de Poço das Trincheiras, revela as características festivas de sua população em uma dupla comemoração, que atrai grande número de visitantes em busca da animação e hospitalidade da cidade: a Festa da Emancipação Política e a do Padroeiro, São Sebastião, comemoradas num único dia (20 de janeiro).</Histórico><Gentílico>pocense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, figura no município de Santana do Ipanema o distrito de Poço Trincheiras. 
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o distrito aparece grafado Poço das Trincheiras.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Poço das Trincheiras ex-Poço Trincheira, figura no município de Santana do Ipanema. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com denominação de Poço das Trincheiras, pela lei estadual nº 2100, de 15-02-1958, desmembrado de Santana do Ipanema. 
Sede no antigo distrito de Poço das Trincheiras. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-01-1959. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Retificação de Grafia Poço Trincheira para Poço das Trincheiras, em 1937.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSE VALMIRO GOMES DA COSTA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>47.52</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>6432.78</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>13,57 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>20 de Janeiro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="79"><geocodigo>2707305</geocodigo><Município>Porto Calvo</Município><Histórico>O município de Porto Calvo é a freguesia mais antiga do Estado, pois já existia no século XVI. Sua fundação é atribuída a Cristóvão Lins, a quem foram doadas terras que se estendiam do rio Manguaba ao Cabo de Santo Agostinho. Nesta região, ele iniciou a cultura canavieira no Estado, construiu uma capela e sete engenhos. Porto Calvo foi um dos primeiros locais a ser habitado pelos portugueses. A cruzada organizada por Cristóvão Lins percorreu parte do litoral, expulsando os índios e se apossando de suas terras. Pelo que fez, o Rei de Portugal lhe conferiu o título de alcaide-mor de Porto Calvo. O povoado foi se formando com o movimento entre o Norte e o Sul, assumindo características de vila nos primeiros 30 anos do século XVII. A origem do nome vem de uma lenda na qual um velho calvo, que morava às margens do rio, construiu um porto, conhecido como o 'porto do calvo'. Quando foi elevada à vila, passou a se chamar Bom Sucesso, em homenagem à vitória de Matias de Albuquerque contra os holandeses. Sempre presente em fatos políticos, Porto Calvo tem pelo menos uma figura que é destaque na história nacional: Domingos Fernandes Calabar, considerado traidor da pátria por ter se aliado aos holandeses para combater espanhóis e portugueses. Alguns historiadores, porém, acreditam que ele teria sido, na verdade, um herói, que acreditava que os holandeses eram os mais indicados para desenvolver o Brasil, que vivia miseravelmente sob o jugo de portugueses e espanhóis.
A freguesia, sob invocação de N. Sra. da Apresentação foi criada em torno de 1617. A elevação da vila à cidade em 1889, através da resolução 1.115. Como atrativos (além da própria história), a cidade oferece a igreja Matriz (datada de 1610), o Alto da Forca e o rio Manguaba, além das festas da padroeira (21/11) e da Emancipação (12/04).</Histórico><Gentílico>porto-calvense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à condição de cidade com a denominação de Porto Calvo, pela resolução provincial nº 1115, de 14-11-1889.
Pela lei estadual nº 321, de 12-06-1901, desmembra do Porto Calvo o distrito de Leopoldina. Elevado á categoria de município.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 3 distritos: Porto Calvo, Jacuípe e Jundiá. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Jacuípe passou a denominar-se Jacutinga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Porto Calvo, Jacutinga ex-Jacuipe e Jundiá. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2099, de 15-07-1958, desmembra do município de Porto Calvo o distrito de Jacutinga.  Elevado à categoria de município com a denominação anterior Jacuípe. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Porto Calvo e Jundiá. 
Pela lei estadual nº 2292, de 26-08-1960, desmembra do município de Porto Calvo o distrito de Jundiá. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica municipal: Bom Sucesso para Porto Calvo alterado, pela provincial nº 1115, de 14-11-1889.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ERONITA SPOSITO LEÃO E LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>83.49</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12963.63</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,14 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>12 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="80"><geocodigo>2707404</geocodigo><Município>Porto de Pedras</Município><Histórico>A localização entre o mar e uma encosta de pedras fez com que o município tivesse três nomes: Porto Real, Águas Belas e Porto de Pedras. A colonização portuguesa contribuiu para o início do povoado, a história de Porto de Pedras está ligada à de Porto Calvo. Durante a guerra, invasão e domínio, até a expulsão, os moradores de Porto de Pedras participaram do movimento contra os holandeses. Pela barra e pelo porto passavam ou ancoravam embarcações inimigas e aliadas, vindas de Recife com alimentos e munição. No dia 14 de maio de 1633, guiados por Calabar, os holandeses entraram em Porto de Pedras, destruindo embarcações portuguesas e incendiando o povoado. Por um alvará régio em 5 de dezembro de 1815, o povoado foi elevado à categoria de vila, desmembrado de Porto Calvo. Em 1864, a vila foi suprimida e anexada a Passo de Camaragibe. No ano de 1868 foi restaurada e em 1921, através da Lei 903, transformou-se em município. Até meados da década de 60 era roteiro de viagem para Recife. Possuía estaleiros e sua importância para a navegação marítima é tão grande, que a Marinha instalou no lugar um farol, para orientação de navios.
Porto de Pedras atrai por suas belezas naturais e características culturais de seu povo. Um ponto de encontro é a travessia do rio Manguaba de barco ou balsa para Japaratinga, com uma paisagem rica em manguezais e coqueirais. As praias do Patacho e Tatuamunha são redutos de namorados. Há ainda as praias de Crôa do Tubarão e Porto de Pedras, além da bela paisagem do farol, os antigos engenhos de cana e casas grandes dos coronéis.</Histórico><Gentílico>porto-pedrense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Bom Sucesso, em fins do século XVI. 
Elevado à condição de vila com a denominação de Bom Sucesso.
Sede na antiga povoação de Bom Sucesso em 23-04-1636. Instalada em, 20-04-1855.
Pela lei nº 1054, de 27-06-1889, é criado o distrito de Leopoldina e anexado a vila de Porto Calvo.
Distrito criado com a denominação de Porto de Pedras, pela resolução de provincial nº 17, de 28-04-1835. Elevado à categoria de vila com a denominação de Porto de Pedras, por alvará de 05-121815, desmembrado da antiga vila Porto do Calvo. Instalado em 27-11-1816.
Pela lei provincial nº 417, de 09-06-1864, é criado o distrito de São Miguel dos Milagres e anexado ao município de Porto de Pedras.
Pela lei provincial nº 438, de 04-07-1864, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Porto Calvo.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Porto de Pedras, pela lei provincial nº 505, de 26-11-1868, desmembrado de Porto Calvo. Constituído de 2 distritos: Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres e Tatuamunha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2239, de 07-06-1960, desmembra do município de Porto de Pedras o distrito de São Miguel dos Milagres. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Porto de Pedras e Tatuamuha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CARLOS HENRIQUE VILELA DE VASCONCELOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>32.71</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>27492.88</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>9 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="81"><geocodigo>2707503</geocodigo><Município>Porto Real do Colégio</Município><Histórico>O povoamento de Porto Real do Colégio remonta aos meados do século XVII. Diferentes tribos de índios, entre estas, Tupinambás, Carapotas, Aconãs e Cariris, habitavam a região, vivendo da caça, da pesca e da lavoura. Os bandeirantes em demanda ao nordeste, que desciam o Rio São Francisco, em companhia dos padres jesuítas, foram os primeiros civilizados a pisar o aldeamento que ficava à margem do grande rio. Os jesuítas erigiram na povoação, no cimo de uma colina, entre densas florestas, uma capela rústica sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, em torno da qual começou a florescer a povoação. Nos meados do século XVII, os jesuítas fundaram um convento e um colégio em frente à capela, hoje matriz de Nossa Senhora da Conceição, ao lado sul da margem esquerda do Rio São Francisco. Esse colégio bem como o convento foram abandonados pelos jasuítas quando foram expulsos em virtude do decreto do Marquês de Pombal em 1759. O nome verdadeiro deveria ser Colégio de Porto Real, pois seu povoamento originou-se do Colégio dos jesuítas que lhe deram o nome de Real.</Histórico><Gentílico>colegiense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Porto Real do Colégio, em 1795.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Porto Real do Colégio, pela lei provincial nº 737, de 07-07-1876, desmembrado de Penedo. 
Sede na povoação de Porto Real do Colégio. Instalado em 18-11-1876.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ALDO ENIO BORGES</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>80.38</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>10088.72</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>7,55 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>7 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="82"><geocodigo>2707602</geocodigo><Município>Quebrangulo</Município><Histórico>Os mais antigos habitantes, firmados no que ouviram dos seus antepassados, contam que o local onde se levantou a povoação foi primitivamente habitado pelos índios Chucurus que vieram formar aldeia nas proximidade da serra da Palmeira dos Índios, já encontrados aí estabelecidos os Cariris, emigrados de Pernambuco, em consequência da seca que assolou os sertões no ano de 1740. Dizem outros, que aí houve antigamente um quilombo de pretos fugitivos. Viviam, eles, de nozes de palmeira e principalmente da caça de caititus, que em manadas, pastavam no prórpio local onde hoje é a cidade. Sendo o chefe desse quilombo excelente caçador, chamavam-no “Quebrangulo”, que na gíria dos negros significa “matador de porcos”. Teve também o nome de Vitöria, voltando posteriormente à denominação primitiva.</Histórico><Gentílico>quebrangulense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Quebrangulo, pela lei provincial nº 301, de 13-06-1856.
Elevado à categoria de vila com denominação de Quebrangulo, pela lei provincial nº 624, de 16-03-1872, desmembrado de Viçosa (ex-Assembléia). 
Instalado em 05-09-1872. Pelo decreto estadual nº 4, de 20-02-1890, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Assembléia.
Elevado novamente à categoria de vila com denominação de Vitória, pelo decreto estadual nº 47, de 27-09-1890, desmembrado de Assembléia.
Sede no atual distrito de Vitória ex-Quebrangulo. Constituído do distrito sede. Reinstalado em 19-09-1890.
Elevado à categoria de cidade com a denominação de Vitória, pela lei estadual nº 593, de 06-06-1910.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município já denominado Vitória é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 1139, de 20-06-1928, voltou a denominar-se Quebrangulo.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito de sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 2 distritos: Quebrangulo e Paulo Jacinto.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Quebrangulo e Paulo Jacinto.
Pela lei nº 1747, de 02-12-1953, desmembra do município de Quebrangulo o distrito de Paulo Jacinto. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais Quebrangulo para Vitória alterado, pelo decreto estadual nº 47, de 27-09-1890. 
Vitória para Quebrangulo alterado, pela lei estadual 1139, de 20</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARCELO RICARDO VASCONCELOS LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>35.89</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>12314.86</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>4,98 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Março</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="83"><geocodigo>2707701</geocodigo><Município>Rio Largo</Município><Histórico>A primitiva sede do município foi Santa Luzia do Norte. Diz-se que Jerônimo de Albuquerque foi quem primeiro pisou o solo do município, na época da guerra de extermínio empreendida aos Caetés. Segundo Gabriel Soares, referido por Melo Morais, um cego, estabelecendo-se aí nos princípios do século XVII, recobrou a visão. O milagre por intermédio da •Santa emprestou seu nome à localidade – Santa Luzia de Siracusa -, que tempos depois tomou a denominação de Santa Luzia do Norte. Contam também que teria tido o nome de Outeiro de São Bento, por ter havido aí um convento de São Bento. Santa Luzia do Norte é uma das mais antigas povoações de Alagoas, pois, segundo afirma João Alberto Ribeiro, Miguel Gonçalves Vieira, a quem Jorge de Albuquerque Coelho doara cinco léguas de costa, tirara dessa posse uma légua para oferecê-la a Antônio Martins Ribeiro que aí morava e possuía casas, sob a condição de 'levantar engenho de açúcar e fazer vida'. Santa Luzia do Norte chegou a ser, nos tempos coloniais e mesmo alguns anos depois, o mais importante povoado das margens da lagoa do Norte e do rio Mundaú. No ano de 1633, durante a guerra holandesa, os batavos incendiaram a cidade de Alagoas, hoje Marechal Deodoro, e marcharam contra Santa Luzia do Norte, encontrando tenaz resistência por parte dos comandados de Antônio Lopes Filgueiras, que defenderam valentemente a povoação. A cidade foi liberta e pouco sofreu no seu conjunto, tendo Antônio Lopes falecido em pleno combate. O nome de Rio Largo veio de um engenho de açúcar existente no local •onde o rio Mundaú apresenta mais largura. Dizem que no começo o engenho pertencia a descendentes dos Calheiros de Melo, sendo fracionado por herança e reconstituído posteriormente em diversas compras realizadas por Felipe Ângelo de Brito. Foi depois vendido a D. Rosa Lima Lins, também descendente dos Calheiros de Melo. Nos fins do século XIX, duas Companhias (hoje fundidas numa só - Companhia Alagoana de Fiação e Tecidos) compraram terras do Engenho Rio Largo e do Engenho Cachoeira do Regente, limítrofe, e montaram duas fábricas para industrialização de fibras têxteis. Aproveitaram-se, para tanto, das facilidades de energia hidráulica oriunda das pequenas cachoeiras formadas pelo rio Mundaú. A linha férrea, passando na localidade, muito contribuiu para o desenvolvimento do centro industrial.</Histórico><Gentílico>rio-larguense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila, com a denominação de Santa Luzia do Norte, pelo Decreto de 10-12-1830, sendo desmembrado de Alagoas. 
Sede em Santa Luzia da Alagoa do Norte. Instalado em 13-06-1831.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.
A Lei Estadual n.º 696, de 13-07-1915, transfere a sede da vila de Santa Luzia do Norte para a povoação de Rio Largo, e a eleva à condição de cidade com a denominação de Santa Luzia do Norte.
Em divisão administrativa referente ao de 1933 o município é constituído de 2 distritos: Santa Luzia do Norte e Rio Largo. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, Rio Largo passou a ser município e é constituído de 2 distritos: Rio Largo e Santa Luzia do Norte.
Pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Coqueiro Seco, com território desmembrado do distrito de Santa Luzia do Norte e anexado ao município de Rio Largo.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955 o município é constituído de 3 distritos: Rio Largo, Coqueiro Seco e Santa Luzia do Norte. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual n.º 2.463, de 23-08-1962, desmembra do município de Rio Largo o distrito de Coqueiro Seco, elevado à categoria de município.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.464, de 23-08-1962, desmembra do município de Rio Largo o distrito de Santa Luzia do Norte, elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - Rio Largo (AL). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 19 p. 155-160. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_19.pdf. Acesso em: ago. 2015.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>GILBERTO GONÇALVES DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>223.56</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15545.65</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,66 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>13 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="84"><geocodigo>2707800</geocodigo><Município>Roteiro</Município><Histórico>Os índios Caetés eram os primeiros habitantes da região, por volta de 1853. A primeira moradora, Francisca de Albuquerque instalou anos depois o sítio Livramento, construindo também - em 1900 - a primeira capela, em louvor à Nossa Senhora do Livramento. O primeiro recenseamento do local foi realizado em 1912 por João Gomes, José Balbino e Mandu Araújo. O povoado teve seu nome mudado para Roteiro logo depois pelos moradores, que acreditavam que os jesuítas descobriram, no local, o 'roteiro' de Dom Pero Fernandes Sardinha, devorado pelos índios na região. Depois de ver o povoado sendo transformado em vila, o padre Júlio de Albuquerque, da então freguesia de São Miguel dos Campos, decidiu vender o patrimônio de Nossa Senhora do Livramento - doado por Francisca de Albuquerque à santa antes de sua morte para Antonio Martins Moreira, que o revendeu, fazendo-o passar por muitos donos. A emancipação política chegou através da Lei 2.648, em 18 de dezembro de 1963, sendo instalado definitivamente apenas em 1966. Os principais líderes do movimento foram: Nemésio Gomes da Silva, Abelardo Lopes e Diney Torres.
O município possui hoje uma das maiores atrações turísticas de Alagoas: a praia do Gunga, uma ponta de areia branca, cheia de coqueiros, que une as águas do Oceano Atlântico com as do rio São Miguel. É o local ideal para a prática de esportes náuticos. Roteiro tem ainda uma culinária exuberante, com a fartura de sururu, maçunim e ostras, retirados diretamente das lagoas. Uma visão deslumbrante do local tem-se do Mirante Gutemberg Breda (na AL-101 Sul), de onde se avista toda a extensão do coqueiral da Praia do Gunga e das praias e arrecifes da Barra de São Miguel. Afora as atrações naturais, as festas da padroeira e da emancipação atraem também muitos visitantes.</Histórico><Gentílico>roteirense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Roteiro, pela lei estadual nº 2648, de 18-12-1963, desmembrado de São Miguel dos Campos. 
Sede no atual distrito de Roteiro ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-01-1966.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ALYSSON REIS SARDINHA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>51.48</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>20744.84</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>7,87 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>18 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="85"><geocodigo>2707909</geocodigo><Município>Santa Luzia do Norte</Município><Histórico>Foi uma das mais antigas povoações do Estado de Alagoas, pois já em 1663, tinha-se notícias de sua existência com a invasão dos batavos, durante a guerra holandesa, que por ali se dirigiram, depois de atacar a cidade de Alagoas, atual Marechal Deodoro. Somente em 1962, alcançou sua autonomia administrativa, se bem que 1830, chegou a ser sede do atual Município de Rio Largo. O topônimo da Povoação, teria vindo de um milagre atribuído à Santa Luzia quando um cego recobrou a visão por seu intermédio. O primeiro nome foi Santa Luzia de Siracusa, passando tempo depois para S. Luzia do Norte, até hoje conservado. De acordo com outra versão, a localidade teria sido batizada também com o nome de Outeiro de São Bento, devido a existência de um convento de São Bento nas proximidades. Antônio Martins Ribeiro foi um dos seus primeiros moradores. Recebeu ele, de Miguel Gonçalves Vieira, uma légua de terras com a condição de Ali “levantar engenho de açúcar e fazer vida”. A chegada de inúmeros novos moradores e a construção de suas casas, deram um impulso extraordinário ao povoado que encontrou desenvolvimento rápido. Em pouco tempo S. Luzia do Norte transformou-se no mais importante povoado às margens do Norte e do Rio Mandaú.</Histórico><Gentílico>nortense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com a denominação de Santa Luzia do Norte, pelo decreto de 10-12-1830, desmembrado de Alagoas. 
Sede na povoação de Santa Luzia da Alagoa do Norte. Instalada em 13-06-1831.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1991, a vila é constituída do distrito sede.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Santa Luzia do Norte, pela lei estadual nº 696, de 13-07-1915. Sob a mesma lei transfere a sede da vila de Santa Luzia do Norte para a povoação de Riacho Largo.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Santa Luiza do Norte e Rio Largo (sede). Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 2361, de 31-03-1938, baixado pelo governo estadual, o município de Santa Luzia perde a condição de município passando a ser distrito do então município de Rio Largo.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, Santa Luzia é distrito de Rio Largo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Santa Luzia do Norte, pela lei estadual nº 2464, de 23-08-1962, desmembrado de Rio Largo. 
Sede no atual distrito de Santa Luzia do Norte ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 15-12-1962.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MARCIO AUGUSTO ARAUJO LIMA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>232.77</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>23932.78</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>8,47 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>23 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="86"><geocodigo>2708006</geocodigo><Município>Santana do Ipanema</Município><Histórico>A história de Santana do Ipanema conta que, no final do século XVIII, a atual cidade não passava de um arraial, habitado por índios e mestiços. Com a chegada do padre Francisco José Correia de Albuquerque à região (vindo de Pernambuco), os índios foram catequizados e a primeira igreja construída. Em 1815, os irmãos Martins e Pedro Vieira Rêgo, descendentes de portugueses e vindos da Bahia, foram beneficiados pelo rei com uma sesmaria, instalando-se perto da Ribeira do Panema (próxima às serras da Camonga, Caiçara e Gugy), transformando suas terras em grandes fazendas e tornando-se os primeiros colonizadores.</Histórico><Gentílico>santanense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Santana do Ipanema, pela Lei Provincial n.º 9, de 24-02-1836. 
Elevada à categoria de vila com a denominação de Santana do Ipanema, pela Lei Provincial n.º 681, de 24-04-1875, é desmembrado do município de Traipu. 
Sede na antiga vila de Santana do Ipanema. Constituído do distrito sede. Instalado em, 19-06-1876.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 4 distritos: Santana do Ipanema, Maravilha, Poço das Trincheiras ex-Poço Trincheira e Sertãozinho.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2909, de 30-12-1943, o distrito de Sertãozinho passou a denominar-se Major Isidoro.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: Santana do Ipanema, Maravilha, Major Isidoro ex-Sertãozinho e Poço das Trincheiras.
Pela Lei n.º 1473, de 17-09-1949, é desmembrado do município Santana do Ipanema o distrito de Major Isidoro. Elevado à categoria de município. Sob a mesma Lei citada é criado o distrito de Olho D’Água das Flores e anexado ao município de Santana do Ipanema.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Santana do Ipanema, Maravilha, Olho D’Água das Flores e Poço das Trincheiras.
Pela Lei n.º 1748, de 12-12-1953, é desmembrado do município de Santana do Ipanema, o distrito de Olho D’Água das Flores. Elevado à categoria de município.
Pela Lei n.º 1785, de 05-04-1954, é criado o distrito de Capim, ex-povoado. Criado com terra desmembrada do distrito de Maravilha e anexado ao município de Santana do Ipanema.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Santana do Ipanema, Capim, Maravilha e Poço das trincheiras.
Pela Lei Estadual n.º 2050, de 09-08-1957, é criado o distrito de Ouro Branco, ex-povoado, criado com terras desmembradas do distrito de Maravilha e anexado ao município de Santana do Ipanema.
Pela Lei Estadual n.º 2100, de 15-02-1958, é desmembrado do município de Santana do Ipanema o distrito de Poço das Trincheiras. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 2092, de 24-04-1948, é desmembrado do município de Santana do Ipanema o distrito de Capim. Elevado à categoria de município com a denominação de Olivença.
Pela Lei Estadual n.º 2054, de 20-08-1958, é criado o distrito de Carneiros ex-povoado, anexado ao município de Santana do Ipanema.
Pela Lei Estadual n.º 2102, de 15-07-1958, é desmembrado do município de Santana do Ipanema o distrito de Maravilha. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Santana do Ipanema, Carneiros e Ouro Branco.
Pela Lei Estadual n.º 2454, de 11-07-1962, é desmembrado do município de Santana do Ipanema o distrito de Carneiros. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 2445, de 17-05-1962, é desmembrado do município de Santana do Ipanema o distrito de Ouro Branco. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2020.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - SANTANA DO IPANEMA (AL). Prefeitura. [200?].</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>CHRISTIANE SILVA BULHÕES BARROS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>102.61</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11834.31</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>14,44 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Abril</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="87"><geocodigo>2708105</geocodigo><Município>Santana do Mundaú</Município><Histórico>Por volta de 1800 existiam poucas residências e apenas uma casa de comércio na região. Algum tempo depois, foi construída uma capela, transformada na matriz de Nossa Senhora de Santana, hoje, Paróquia de Santa Ana, cujo sino foi colocado em 1873, permanecendo até hoje. O primeiro nome do município foi Mundaú-Mirim, e data dessa época a criação da feira na localidade. São considerados fundadores da cidade Manoel Pereira de Barros, Manoel José de Matos, Sérgio Olendino, Manoel Atanásio e Manoel Pinheiro. Durante muito tempo o povoado ficou isolado de outros centros. A comunicação era feita apenas através de 'picadas' abertas na mata. Somente a partir de 1940, com a abertura da estrada para União dos Palmares (hoje conhecida como 'Estrada da Laranja') é que começou a se desenvolver. A abertura para o comércio e outros centros provocou o movimento de emancipação pelos moradores mais antigos, que tiveram como principais líderes Manoel Francisco da Silva e Augusto Cavalcante Lins. Em 1960, a Lei 2.245 criou o município, mas sua instalação oficial foi em janeiro de 1961, com território desmembrado de União dos Palmares. Com a lei, veio também a mudança do nome do município para Santana do Mundaú. A estação invernosa sempre causa problemas com a sede municipal com períodos das enchentes provocadas pelo rio Mundaú. Em 1962 e no presente ano de 1977 foram as mais violentas com a destruição de inúmeras casas e causando centenas de desabrigados, mesmo assim o município é estabelecido economicamente, é o primeiro produtor de laranja lima de Alagoas e foi o quinto do Brasil, segundo o censo agropecuário de 2000. Destacndo-se, também a pecuária e a cultura da banana.
Como atrativo, Santana do Mundaú oferece aos visitantes refrescantes banhos na Bica do Jaço na localidade Caruru, bem como as Bicas Xiringa e Ararão no sítio Mirim, que recebe, nos finais de semana, turistas das cidades vizinhas, Animada, também, é a festa da padroeira, Santa Ana sendo comemorada no 2º domingo de janeiro, apesar do dia que lhe é consagrada ser 26 de julho.</Histórico><Gentílico>mundauense</Gentílico><Formação Administrativa>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de União o distrito de Mundaú-Meirim. Assim permanecendo em divisões territoriais datados de 31-XII-1937.
Pelo decreto lei nº 2361, de 31-03-1938, o distrito de Mundaú-Meirim se denomina Mundaú-Mirim.
Pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de União passou a denominar-se União dos Palmares.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Mundaú-Mirim, figura no município de União dos Palmares. Assim permanecendo em divisão em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de Santana do Mundaú, pela lei estadual nº 2245, de 14-06-1960, desmembrado de União dos Palmares. 
Sede no atual distrito de Santana do Mundaú ex-Mandaú-Mirim. Constituído do distrito sede. Instalado em 30-01-1961.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Santana do Mundaú e Mungaba. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas distritais Mundaú-Meirim para Mundaú-Mirim alterado, pelo decreto lei nº 2361, de 31-03-1938
Mundaú-Mirim para Santana do Mundaú alterado, pela lei estadual nº 2245, de 14-06-1960.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ARTHUR DA PURIFICAÇÃO FREITAS LOPES</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>48.76</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>90473.0</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,63 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>14 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="88"><geocodigo>2708204</geocodigo><Município>São Brás</Município><Histórico>Foi primitivamente uma pequena povoação localizada um pouco acima de Porto Real do Colégio e do qual fazia parte o seu território. O nome do município foi tomado do padroeiro da paróquia, São Brás. Seu território foi desmembrado do Município de Porto Real do Colégio. Anos depois, cedeu parte de seu território para a criação dos Municípios de Feira Grande, Campo Grande e Olho D'Água Grande.</Histórico><Gentílico>são-braense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de São Brás, pela lei provincial nº 702, de 19-051875.
Elevado à categoria de vila com denominação de São Brás, pela lei provincial nº 1056, de 28-06-1889, desmembrado de Porto Real do Colégio. Sede na antiga vila de São Brás. 
Instalado em 01-10-1889.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto estadual nº 1619, de 23-02-1932, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de Traipú.
Elevado novamente a categoria de município com a denominação de São Brás, pela Constituição Estadual, de 16-09-1935, desmembrado de Traipu.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto estadual nº 2335, de 19-01-1938, o município de São Brás foi novamente extinto, sendo seu território anexado ao município de Arapiraca, como simples distrito.
Pelo decreto estadual nº 2422, de 26-10-1938, o distrito de São Brás deixa de pertencer ao município de Arapiraca para ser anexado ao município de Traipu.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de São Brás, figura no município de Traipu.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de São Brás, por ato das disposições constitucionais transitórias deste estado, promulgado à 09-07-1947, desmembrado de Traipu. Sede no antigo distrito de São Brás. Constituído de 2 distritos: São Brás e Feira Grande ex-Mucambo.
Pela lei nº 1785, de 05-04-1954, desmembra do município de São Brás o distrito de feira Grande. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 2046, de 27-06-1957, é criado o distrito de Campo Grande ex-povoado e anexado ao município de São Brás.
Pela lei estadual nº 2230, de 31-05-1960, desmembra do município de São Brás o distrito de Campo Grande. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>KLINGER QUIRINO SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>48.0</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>13112.57</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="89"><geocodigo>2708303</geocodigo><Município>São José da Laje</Município><Histórico>A procedência dos primeiros povoadores teve origem nas expedições comerciais entre os povoados de Porto Calvo, Porto de Pedras e outros situados no litoral alagoano e os de Serinhaém, Rio Formoso e Cabo no interior de Pernambuco. Isso, no início do período colonial e, posteriormente, por ocasião da passagem de tropas que tomaram parte nas lutas dos quilombos dos Palmares e invasores holandeses. Em 1876, dado o desenvolvimento do Povoado que, naquela época, era chamado Lage do Canhoto, foi elevado à categoria de Vila, porém, a lei não foi cumprida.</Histórico><Gentílico>lajense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de São José da laje, pela lei provincial nº 885, de 30-06-1882. 
Elevado à categoria de vila com denominação de São José da Laje, pela resolução provincial ou pela lei provincial nº 681, de 24-04-1875 e por lei provincial nº 737, de 07-07-1876.
Suprimida pela lei provincial nº 956, de 13-07-1885. Restaurado pela lei nº 986, de 28-06-1886.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Elevado à categoria de cidade com a denominação de São José da Laje, pela lei estadual nº 681, de 16-06-1920.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município aparece constituído de 3 distritos: São José da Laje, Canastra e Piquete.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 2 distritos: São José da Laje e Piquete. Não figurando o distrito de Canastra.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Piquete passou a denominar-se Ibateguara.
No quadro fixado para vigorar em 1949-1953, o município é constituído de 2 distritos: São José da Laje e Ibategura ex-Piquete.
Pela lei estadual nº 2076, de 19-11-1957, desmembra do município de São José da Laje o distrito de Ibateguara. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ANGELA VANESSA ROCHA PEREIRA BEZERRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>88.4</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15241.67</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>19,83 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>28 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="90"><geocodigo>2708402</geocodigo><Município>São José da Tapera</Município><Histórico>A colonização de São José da Tapera foi iniciada em 1900, na fazenda existente no local onde hoje situa a cidade. Era uma propriedade agrícola pertencente à família Maciano. Próximo à fazenda, residia Antônio Francisco Alves, conhecido como Antônio Massuá. Anos depois, procedente de Pão de Açúcar, chegou à região Afonso Soares Vieira, instalando alí uma casa de comércio. Tempo depois, foi criada uma feira de grande aceitação pelos moradores das vizinhanças. A iniciativa fez com que a presença de agricultores de outros município conhecessem a fertilidade das terras locais, incentivando-os a instalar propriedades no novo núcleo que alí se formava. Começaram, então a proliferar casas de taipa (taperas). Em seguida, foi construída uma capela dedicada a São José. Aproveitaram a existência das edificações simples, batizando o local com o nome de São José da tapera.</Histórico><Gentílico>taperense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de São José da Tapera (ex-povoado), pela lei nº 1473, de 17-09-1949, subordinado ao município de Pão de Açúcar.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de São José da Tapera, figura no município de Pão de Açúcar. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de São José da Tapera, pela lei estadual nº 2084, de 24-12-1957, desmembrado de Pão de Açúcar.
Sede no antigo distrito de São José da Tapera. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1959.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JARBAS PEREIRA RICARDO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>60.77</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>8498.44</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>21,66 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="91"><geocodigo>2708501</geocodigo><Município>São Luís do Quitunde</Município><Histórico>Até 1870 não existiam vestígios de povoado no local onde hoje é o Município, o Major manoel Cavalcante, proprietário do engenho Castanha Grande, sentindo-se prejudicado com a invasão de seus terrenos, doou ao seu filho Joaquim Machado da Cunha Cavalcante terras do Quitunde sob a condição de implantar a povoação. Joaquim Machado encarregou logo o engenheiro alemão Carlos Baltenstern de fazer o levantamento de certa área, para implatação de um povoado que viria a ser a atual cidade de São Luís do Quitunde. O progresso da nascente povoação fez-se rápido, pois, em 1871, um ano após sua fundação, já contava com uma população de quase novecentos habitantes.</Histórico><Gentílico>quitundense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de São Luís do Quitunde, pela lei provincial nº 869, de 22-06-1882. 
Elevado à categoria de vila com denominação de São Luís do Quitunde, pela lei provincial nº 851, de 23-06-1879, desmembrado de Passo de Camaragibe. 
Sede na Povoação de São Luís do Quitunde. Instalado em 16-05-1892.
Elevado à condição cidade com a denominação de São Luís do Quitunde, pela lei estadual nº 15, de 16-05-1892.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: São Luís do Quitunde e Flexeiras.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município de São Luís do Quitunde aparece constituído de 3 distritos: São Luís do Quitunde, Flexeiras e Barra de Santo Antônio Grande.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Barra de Santo Antônio Grande passou a denominar-se Barra de Santo Antônio.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: São Luís do Quitunde, Barra de Santo Antônio ex-Barra de Santo Antônio Grande e Flexeiras. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 2216, de 28-04-1960, desmembra do município São Luís do Quitunde o distrito de Flexeiras. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 Distritos: São Luís do Quitunde e Barra de Santo Antônio.
Pela lei estadual nº 2285, de 20-08-1960, desmembra do município de São Luís do Quitunde o distrito de Barra de Santo Antônio. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>FERNANDA MARIA SILVA CAVALCANTI DE OLIVEIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>81.61</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>18080.59</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>19,91 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="92"><geocodigo>2708600</geocodigo><Município>São Miguel dos Campos</Município><Histórico>O atual município de São Miguel dos Campos foi, pode-se afirmar, um dos primeiros do Estado de Alagoas, e quiçá de quase todo o Brasil, que teve a visita da gente portuguesa, pois nele, no ano seguinte ao do descobrimento, a primeira expedição enviada por El-Rei Dom Manoel, o Venturoso, comandada por Gonçalves Coelho e tendo como piloto Américo Vespúcio, transpôs a barra do rio São Miguel, que recebeu este nome por se ter dado o fato no dia 29 de setembro de 1501, consagrado pela Igreja Católica ao Arcanjo São Miguel. No decorrer dos tempos, muitos dos portugueses que vinham para o Brasil em busca de fortuna foram atraídos pela fertilidade das terras adjacentes ao rio São Miguel, dedicando-se à agricultura, principalmente da mandioca, milho, arroz e cana-de-açúcar, e à exploração das riquezas florestais, especialmente do pau-brasil, que existia em abundância. A fertilidade dos terrenos era tão prodigiosa que um diretor holandês, em relatório de outubro de 1643, foi levado a escrever que 'eram campos tidos e reconhecidos como os mais ricos pastos de todo o Brasil'. É possível que no início os exploradores costumassem desembarcar no lugar denominado Rateio, que dizem tratar-se de uma corrutela de Roteiro, seguindo daí por uma estrada por eles aberta, e muito freqüentada antigamente, para os diversos pontos do município, estabelecendo-se à margem direita do rio São Miguel. A margem esquerda foi também sendo habitada, abrindo-se caminhos na mata virgem para as comunicações com a vila de Madalena, depois cidade de Alagoas, e atual Marechal Deodoro. Quer por uma, quer por outra margem, a exploração foi subindo o rio até as suas cabeceiras, nas terras do atual município de Anadia, então denominado Campos dos Arrozais de Inhauns. Pela ligação que existia entre os dois municípios, que nesse tempo não estavam ao menos delineados, à lgreja Matriz de São Miguel dos Campos, nome de São Miguel, foi acrescentada a denominação restritiva 'dos Campos' que ainda conserva. Não se pode precisar a época exata da formação do núcleo que se tornou povoado, vila e atual cidade de São Miguel dos Campos. Supõe-se, no entanto, que é tão velho quanto a vila de Madalena (Marechal Deodoro).</Histórico><Gentílico>miguelense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de vila com a denominação de São Miguel dos Campos pelo Decreto de 10-07-1832, sendo desmembrado do município de Alagoas. 
Sede na antiga vila de São Miguel dos Campos. Instalada em, 14-01-1833.
Elevado à condição de cidade com a denominação de São Miguel dos Campos pela Lei Provincial n.º 423, de 18-06-1864.
Pelo Decreto Estadual n.º 100, de 24-03-1891, é criado o distrito de Barra de São Miguel e anexado ao município de São Miguel dos Campos.
Em divisão administrativa referente ao de 1911 o município e aparece constituído de 5 distritos: São Miguel dos Campos, Barra de São Miguel, Campo Alegre do Mosquito, Boca da Mata e Jequiá da Praia.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município aparece constituído do distrito sede, não figurando os distritos da divisão de 1911.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município volta a ser constituído de 4 distritos: São Miguel de Campos, Barra de São Miguel, Boca da Mata e Campo Alegre, não figurando o distrito de Jequiá da Praia.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937 o município está grafado São Miguel dos Campos e é constituído dos mesmos municípios da divisão anterior. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939 a 1943 o município é constituído de 4 distritos: São Miguel de Campos, Barra de São Miguel, Boca da Mata e Campo Alegre.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o distrito de Campo Alegre passou a denominar-se Mosquito.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948 o município já grafado São Miguel os Campos é constituído de 4 distritos: São Miguel dos Campos, Barra de São Miguel, Boca da Mata e Mosquito. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela Lei n.º 1.637, de 05-08-1952, o distrito de Mosquito voltou a denominar-se Campo Alegre.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955 o município é constituído de 4 distritos: São Miguel de Campos, Barra de São Miguel, Boca da Mata e Campo Alegre.
A Lei Estadual n.º 2.085, de 26-12-1957, desmembra do município de São Miguel dos Campos o distrito de Boca da Mata, elevado à categoria de município.
A Lei Estadual n.º 2.086, de 26-12-1957, desmembra do município de São Miguel dos Campos o distrito de Campo Alegre, elevado à categoria de município.
Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 18-08-1958, são extintos os municípios de Campo Alegre e Boca da Mata, sendo seu território anexado ao município de São Miguel dos Campos, como simples distritos.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - São Miguel dos Campos (AL). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 19 p. 178-186. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_19.pdf. Acesso em: ago. 2015</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>GEORGE CLEMENTE VIEIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>151.27</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>18340.95</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,26 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>29 de Setembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="93"><geocodigo>2708709</geocodigo><Município>São Miguel dos Milagres</Município><Histórico>São Miguel dos Milagres é um dos mais antigos povoados de Alagoas. A colonização começou durante a invasão holandesa, quando moradores de Porto Calvo fugiram à procura de um abrigo onde pudessem, também, observar o movimento dos invasores que utilizavam o rio Manguaba para chegar ao interior. Eles encontraram, na região, uma colina de onde avistaram extensa área de terras até o mar. Formou-se aí o engenho Mata Redonda, local onde houve uma grande batalha, que resultou na expulsão dos holandeses. O povoado ficou conhecido como Freguesia Nossa Senhora Mãe do Povo, a padroeira. Algum tempo depois, um pescador encontrou na praia uma peça de madeira coberta por musgos e algas e passou a usá-la nos serviços domésticos. Ao limpar a peça, o pescador descobriu que era a estátua de São Miguel Arcanjo, ficando curado de um grande problema de saúde. A notícia se espalhou e o lugar ficou conhecido como São Miguel dos Milagres. Por algum tempo, o povoado liderou o comércio açucareiro e chegou a ser o maior produtor de côco, quando ainda pertencia a Porto de Pedras. Em 1864, foi elevado à vila. Em 1914, Augusto de Barros Falcão, José Braga, Aderbal da Costa Raposo e João Moraes buscaram a emancipação, que só foi obtida em 1960, através da Lei 2.239.
Conhecida por suas praias de águas mansas e cristalinas, a cidade de São Miguel dos Milagres tem, na praia de Porto da Rua - povoado próximo - seu maior atrativo. Entre os eventos destacam-se: o Festival de Frutos do Mar (em abundância no município), e as festas do padroeiro (21 de janeiro) e de Emancipação (7 de junho).</Histórico><Gentílico>milagrense ou miguelense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de São Miguel dos Milagres, pela lei provincial nº 417, de 09-06-1864.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de São Miguel dos Milagres, figura no município de Porto de Pedras. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Elevado a categoria de município com a denominação de São Miguel dos Milagres, pela lei estadual 2239, de 07-06-1960, desmembrado de Porto de Pedras. 
Sede no antigo distrito de São Miguel dos Milagres ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 04-07-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 
A Lei Estadual n.º 246, de 11-11-1958, desmembra do município de São Miguel dos Campos o distrito de Boca da Mata, elevado novamente à categoria de município.
A Lei Estadual n.º 2.241, de 08-06-1960, desmembra do município de São Miguel dos Campos o distrito de Campo Alegre, elevado novamente à categoria de município
Em divisão territorial datada de I-VII-1960 o município é constituído de 2 distritos: São Miguel dos Campos e Barra de São Miguel.
A Lei Estadual n.º 2.612, de 02-07-1963, desmembra do município de São Miguel dos Campos o distrito de Barra de São Miguel, elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JADSON LESSA DOS SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>93.34</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>20724.13</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>20,69 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>7 de Junho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="94"><geocodigo>2708808</geocodigo><Município>São Sebastião</Município><Histórico>A Origem da cidade de São Sebastião teve início com o povoamento Salomé há mais ou menos duzentos e cinqüenta anos, 'Salomé' originou-se da junção dos sons das palavras sal e mel, mercadorias transportadas pelos tropeiros que circulavam muito pela região. Por ser localizada em entroncamento bastante movimentado, próximo da fronteira Alagoas/Sergipe e cidades prósperas como Penedo e Palmeira dos Índios (hoje a cidade próxima mais desenvolvida é Arapiraca) serviam muitas vezes de pouso. Tendo o tropeiro José Luiz, fixado residência, constituído família e instalado no local uma hospedaria, sendo por muitos anos o único morador da região. A fertilidade das terras chamou a atenção de criadores e agricultores de outras regiões, descobrindo-se sua vocação para a agricultura. Desenvolveram-se as lavouras de algodão, fumo, amendoim (exportado em grande quantidade para Aracajú) e toda uma lavoura de subsistência. O povoado desenvolveu. Os proprietários de terra asseguravam o desenvolvimento do comércio, os escravos nas festas difundiam viola e o berimbau. As mulheres distraiam-se jogando bilros e de suas mãos habilidosas surgiram belíssimas rendas. O que até hoje caracteriza o município como 'terra das rendas de bilro'. Em 1890 foi construída a igreja de Nossa Senhora da Penha, padroeira da Cidade que se comemora em 8 de setembro. O progresso foi chegando de forma célebre, moradores ilustres como Manoel Dionísio, Belo, Manoel Jandaia, Padre Caetano, Manoel Correia, Antonio Abílio e outros se uniram para articular o desmembramento do povoado do município de Igreja Nova. Em 31 de maio de 1960 ocorreu a emancipação política, através da lei 2.229 e, em homenagem ao santo e ao governador da época Sebastião Muniz Falcão, foi dado ao povoado de Salomé o nome de São Sebastião.</Histórico><Gentílico>salomeense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Salomé, pelo decreto estadual nº 39, de 11-09-1890, subordinado ao município de Triunfo.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Salomé, figura no município de Triunfo.
Pela lei estadual nº 1139, de 30-06-1928, o município de Triunfo passou a denominar-se Igreja Nova.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Salomé figura no município de Igreja Nova ex-Triunfo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-VII-1955.
Elevado à categoria de município com a denominação de São Sebastião, pela lei estadual 2229, de 31-05-1960, desmembrado de Igreja Nova ex-Triunfo. 
Sede no atual distrito de São Sebastião ex-Salomé. Constituído do distrito sede. Instalado em 22-07-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica distrital Salomé para São Sebastião alterado, pela lei estadual nº 2229, de 31-05-1960.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOSE PACHECO FILHO</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>101.59</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>16515.04</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>18,11 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>22 de Julho</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="95"><geocodigo>2708907</geocodigo><Município>Satuba</Município><Histórico>As origens do atual Município de Satuba retroagem ao ano de 1893, no local conhecido como Carrapato, onde, existiam na época, 11 casas de taipa e palha. Foi construída, nessa mesma época, uma pequena capela em área próxima onde hoje se encontra edificada a igreja matriz, cujo patrono é N.S. da Guia. A povoação desenvolveu-se de forma lenta e só recebeu impulso mais forte, com a chegada dos trilhos da estrada de ferro. Por esta ocasião, seu topônimo foi modificado para Satuba, originado, - segundo alguns – da saúva, conhecida formiga que existia na localidade.</Histórico><Gentílico>satubense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Satuba, pela lei estadual nº 2265, de 23-07-1960, desmembrado de Rio Largo. 
Sede na atual Vila de Satuba. Constituído do distrito sede. Instalado em 17-08-1960.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>DIOGENES JOSÉ NETO DE AMORIM</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>342.57</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>13582.37</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>17,75 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>17 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="96"><geocodigo>2708956</geocodigo><Município>Senador Rui Palmeira</Município><Histórico>Por volta de 1930, Antonio Afonso, vindo de Palmeira dos Índios, instalou uma fábrica de corda na região hoje ocupada pela sede do município de Senador Rui Palmeira. Ele utilizava como matéria-prima o caroá, planta de pouca folhagem que era encontrada com facilidade nos arredores. Em torno dessa atividade cresceu um reduzido povoado. O início das atividades comerciais apresentando características de feira foi no dia 30 de outubro de 1943, comemorado com a realização da primeira missa. Em 1945, José Rodrigues Fontes montou um alambique para a produção de cachaça, tornando a localidade conhecida como 'Usina'. Entretanto, o topônimo 'Riacho Grande' acabou prevalecendo para o povoado, em razão do rio que corta o lugar obter, no inverno, razoável largura. E foi com esse nome de Riacho Grande, adotado definitivamente pelo missionário e ratificado pela população, que o povoado se desenvolveu chegando ao ponto de tornar sua emancipação um fator natural. Em 1981, através de plebiscito, conseguiu a emancipação política, desvinculando-se de Santana do Ipanema. E como município ganhou novo nome passando a constar no mapa de Alagoas como Senador Rui Palmeira. Uma homenagem feita pelo então governador Guilherme Palmeira a seu pai.</Histórico><Gentílico>rui-palmeirense</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Senador Rui Palmeira, pela lei estadual nº 4346, de 13-05-1982, desmembrado de Santana do Ipanema. 
Sede no atual distrito de Senador Rui Palmeira ex-povoado de Riacho Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 27-01-1983.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JEANE OLIVEIRA MOURA SILVA CHAGAS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>38.07</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>6303.92</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>11,3 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>13 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="97"><geocodigo>2709004</geocodigo><Município>Tanque D'Arca</Município><Histórico>O atual município de Tanque D`Arca originalmente era uma mata virgem e antes da colonização havia apenas uma picada neste mata, o único caminho a Palmeira dos Índios e Anadia. No local onde hoje se localiza a cidade, havia em tanque de água natural sob a sombra de um oitizeiro. Contam os moradores antigos que uma arca com muitos e variados objetos foi deixado por um grupo de ciganos - após um grande período de acampamento - exatamente à sombra do oitizeiro, despertando a curiosidade da população local. Esse fato marcou o cotidiano dos moradores, que, a partir dele, decidiram modificar o nome da localidade para Tanque D` Arca. As primeiras famílias que habitaram a região eram originárias de Pernambuco e entre elas destacavam-se as de Manoel Vitorino, Manoel Barbosa e João Alemão, que lideravam as instalações. Os primeiros locais a serem habitados foram as terras onde hoje estão o sítio Carrapato e as ruas José Garcez e Hernani Almeida, onde foram construídas as casas dos novos moradores. Com o crescimento populacional no local, iniciou-se a monocultura da cana-de-açúcar na região. O povoado se desenvolveu rapidamente e logo foram construídos armazéns para a compra de cereais e instalado um descaroçador de algodão. O território que pertencia a Anadia só foi desmembrado em 1962, através da Lei nº 2507, mas sua instalação oficial só ocorreu no ano seguinte.
Hoje, Tanque D` Arca tem se destacado como o mais novo pólo do cultivo de flores como as bromélias, vendidas em grande quantidade. Seus principais festejos são a festa da emancipação e a da padroeira, Nossa Senhora Mãe do Povo.</Histórico><Gentílico>tanquense</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>WILMÁRIO VALENÇA SILVA JUNIOR</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>47.27</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>9730.38</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>- óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>1 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="98"><geocodigo>2709103</geocodigo><Município>Taquarana</Município><Histórico>Ao instalar a fazenda 'Canabrava' com a criação de gado e diversificadas lavouras em 1750, a família Correia Pais deu origem ao atual município de Taquarana, que até sua emancipação política era conhecida por 'Canabrava dos Pais'. Como na maioria dos municípios alagoanos, o povoado se expandiu a partir de 1821, com a construção da matriz de Santa Cruz, num local já afastado da fazenda. Considerados também como fundadores, Luiz Carlos de Souza Barbosa, Antônio Paulino da Silva, Antônio Faustino da Silva Madeira e José Miguel Soares - com suas famílias - foram os primeiros habitantes. Ponto de passagem obrigatório - pela estratégica posição de proximidade com a estrada que ligava o Sertão à capital - alcançou o progresso rapidamente. Em 1938 foi elevada à condição de vila, ainda pertencendo a Limoeiro de Anadia. Os expoentes da luta pela emancipação foram Manoel Rodrigues de Oliveira, José Tenório de Souza, Floriano de Souza Castro e Pedro Cícero da Silva. A autonomia administrativa, porém, só veio em agosto de 1962, através da Lei nº 2465, que também alterou nome da cidade para Taquarana, uma outra denominação para Canabrava - uma planta característica e abundante no Agreste - por sugestão do Bispo Dom Rômulo de Farias. Embora não tenha maiores atrativos naturais, o município se destaca pelas festividades, onde despontam toda a hospitalidade e animação de sua população, atraindo muitos visitantes de cidades vizinhas. Entre os mais animados festejos estão as festas juninas, o carnaval, a festa da padroeira Santa Cruz e a da emancipação, todas comemoradas com grande estilo.</Histórico><Gentílico>taquaranense
</Gentílico><Formação Administrativa>Falta de informação na Fonte de dados</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>GERALDO CÍCERO DA SILVA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>114.55</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>15653.32</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,68 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>24 de Agosto</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="99"><geocodigo>2709152</geocodigo><Município>Teotônio Vilela</Município><Histórico>Entre 1955 e 1958, os trabalhadores dos engenhos se reuniam, aos domingos, próximos às fazendas Brejo e Rico para receber o pagamento semanal. Pela estrada passavam muitos feirantes de Coruripe com destino a Arapiraca. Certo dia, os trabalhadores resolveram fazer suas compras aos feirantes – depois, esse comércio tornou-se uma rotina. Em pouco tempo estava criada a feira do pequeno povoado de Chá da Planta. A prefeitura de Junqueiro mandou, inclusive, construir um galpão para armazenagem dos cereais durante o inverno. Mais tarde, o povoado passou a se chamar Vila São Jorge. A administração de Junqueiro, a quem pertencia a vila, construiu um grupo escolar, açougue, mercado público e o nome foi mudado para Feira Nova, fundada oficialmente em 10 de outubro de 1966. Adiante, a vila ganhou energia elétrica, um cemitério e o comércio seguiu sua expansão. No início da década de 70, o senador Teotônio Vilela passou a visitar a Vila de Feira Nova e estudar a implantação de uma usina de açúcar na região. Ela começou a ser construída em 1973. A indústria acelerou o desenvolvimento e o povoado superou até mesmo Junqueiro, a sede do município. Em 1982, a vila elegeu três vereadores, que começaram de imediato o movimento pela autonomia. Através de plebiscito, Feira Nova decidiu pela emancipação política, com o nome alterado para Teotônio Vilela. O município foi criado em 1986. Somente em novembro de 1988, Fernando José Torres foi eleito o primeiro prefeito, tomando posse em janeiro de 1989. O maior atrativo de Teotônio Vilela são as tradicionais bandas de fanfarra, conhecidas em todo o Estado. Diversos festivais e a festa de emancipação fazem a alegria da população e dos visitantes.</Histórico><Gentílico>vilelano</Gentílico><Formação Administrativa>Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Teotônio Vilela, pela lei estadual nº 4831, de 12-12-1986, alterada pela lei estadual nº 4884, de 27-02-1987, desmembrado dos municípios de Coruripe, Junqueiro e Campo Alegre. 
Sede no atual distrito de Teotônio Vilela, ex-povoado de Feira Nova de Junqueiro. Instalado em 01-01-1989.
Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>PEDRO HENRIQUE DE JESUS PEREIRA</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>138.15</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>11452.33</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>8,03 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>12 de Dezembro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="100"><geocodigo>2709202</geocodigo><Município>Traipu</Município><Histórico>O significado do nome Traipu tem duas versões: segundo uns, quer dizer “muito Peixe”, segundo outros, “olho d’água do monte”. Conta-se que Pedro Gomes, mestre de campo, instituiu um morgado para seus descendentes nos fins do século XVII, dando-lhe o nome de Porto da Folha. O local começou a ter desenvolvimento e constituiu-se em um povoado com o mesmo nome. Posteriormente passou a chamar-se Traipu, em razão de se achar o povoado muito perto da barra do rio do mesmo nome. Em 1835, foi criada a Vila com o nome de Porto da Folha e, em 1870, recebeu oficialmente, a denominação de traipu. Por ocasião da emancipação, Traipu desvinculou-se dos Distritos de Mata Grande, Santana do Ipanema, Batalha, São Brás e Girau do Ponciano.</Histórico><Gentílico>traipusense ou traipuense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com denominação de Porto da Folha, pela lei provincial nº 960, de 18-071885. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Porto da Folha, pela Resolução Provincial nº 19, de 29-04-1835, desmembrado de Penedo.
Instalado em 02-08-1838. Pela lei provincial nº 516, de 30-04-1870, a vila de Porto da Folia passou a denominar-se Traipú. 
Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de Traipu, pela lei estadual nº 14, de 16-05-1892. 
Pela lei estadual nº 34, de 30-05-1893, o município de Traipu adquiriu a extinta vila de Belo Monte como simples distrito. 
Pela lei nº 82, de 20-07-1895, desmembra do município de Traipu o distrito de Belo Monte. Elevado à categoria de município. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Traipu, Belo Horizonte e Lagoa da Canoa.
Pelo decreto-lei estadual nº 2435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Mucambo e anexado ao município de Traipu. Sob o mesmo decreto o município adquiriu o distrito de São Brás, do município de Arapiraca e perdeu o distrito de Lagoa da Canoa para o município de Arapiraca.
Pelo decreto-lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o distrito de Belo Horizonte passou a denomina-se Ponciano e o distrito de Mucambo a denominar-se Feira Grande.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Traipu, Belo Horizonte, Belo Monte, Feira Grande ex-Mucambo e São Brás.
Por Ato das Disposições Constitucionais Transitórias de 09-07-1947, desmembra do município de Traipu o distrito de Belo Monte. Elevado à categoria de município. Sob a mesma lei desmembra do município de Traipu os distritos de São Brás e Feira Grande, para formar o novo município de São Brás.
Pela lei estadual nº 2101, de 15-07-1958, desmembra do município de Traipu o distrito de Ponciano.
Elevado à categoria de município com a denominação de Girau do Ponciano. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alteração toponímica municipal Porto da Folha para Traipu alterado, pela lei provincial nº 516, de 30-04-1870.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>MANUEL LUCAS KUMMER FREITAS DOS SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>36.82</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>7246.99</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>20,9 óbitos por mil nascidos vivos </Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>16 de Maio</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="101"><geocodigo>2709301</geocodigo><Município>União dos Palmares</Município><Histórico>As primeiras habitações do município de União dos Palmares surgiram no século XVIII, num povoado chamado 'Macacos', à margem esquerda do rio Mundaú. O português Domingos de Pino construiu a primeira capela do local dedicada à Santa Madalena. A povoação passou a ter o nome da padroeira, O crescimento do lugarejo provocou seu desmembramento do município de Atalaia, a 13 de outubro de 1831, através de Decreto Governamental. A denominação 'União' surgiu através de Decreto e teve origem no fato de a cidade ser o elo entre as estradas de ferro de Alagoas e Pernambuco. Em 1944, ocorreu a mudança definitiva para 'União dos Palmares', homenageando o quilombo que permaneceu na região por quase um século. Foi em União dos Palmares, mais precisamente na Serra da Barriga (uma das atrações turísticas da cidade), que os negros rebelados contra a escravidão construíram a República Independente do Quilombo dos Palmares, o símbolo do anseio e da resistência negra pela liberdade, tendo como líder maior o negro Zumbi, imortalizado numa estátua no alto da serra.</Histórico><Gentílico>palmarino</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Vila Nova da Imperatriz por Resolução Provincial n.º 8, de 10-04-1835. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Nova da Imperatriz pelo Decreto de 13-10-1831, sendo desmembrado do município de Atalaia.
Pela Lei Provincial n.º 737, de 07-07-1876, a vila de Nova da Imperatriz é extinta, sendo seu território anexado ao município de Atalaia como simples distrito. 
Elevado novamente à categoria de vila com a mesma denominação anterior pela Lei Provincial n.º 956, de 13-07-1885. 
Elevada à condição de cidade com a denominação de Vila Nova da Imperatriz, pela Lei Provincial n.º 1.113, de 20-08-1889.
Pelo Decreto Estadual n.º 46, de 25-09-1890, o município de Vila Nova da Imperatriz passou a denominar-se União.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município aparece constituído de 6 distritos: União, Barro do canhoto, Mandaú-Mirim, Mungaba, São José do Bolão e Timbó.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece com o distrito sede, não figurando os distritos da divisão de 1911.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937 o município aparece constituído de 3 distritos: União, Barro do Canhoto e Mundaú-Mirim.
Pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1938, é criado o distrito de Mungaba com terras desmembradas do distrito de Barro do Canhoto, anexado ao município de União dos Palmares.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939 a 1943, o município é constituído de 4 distritos: União, Barro do Canhoto, Mundaú-Mirim e Mungaba.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.909, de 30-12-1943, o município de União passou a denominar-se União dos Palmares.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o município de União dos Palmares é constituído de 4 distritos: União dos Palmares, Barro do Canhoto, Mundaú-Mirim e Mungaba.
Pela Lei n.º 1.473, de 17-09-1949, o distrito de Barro do Canhoto passou a denominar-se Rocha Cavalcanti.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: União dos Palmares, Mundaú-Mirim, Mungaba e Rocha Cavalcanti. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
A Lei Estadual n.º 2.245, de 14-06-1960, desmembra do município de União dos Palmares os distritos de Mundaú-Mirim e Mungaba, para formarem o novo município com a denominação de Santana do Mundaú.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE - União dos Palmares (AL). In: ENCICLOPÉDIA dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1959. v. 19 p. 190-195. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_19.pdf. Acesso em: ago. 2015.</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>ARESKI DAMARA DE OMENA FREITAS JUNIOR</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>148.24</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>16059.3</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>10,1 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>13 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
<row _id="102"><geocodigo>2709400</geocodigo><Município>Viçosa</Município><Histórico>As Terras que hoje constituem o município de viçosa eram habitadas por índios Caambembes, Oriundos da tribo Caeté. Eles viviam em luta com os Cariris e outras tribos tapuias habitantes das caatingas. Pela sua posição topográfica e exelentes condições físicas - riquesa de matas, cursos de água e terras férteis - o município de Viçosa aparece como um dos pontos do Estado onde houve mais lutas entre índios. Foram localizados na região - em povoados como Bananal e sítios adjacentes - muitos vestígios dos quilombos. Há quem assegure que Zumbi morreu lá e não em União dos Palmares. Depois dos negros derrotados, o Rei de Portugal dividiu os domínios entre os vencedores. Em 1831, por decreto imperial, a povoação com nome de Riacho do Meio foi desligada de Atalaia e elevada à categoria de Vila. No governo de Gabino Bezouro, em 1892, a Vila foi elevada à condição de cidade. A vida política de Viçosa teve muitas lutas partidárias, caracterizando a época de predominância do coronelismo. No aspecto cultaral, porém, Viçosa é berço de destacados escritores e intelectuais de Alagoas, como Otávio Brandão, além de um importante núcleo de folclore. Com essa tradição cultural, Viçosa destaca-se, principalmente, por suas festividades: Carnaval, Festas Juninas, Festa do Padroeiro Senhor do Bom Jesus do Bomfim(entre os meses de janeiro e fevereiro), Cavalhadas e Vaquejadas. Entre as belezas naturais está a Serra Dois Irmãos, local onde historiadores supõem que teria vivido Zumbi em seus últimos anos, até a morte. Viçosa tem ainda atração esporádica(não a dia nem mês estabelecidos) o trem de Viçosa, onde filhos da terra viajaram juntos até o município e fazem um grande encontro.</Histórico><Gentílico>viçosense</Gentílico><Formação Administrativa>Distrito criado com a denominação de Assembléia, pela lei provincial nº 8, de 10-04-1835. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Assembléia, pelo decreto de 13-101831, desmembrado do município de Atalaia. Sede na antiga povoação de Assembléia. 
Constituído do distrito sede. Pelo decreto estadual nº 46,de 25-09-1890, a vila de Assembléia passou a chamar-se Viçosa. 
Elevado á condição de cidade com a denominação de Viçosa, pela lei estadual nº 14,de 1605-1892.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 5 distritos: Viçosa, Bom Sossego, Bananal, Lages dos Caldeirões e Pindoba.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído do distrito sede. Não figurando os distritos da divisão de 1911.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1937, o município é constituído de 2 distritos: Viçosa e Pindoba.
Pelo decreto-lei nº 2361, de 31-03-1938, o distrito de Pindoba passou a denominar-se Pindoba Grande.
Pelo decreto nº 2435, de 30-11-1938, são criados os distritos de Anel e Chã Preta e anexados ao município de Viçosa.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Viçosa, Anel, Chã Preta e Pindoba Grande.
Pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943, o município de Viçosa passou a denominar Assembléia.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município de Assembléia ex-Viçosa é constituído de 4 distritos: Assembléia, Anel, Chã Preta e Pindoba Grande.
Pela lei nº 1473, de 17-09-1949, o município de Assembléia volta a chamar-se Viçosa.
Em divisão territorial administrativa datada de 1-VII-1950, o município de Viçosa ex-Assembléia é constituído de 4 distritos: Viçosa, Anel, Chã Preta e Pindoba Grande. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual n º 2070, de 10-10-1957, desmembra do município de Viçosa o distrito de Pindoba Grande. Elevado à categoria de município com a denominação de Pindoba.
Em divisão territorial datada 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Viçosa, Anel e Chã Preta.
Pela lei estadual nº 2432, de 03-02-1962, desmembra do município de Viçosa o distrito de Chã Preta. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Viçosa e Anel. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais Assembléia para Viçosa alterado, pelo decreto lei estadual nº 46, de 25-09-1890. 
Viçosa para Assembléia alterado, pelo decreto lei estadual nº 2909, de 30-12-1943. 
Assembléia para Viçosa alterado, pela lei nº 1473, de 17-09-1949.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 2 distritos: União dos Palmares e Rocha Cavalcanti. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.</Formação Administrativa><Fonte>Fonte: IBGE</Fonte><Ano da pesquisa no site>2022</Ano da pesquisa no site><Prefeito>JOÃO VICTOR CALHEIROS AMORIM SANTOS</Prefeito><Densidade demográfica hab/km² (2010)>74.0</Densidade demográfica hab/km² (2010)><PIB per capita [2019]>16342.68</PIB per capita [2019]><Mortalidade infantil (2020)>5,19 óbitos por mil nascidos vivos</Mortalidade infantil (2020)><Aniversário>13 de Outubro</Aniversário><Site de pesquisa /></row>
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